O Tribunal Federal de Abuja decidiu que a direção do Congresso Democrático Africano (ADC) liderada pelo ex-presidente do Senado David Mark é ilegalmente constituída, segundo o Within Nigeria. A decisão também invalidou a primária que fez do ex-vice-presidente Atiku Abubakar o candidato do partido à eleição presidencial de 16 de janeiro de 2027. O ADC vai recorrer da decisão no Tribunal de Apelação. Atiku mantém sua candidatura à Presidência apesar da anulação judicial.
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Um juiz da Alta Corte Federal em Abuja anulou a candidatura presidencial de Atiku Abubakar ao concluir que a direção do Congresso Democrático Africano (ADC) foi constituída ilegalmente. A eleição presidencial nigeriana está marcada para 16 de janeiro de 2027, e o partido disse que vai recorrer; o ADC acusa o partido governista Congresso de Todos os Progressistas (APC) de estar por trás da ação, e o porta-voz de Bola Tinubu, Daniel Bwala, negou o envolvimento. A decisão saiu um dia depois de Abubakar lançar a campanha em um comício em Sokoto. Em julho, o juiz Musa Liman decidiu que Mark havia sido escolhido de acordo com as leis do país e a constituição do partido, em um caso movido por outro ex-integrante do ADC.
A Justiça Federal da Nigéria anulou na quinta-feira a indicação de Atiku Abubakar como candidato presidencial do Congresso Democrático Africano (ADC), segundo a campanha do opositor, que disse que seus advogados preparam pedido de efeito suspensivo. A mesma sentença anulou a liderança do partido chefiada por David Mark.
Um juiz do Tribunal Federal Superior de Abuja anulou nesta quinta-feira a candidatura de Atiku Abubakar à Presidência, ao concluir que a direção do Congresso Democrático Africano foi constituída ilegalmente. A ação foi movida pelo ex-vice-presidente nacional do partido Nafiu Bala Gombe, que alegou que os dirigentes não foram eleitos em convenção nacional, e o partido classificou a decisão como politicamente motivada e disse que vai recorrer.
O Tribunal Federal de Abuja anulou nesta quinta-feira a candidatura presidencial de Atiku Abubakar pelo Congresso Democrático Africano (ADC) e destituiu a direção do partido sob o ex-presidente do Senado David Mark. O juiz Peter Lifu considerou ilegal o comitê que conduziu a primária presidencial e destituiu todos os dirigentes nacionais, incluindo Rauf Aregbesola como secretário nacional, além de todos os candidatos apresentados à Comissão Eleitoral Nacional Independente (INEC) para as eleições de 2027. Se mantida nas instâncias superiores, a decisão impede o ADC, principal desafiante do partido governista All Progressives Congress, de lançar candidatos.
Segundo a DW, em texto publicado no portal AllAfrica, a agência antidrogas da Nigéria (NDLEA) desmontou o que descreveu como o maior laboratório clandestino de metanfetamina já encontrado no país, no estado de Ogun, e prendeu dez pessoas, entre elas três mexicanos que, segundo a agência, foram trazidos ao país para ajudar a fabricar a droga. O presidente da NDLEA, Mohamed Buba Marwa, disse que foram apreendidas mais de 2,4 toneladas de metanfetamina, precursores químicos e outros materiais com valor de mercado internacional estimado em cerca de US$ 363 milhões. Laboratórios de metanfetamina foram encontrados recentemente na Nigéria, na África do Sul, no Quênia e em Moçambique, e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) afirma que a produção de drogas sintéticas envolve cada vez mais redes criminosas transnacionais e laboratórios clandestinos capazes de abastecer tanto mercados locais quanto internacionais.
O presidente da União Nacional dos Trabalhadores da Mineração da Nigéria (NUMW), Musa Adamu Nasiru, disse à comissão de inquérito que seis dos mineradores mortos sob custódia do Corpo de Segurança e Defesa Civil da Nigéria (NSCDC) eram filiados ao sindicato. O presidente da Associação de Mineradores de Niger, Abdulrazak Yusuf Mohammed, contou à mesma comissão que foi informado de que 65 pessoas estavam detidas, que apenas 17 sobreviveram e que quarenta e oito morreram sob custódia. Já no estado de Niger, trinta e sete pessoas acusadas de mineração ilegal morreram sob custódia do NSCDC, segundo autoridades nigerianas.
O governo do estado de Niger afirmou estar mobilizando recursos para resgatar 15 alunas de uma escola islâmica sequestradas por bandidos no fim de semana, enquanto o dono da escola sustenta que nenhuma medida concreta foi tomada no terreno. Aminu Abubakar Bako disse que nenhum oficial do governo visitou a comunidade e que os sequestradores exigiram resgate de 100 milhões de nairas. Os sequestradores ligaram na segunda-feira dizendo que as alunas estavam seguras, mas que a segurança não poderia ser garantida se o pagamento atrasasse.
Aliko Dangote lançou na quarta-feira a pedra fundamental de um terminal de armazenamento de combustíveis na Namíbia, que servirá de hub de distribuição para o sul da África, em reportagem do OilPrice baseada em apuração da Bloomberg. O projeto, de US$ 2,5 bilhões, inclui um depósito fora do porto de Walvis Bay e um duto de 1.700 quilômetros para levar combustíveis a Botsuana e à África do Sul, e potencialmente a outros países. “Queremos investir pesado para que a maioria dos países sem litoral possa acessar produtos de petróleo a preço mais barato”, disse Dangote no evento. A oferta pública de uma fatia minoritária da refinaria de Dangote pode captar até US$ 2,1 bilhões se a empresa exercer a opção de lote suplementar.
Descobertas recentes de laboratórios de metanfetamina na Nigéria, na África do Sul, no Quênia e em Moçambique alimentaram preocupações de que a África esteja se tornando um polo relevante de produção de drogas sintéticas. Na Nigéria, uma operação no estado de Ogun prendeu 10 suspeitos, entre eles três mexicanos que, segundo a agência antidrogas nigeriana (NDLEA), foram levados ao país para ajudar a fabricar a droga. O presidente da agência, Mohamed Buba Marwa, disse que os agentes apreenderam mais de 2,4 toneladas de metanfetamina, precursores químicos e outros materiais, com valor de mercado internacional estimado em cerca de US$ 363 milhões.
A produção total de petróleo e gás da estatal nigeriana subiu a 3,04 milhões de barris de óleo equivalente por dia em setembro, ante 3,01 milhões no mês anterior. A receita ficou em 3,4 bilhões de dólares (4,608 trilhões de nairas), em linha com os meses posteriores a março, quando a guerra com o Irã e a crise do Estreito de Ormuz elevaram os preços internacionais do petróleo. A estatal atribuiu o aumento à retomada do campo Obodo, na licença OML 150, e disse que a produção segue limitada por falhas de equipamento, problemas no subsolo, vazamentos em linhas de fluxo, protestos comunitários e restrições de armazenamento e de infraestrutura de exportação.
O xeque Yahaya Masussuka, clérigo islâmico respeitado em Katsina, foi morto a tiros por dois homens armados em motocicleta em frente à sua casa em Dutsin-Ma, no norte da Nigéria, na semana passada. O grupo Ansaru reivindicou o assassinato em um vídeo de quatro minutos obtido pelo jornal nigeriano Premium Times, em texto republicado pelo AllAfrica.
Autoridades de saúde da Nigéria confirmaram na segunda-feira que os dois casos suspeitos de ebola investigados no nordeste do país deram negativo após duas rodadas de testes, com os dois pacientes isolados enquanto as equipes faziam identificação de contatos e testes laboratoriais.
As autoridades de saúde da Nigéria investigam dois casos suspeitos de Ebola na região nordeste do país, informou neste sábado o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Nigéria (NCDC). Os dois pacientes foram isolados enquanto as autoridades fazem a identificação e a listagem de contatos e os testes de laboratório, segundo publicação do órgão no X.
O Exército da Nigéria afirmou que tropas com apoio aéreo repeliram ataques de combatentes islamistas a posições militares nos estados de Borno e Yobe, no nordeste do país, e mataram 48 insurgentes, segundo a Reuters. Ainda conforme o anúncio militar, um soldado morreu e dois ficaram feridos na contraofensiva, e as tropas apreenderam 52 armas dos combatentes do ISWAP, segundo a Xinhua.
Ao menos 62 pessoas foram mortas em um ataque com armas de fogo atribuído a criminosos conhecidos localmente como “bandidos” no nordeste da Nigéria, informou nesta terça-feira a agência de emergência do país, segundo o Times of India. Segundo a Agência Nacional de Gestão de Emergências (NEMA), os homens armados atacaram a comunidade de Binnari, na área de governo local de Karim-Lamido, no estado de Taraba, em 24 de outubro.
Uma mulher suíça em tratamento de ebola na Nigéria foi evacuada de avião para a Suíça com o marido na manhã desta segunda-feira, segundo a Associated Press (AP). Segundo a AP, com a evacuação a Nigéria está sem casos de ebola, e o país segue monitorando 52 contatos, enquanto a Suíça assume o cuidado da paciente e acompanha o marido.
O ministro da Saúde e Bem-Estar Social da Nigéria, Muhammad Pate, confirmou que a paciente índice de ebola do país foi evacuada para a Suíça, segundo o AllAfrica. A paciente é uma mulher de 42 anos, nascida em Uganda, que vive em Abuja e retornou de Uganda em 3 de outubro, no primeiro caso de ebola registrado na Nigéria em mais de uma década. A evacuação ocorreu seis dias depois de o país confirmar o caso.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Nigéria (NCDC) colocou 53 contatos sob monitoramento e aprovou um pagamento emergencial de 100 mil nairas por pessoa por semana para quem está em isolamento ou quarentena como parte dos esforços para conter o surto de ebola no Território da Capital Federal.
A polícia do estado de Taraba afirmou que homens armados não identificados invadiram na sexta-feira a vila de Binnari, no nordeste da Nigéria, matando ao menos 10 pessoas, saqueando lojas e incendiando casas, segundo a BBC. A polícia disse ter recuperado 10 corpos com ferimentos de bala e advertiu que o número de mortos ainda pode subir, enquanto os agentes seguiam buscando vítimas no mato. Sobreviventes ouvidos pela agência France-Presse (AFP) contaram ao menos 20 mortos. O diretor da Anistia Internacional na Nigéria, Isa Sanusi, disse à BBC que a organização falou com famílias enlutadas que relataram até 50 mortos, e que o funeral inicial teve 37 pessoas.
A polícia nigeriana informou neste sábado que 10 corpos haviam sido recuperados até a noite de sexta-feira, depois que um grupo grande de homens armados em motocicletas atacou a vila de Binnari, no estado de Taraba, no leste da Nigéria. Sobreviventes ouvidos pela agência France-Presse (AFP) falaram em pelo menos 20 mortos, e a Anistia Internacional afirmou em comunicado no sábado que o número de vítimas chega a 40.
A paciente com ebola na Nigéria é uma suíça, mulher de um diplomata suíço, que não viajou ao epicentro do surto atual na República Democrática do Congo (RDC) e acredita-se que tenha se infectado durante uma viagem a Uganda com o marido, segundo o Ministério das Relações Exteriores da Suíça. O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças investiga se a paciente pode ter tido contato com um paciente de ebola no Quênia, já que os dois viajaram a partir do aeroporto de Entebbe, em Uganda, em 3 de outubro. A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que as investigações continuam para estabelecer a provável fonte de infecção da paciente na Nigéria.
O governo suíço disse que a paciente com ebola na Nigéria, esposa de um diplomata suíço em Abuja, não viajou para a República Democrática do Congo (RDC), contrariando relatos de Uganda, segundo a Reuters. Autoridades ugandenses afirmaram que a mulher, nascida em Uganda, adoeceu na Nigéria após viajar ao leste do Congo, onde o surto foi declarado em meados de maio e desde então se tornou o de propagação mais rápida já registrado.
O surto de ebola matou quase 4.700 pessoas e levou a Nigéria a registrar o primeiro caso em mais de uma década, segundo a AllAfrica – uma mulher que voltou a Abuja vinda de Uganda em 3 de outubro, após ficar em Campala, sem passar pela República Democrática do Congo (RDC). A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que 44 contatos foram identificados e estão sendo monitorados.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o surto de ebola na África como complexo depois que a doença chegou à Nigéria, segundo a AFP. No boletim semanal mais recente, a OMS África registrou 9.637 casos confirmados e 4.646 mortes, uma letalidade bruta de 48,2% – um acréscimo de 572 casos e 265 mortes desde o relatório de situação nº 22.
O diretor-geral dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC), Jean Kaseya, pediu que a primeira paciente confirmada de ebola da Nigéria divulgue seu histórico completo de viagem e possíveis contatos durante uma visita recente a Uganda, para ajudar as autoridades sanitárias a estabelecer como ela contraiu o vírus. Segundo Kaseya, a paciente nasceu em Uganda e mora em Abuja, e estava em seu país natal quando o marido, um diplomata, viajou para se juntar a ela. Em entrevista à BBC, ele disse que os primeiros sintomas apareceram em 6 de outubro, quando ela procurou um hospital privado acreditando ter malária, e que foi internada em 11 de outubro. O ministro da Saúde da Nigéria, Muhammad Pate, confirmou que a mulher, de 42 anos, passou duas semanas e meia em Kampala antes de voltar a Abuja pela Etiópia, com escala de duas horas em Addis Abeba.
A Nigéria confirmou um caso importado de doença pelo vírus Ebola Bundibugyo no Território da Capital Federal, tornando-se o quinto país a detectar o vírus desde que um surto foi declarado na República Democrática do Congo em 15 de maio de 2026, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde e Bem-Estar Social, a paciente é uma mulher com histórico recente de viagem a Uganda. Os sintomas começaram em 7 de outubro, quatro dias depois da chegada dela à Nigéria; ela procurou atendimento em uma unidade privada de saúde em Abuja em 11 de outubro, e o exame de laboratório confirmou o vírus Bundibugyo em 20 de outubro. Ela está em isolamento e recebendo atendimento médico. O ministério informou que 44 contatos foram identificados e estão sendo monitorados.
A Nigéria registrou o primeiro caso de ebola em cerca de uma década, numa mulher estrangeira residente em Abuja chegada de Uganda, segundo a Reuters. Autoridades de saúde dizem que o caso corresponde à cepa do surto da República Democrática do Congo, segundo a Al Jazeera.
A Nigéria confirmou um caso importado de doença pelo vírus Ebola da cepa Bundibugyo no Território da Capital Federal, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). A paciente é uma mulher com histórico recente de viagem a Uganda, e os sintomas começaram em 7 de outubro, quatro dias depois da chegada dela ao país. Segundo a OMS, 44 contatos foram identificados e estão sendo monitorados enquanto a busca por outras pessoas expostas é intensificada.
A Nigéria confirmou na terça-feira um caso de ebola em uma mulher que chegou recentemente ao país vinda de Uganda e está isolada em tratamento, e Uganda pediu o itinerário e o histórico clínico dela, registrando que ela transitou por Uganda no início de outubro sem sintomas, segundo o AllAfrica.
A Nigéria confirmou nesta terça-feira o primeiro caso de ebola do atual surto, em uma mulher que chegou de Uganda, segundo o Ministério da Saúde. A paciente começou a apresentar sintomas em 7 de outubro e foi internada em um hospital privado de Abuja em 11 de outubro, onde foi diagnosticada. O rastreamento de contatos começou, com 44 contatos próximos identificados e monitorados, incluindo profissionais de saúde, pacientes, cuidadores e contatos de viagem, segundo a Africanews.
A rede elétrica da Nigéria caiu 81%, para 675 megawatts (MW), com nove usinas fora de operação, segundo o Vanguard, em texto republicado pelo AllAfrica.