O deputado guatemalteco Julio César Portillo Paz, de 35 anos, morreu na noite de sexta-feira (6) após um ataque armado contra sua caravana em Río Hondo, departamento de Zacapa, no nororiente da Guatemala. No ataque, três agentes da Polícia Nacional Civil (PNC) foram mortos, identificados como Jorge Paau Xicol, Erick Armides Ramos Osorio e Fernando Reyes Aldana. O presidente Bernardo Arévalo condenou o ataque, afirmou que os policiais morreram em serviço e determinou que as forças de segurança cooperem com os promotores. As autoridades não informaram o motivo do ataque nem identificaram os responsáveis. Portillo chegou ao Legislativo pelo partido Cabal e mantinha relação estreita com a Unidad Nacional de la Esperanza (UNE), na qual era secretário departamental em Zacapa. Zacapa é considerado um corredor estratégico do tráfico transnacional de drogas e território controlado pelo cartel da família Lorenzana, ligado ao cartel mexicano de Sinaloa, segundo a AFP.
Tema: Narcotráfico
O juiz federal mexicano Luis Benítez Alcántara foi preso no domingo na Colômbia e responde a uma denúncia de nove acusações de cumplicidade posterior ao fato, e autoridades dos Estados Unidos vão pedir sua extradição. Em 2024, ele conduzia no México o processo de extradição do canadense Andrew Clark, acusado nos Estados Unidos de integrar um grupo de tráfico de drogas que movimentava bilhões de dólares, supostamente comandado pelo ex-snowboarder olímpico canadense Ryan Wedding. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos afirma que Benítez recebeu o pagamento integral de US$ 2 milhões em suborno em 24 de fevereiro de 2025 e, no mesmo dia, concedeu fiança e ordenou a soltura de Clark. Dias depois, Clark foi preso novamente e removido para os Estados Unidos, onde responde por tráfico de drogas e homicídio. O juiz é acusado de liberar Clark da custódia depois de aceitar os pagamentos. O procurador-geral dos Estados Unidos, Todd Blanche, disse que agentes públicos corruptos, onde quer que estejam, que ajudem traficantes que atuam no país responderão perante a Justiça norte-americana.
A Promotoria federal de Nova York acusou cinco equatorianos – entre eles Jacobo Abdala Bucaram-Pulley, filho do ex-presidente Abdalá Bucaram, e o ex-deputado Jaime Estrada Medranda – de conspirar para importar cocaína aos Estados Unidos, escondida em contêineres de atum com destino aos Estados Unidos e à Europa, em anúncio desta quinta-feira. Segundo o procurador Jamie McDonald, os acusados tiveram papel central em transformar o Equador em centro de trânsito de 70% da cocaína que chega aos Estados Unidos e à Europa, ocultando a droga em embarques de uma empresa pesqueira em sociedade com nomes como os de líderes de Los Choneros e Los Lobos; Estrada Medranda e Estrada Bonilla foram detidos em 2 de novembro no Panamá, e Bucaram Pulley e os outros dois acusados em 4 de novembro no Equador.
Segundo a DW, em texto publicado no portal AllAfrica, a agência antidrogas da Nigéria (NDLEA) desmontou o que descreveu como o maior laboratório clandestino de metanfetamina já encontrado no país, no estado de Ogun, e prendeu dez pessoas, entre elas três mexicanos que, segundo a agência, foram trazidos ao país para ajudar a fabricar a droga. O presidente da NDLEA, Mohamed Buba Marwa, disse que foram apreendidas mais de 2,4 toneladas de metanfetamina, precursores químicos e outros materiais com valor de mercado internacional estimado em cerca de US$ 363 milhões. Laboratórios de metanfetamina foram encontrados recentemente na Nigéria, na África do Sul, no Quênia e em Moçambique, e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) afirma que a produção de drogas sintéticas envolve cada vez mais redes criminosas transnacionais e laboratórios clandestinos capazes de abastecer tanto mercados locais quanto internacionais.
Jacobo Bucaram, filho do ex-presidente equatoriano Abdalá Bucaram, foi detido nesta quarta-feira em Guayaquil numa operação internacional com participação de agentes dos Estados Unidos. Os cinco detidos têm notificação vermelha da Interpol e são requeridos pela Justiça dos Estados Unidos por supostos crimes ligados ao narcotráfico, segundo o ministro do Interior, John Reimberg, e ficaram à disposição das autoridades para extradição aos Estados Unidos, com coordenação da Agência de Combate às Drogas (DEA).
Descobertas recentes de laboratórios de metanfetamina na Nigéria, na África do Sul, no Quênia e em Moçambique alimentaram preocupações de que a África esteja se tornando um polo relevante de produção de drogas sintéticas. Na Nigéria, uma operação no estado de Ogun prendeu 10 suspeitos, entre eles três mexicanos que, segundo a agência antidrogas nigeriana (NDLEA), foram levados ao país para ajudar a fabricar a droga. O presidente da agência, Mohamed Buba Marwa, disse que os agentes apreenderam mais de 2,4 toneladas de metanfetamina, precursores químicos e outros materiais, com valor de mercado internacional estimado em cerca de US$ 363 milhões.
Um ataque contra supostos membros do Exército de Libertação Nacional (ELN) no estado venezuelano de Apure, perto da fronteira com a Colômbia, teve apoio de inteligência e de drones dos Estados Unidos, segundo quatro funcionários norte-americanos citados pelo New York Times. A operação ocorreu na sexta-feira passada, e um oficial militar venezuelano de alto escalão confirmou o ataque. A organização não governamental Fundaredes, a primeira a alarmar sobre o caso, contabilizou 23 mortos e número indeterminado de feridos no bombardeio a uma base do ELN usada como centro de distribuição de cocaína, a partir de testemunhos de sobreviventes e de moradores que o Times recolheu. Repórteres locais da Alianza Rebelde Investiga identificaram oito dos mortos, entre eles dois colombianos e quatro mexicanos, com informações do necrotério, do hospital e do cemitério de San Fernando de Apure. As autoridades venezuelanas contabilizavam até o momento 19 mortos na operação, número menor que o da Fundaredes. O ataque ocorreu depois de os Estados Unidos destituírem Nicolás Maduro pela força e de o governo venezuelano passar ao controle de um governo alinhado a Donald Trump, segundo o Infobae, em texto do New York Times.
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, ordenou nesta quinta-feira a militarização temporária de Cúcuta, na fronteira com a Venezuela, diante da onda de violência e assassinatos cometidos por grupos ilegais, cidade que foi cenário nos últimos dias do assassinato de um aspirante a prefeito e de um atentado com explosivos que deixou quatro policiais feridos.
O cultivo de papoula no Afeganistão mais que quadruplicou neste ano em relação a 2025, para estimados 43.300 hectares, segundo a Reuters, com base em imagens de satélite analisadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), e passou para mais de 43.000 hectares em 2026, com a renda dos comerciantes de ópio estimada em cerca de 525 milhões de dólares, segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).
A Agência France-Presse (AFP) identificou obras de grande porte perto da pista da base aérea de Taura, no Equador, cerca de 20 voos militares americanos entre junho e meados de outubro e documentos que mencionam a presença de tropas dos Estados Unidos. A expansão ocorre menos de um ano depois de os equatorianos rejeitarem, em referendo, a instalação de bases militares estrangeiras no país.
Um bombardeio das Forças Armadas da Colômbia contra uma estrutura do Clã del Golfo no departamento de Chocó deixou ao menos seis mortos e um capturado, em balanço preliminar confirmado pelo presidente Abelardo de la Espriella, que disse que o total até o momento é de 6 abatidos e 1 capturado, “mas há mais”.
O juiz federal norte-americano Alvin Hellerstein, responsável pelo processo contra o presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro, morreu aos 92 anos, confirmou o tribunal federal do distrito sul de Nova York, segundo o Le Monde. O julgamento de Maduro estava previsto para começar em 1º de julho de 2027. Hellerstein era um dos juízes federais mais idosos dos Estados Unidos, e havia questionamentos sobre se ele era o juiz adequado para presidir um julgamento que poderia ser longo por acusações de tráfico de drogas, segundo o South China Morning Post.
O Comando Sul dos Estados Unidos (Southcom) disse ter matado cinco “narcoterroristas” em um ataque contra uma suposta embarcação de contrabando de drogas no leste do oceano Pacífico nesta terça-feira, e afirmou que “informações de inteligência confirmadas revelaram a participação ativa da embarcação no narcotráfico”, segundo o G1. Pelo menos 235 pessoas morreram em ataques a embarcações no mar do Caribe e no leste do Pacífico, segundo levantamento da AFP citado pelo G1. O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu que os Estados Unidos interrompam os ataques e citou a “execução extrajudicial de pessoas a bordo dessas embarcações”, independentemente da conduta criminosa alegada contra elas.
A Argentina declarou cinco grupos criminosos e guerrilhas da América Latina como organizações terroristas, entre eles o cartel mexicano de Sinaloa, segundo a Associated Press (AP). A resolução inclui ainda a Nueva Familia Michoacana, também do México, e o grupo equatoriano Los Tiguerones. A AP registra que a medida segue a política de segurança dos Estados Unidos, principal aliado argentino na região.
Promotores federais do México acusaram o ex-procurador-geral de Chihuahua César Jáuregui Moreno de traição por ter permitido que agentes americanos participassem, em abril, de uma operação a um suposto laboratório de drogas sem autorização federal, segundo a BBC. A procuradora-geral Ernestina Godoy Ramos disse que Jáuregui permitiu a agentes estrangeiros atividades reservadas às autoridades mexicanas e não compartilhou informações; ele nega as acusações e foi preso no fim de semana, com audiência marcada para sábado. O caso veio à tona depois que dois agentes americanos, descritos como ligados à Agência Central de Inteligência (CIA), morreram em um acidente de carro em Chihuahua com dois policiais mexicanos, em 19 de abril.
O Pentágono enviará centenas de soldados à América Latina, segundo o jornal The New York Times, em reportagem publicada na quarta-feira (14) e citada pelo G1. Os primeiros integrantes de um batalhão de cerca de 600 militares da 10ª Divisão de Montanha começaram a ser deslocados para um centro de treinamento em selva no Panamá. A ampliação inclui a transferência de drones de vigilância MQ-9 Reaper da África para a Colômbia e o Equador e a criação de uma nova estrutura de comando para o Hemisfério Ocidental, sediada em Miami.
A sede de controle de drogas do Irã apresentou seis propostas para reforçar a cooperação entre os Estados-membros da Organização de Cooperação de Xangai no combate a drogas ilícitas e a crimes relacionados, segundo o Tehran Times. As propostas incluem o fortalecimento do sistema regional de alerta precoce sobre drogas sintéticas e novas substâncias psicoativas e a cooperação no enfrentamento de precursores químicos usados na fabricação ilícita de entorpecentes.
Ao menos 600 militares dos Estados Unidos (EUA) participarão de treinamentos e exercícios com forças locais no Panamá, na Colômbia e em Honduras, informou o jornal The New York Times, citado pelo G1. Drones dos EUA foram redirecionados da África para o Equador e a Colômbia e devem ser usados em operações de combate ao narcotráfico, segundo o G1.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (15), em entrevista à TV Globo, que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) aterrorizam comunidades brasileiras, mas rejeitou o enquadramento das facções como organizações terroristas nos termos defendidos pelo governo dos Estados Unidos (EUA), segundo o Brasil 247. Lula disse ter entregue ao presidente dos EUA, Donald Trump, proposta escrita de cooperação contra o crime organizado e o narcotráfico com base na experiência da Polícia Federal.
O assessor especial do presidente Lula para assuntos internacionais, Celso Amorim, afirmou que o “Escudo das Américas” lançado pelo presidente Donald Trump tenta impor ao Brasil um “cerco” e uma “dominação absoluta” sob o argumento “falso” de combater o crime organizado, segundo o G1. A coalizão reúne presidentes de países latino-americanos mais alinhados a Trump, a exemplo de Javier Milei, da Argentina, Abelardo de la Espriella, da Colômbia, e Nayib Bukele, de El Salvador, segundo o G1. Auxiliares diretos de Lula afirmam que a medida foi “muito grave” e representa uma “porta de entrada” para ações militares na região, a exemplo do que aconteceu na Venezuela e na Colômbia, segundo o G1.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou que o país investiga um vídeo viral que supostamente mostra mercenários entoando slogans de cartel de drogas na Ucrânia, segundo a Al Jazeera.
Os Estados Unidos enviaram drones MQ-9 Reaper para a América do Sul, revelou o The New York Times nesta terça-feira, em texto do G1, para operações de combate ao narcotráfico na região. Segundo autoridades ouvidas pelo jornal, os drones foram redirecionados da África para a Colômbia e o Equador, sem detalhes sobre quantos equipamentos foram enviados a cada país.
O Equador recebeu na última semana de setembro duas unidades do drone MQ-9A Reaper, que chegaram a Guayaquil a bordo de um C-5M Super Galaxy, segundo o Infodefensa. Os dois aparelhos já estão desdobrados na Base Aérea de Taura, na província de Guayas, para missões persistentes de inteligência, vigilância e reconhecimento contra o narcotráfico e o crime organizado. A Colômbia acertou com os Estados Unidos receber três MQ-9A Reaper por empréstimo, segundo o Colombia One, para vigilância e inteligência contra o narcotráfico e grupos armados.
O Comando Sul dos Estados Unidos matou quatro pessoas em um ataque a uma embarcação suspeita de narcotráfico no Caribe, no domingo, segundo o Times of India. O comando disse que uma inteligência confirmada revelou o envolvimento ativo da embarcação com o narcotráfico e chamou os mortos de narcoterroristas. Segundo a imprensa norte-americana citada pela TASS, mais de 230 pessoas foram mortas em ataques dos Estados Unidos a barcos supostamente usados por traficantes desde o início desses ataques no outono passado.
A polícia da Bolívia prendeu o procurador-geral Roger Mariaca e outras 13 pessoas acusadas de proteger narcotraficantes dias depois de os Estados Unidos (EUA) imporem restrições de visto a Mariaca por acusações de corrupção, segundo o Washington Post. O Departamento de Estado dos EUA afirmou que Mariaca recebeu subornos para facilitar o narcotráfico e ajudar criminosos violentos a escapar da Justiça, segundo a CBS News/AFP.
A Colômbia extraditou para os Estados Unidos Geovany Andrés Rojas, acusado de liderar uma organização formada por ex-membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Rojas, conhecido como “Spider”, foi levado à Califórnia e responderá por narcotráfico e terrorismo. Segundo a Reuters, em texto republicado pelo site WIMZ, três fontes policiais disseram que é a primeira extradição de um alto comandante sob o presidente Abelardo de la Espriella.
Os países do Escudo das Américas assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, uma declaração conjunta que designa 24 organizações como “organizações narcoterroristas transnacionais” e “ameaças compartilhadas”, segundo a CNN Brasil, o G1 e a Veja. O texto anuncia congelamento de bens e restrições migratórias e de visto a integrantes, associados e apoiadores dos grupos, além de responsabilização criminal de quem lhes der apoio material, inclusive logístico. A lista inclui o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), no Brasil, a Mara Salvatrucha (MS-13), o Trem de Aragua, o Cartel de Jalisco Nueva Generación (CJNG) e o Cartel de Sinaloa, segundo a CNN Brasil. A declaração foi assinada por Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Trindade e Tobago. Os signatários declararam a intenção de pedir ao Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) uma reunião de consulta para criar um órgão de consulta nos termos dos Artigos 6 e 13 do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (Tratado do Rio), segundo a CNN Brasil. O pedido partiu do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o governo brasileiro contesta a classificação das facções como terroristas, segundo o G1. O Escudo das Américas foi fundado em março de 2026 por iniciativa de Trump e reunia, até esta terça-feira, governos alinhados a Washington na América Latina, segundo a Veja.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que os cartéis de droga são “o Estado Islâmico do Hemisfério Ocidental” e defendeu que sejam “mortos, exilados ou detidos como combatentes inimigos, sem possibilidade de libertação”, segundo a Reuters. Ele falou antes de uma reunião com líderes e chanceleres do Escudo das Américas, coalizão anti-cartel lançada pelo seu governo em março e integrada por governos latino-americanos alinhados a Washington; Brasil e México não participam. Trump citou a operação que capturou Nicolás Maduro na Venezuela e o acordo de petróleo com o governo interino como prova de que Washington “não permitirá mais que ameaças à América se instalem em qualquer lugar do Hemisfério Ocidental” e que usará a sua “força militar sem igual” se necessário, e disse que o México “tem de retomar o controle do seu território diante dos inimigos da humanidade”. A G1 registrou que ele pediu aos membros do grupo que classifiquem formalmente as facções narcotraficantes como “ameaças comuns à estabilidade” e apliquem sanções. Desde o fim de 2025, os Estados Unidos fizeram dezenas de ataques a barcos no Caribe e no Pacífico leste que, segundo organizações de direitos humanos, mataram mais de 220 pessoas e equivalem a execuções extrajudiciais.
O relatório do relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre terrorismo e direitos humanos, Ben Saul, afirma que a campanha de ataques dos Estados Unidos contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas custou US$ 4,7 bilhões até meados de 2026 e não reduziu a chegada de cocaína ao país: as apreensões na fronteira seguem estáveis e a maior parte da droga entra em contêineres, que raramente são inspecionados, segundo a Al Jazeera. O documento, publicado na segunda-feira, 21 de setembro, diz que os 68 ataques registrados entre setembro de 2025 e agosto de 2026 mataram ao menos 223 pessoas e que há “motivos razoáveis” para crer que constituem crimes contra a humanidade de assassinato, segundo a BBC News. O relatório argumenta ainda que o tráfico de drogas não alcança o patamar jurídico de “ataque armado” que autorizaria a legítima defesa, e que havia alternativas menos letais, como a interceptação marítima, segundo a ABC News. Washington sustenta que a operação é parte de um conflito armado com organizações “terroristas” e que serve para impedir a entrada de drogas no país.