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Tema: Groenlândia

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Segundo a Reuters, em textos republicados pelo The Straits Times e pelo Al Arabiya, o Parlamento da Groenlândia ratificou na terça-feira o acordo de segurança firmado no início deste ano com o presidente americano, Donald Trump, por 16 votos a favor, nenhum contra e 7 abstenções. O texto amplia o papel militar dos EUA na ilha, abre caminho para duas novas bases militares e para o sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”, e reafirma a soberania dinamarquesa e o direito dos groenlandeses à autodeterminação. O acordo executivo entra em vigor quando Dinamarca e Groenlândia o ratificarem; o Parlamento dinamarquês faz a primeira leitura em 11 de novembro e a votação final em 19 de novembro, sem necessidade de aprovação do Senado americano. No debate, o partido de oposição Naleraq, principal voz pela independência da Groenlândia, questionou o valor econômico do acordo.

Parlamentares da Groenlândia aprovaram por 16 votos a 0, com sete abstenções, em Nuuk, o acordo entre a ilha, a Dinamarca e os Estados Unidos para reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte. O acordo abre caminho para mais bases dos Estados Unidos na Groenlândia e reduz a tensão com as repetidas declarações de Trump de anexar a ilha, mantendo o território autônomo sob controle dinamarquês. O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que a votação marca outra grande vitória para a segurança nacional norte-americana. O Parlamento dinamarquês deve debater o texto ainda neste mês, e o acordo entra em vigor após concluídos os processos parlamentares do Reino da Dinamarca com a Groenlândia. O primeiro-ministro groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, disse após a votação – “A Groenlândia é o nosso país” – e que a cooperação deve respeitar o povo e os direitos dos groenlandeses.

O Parlamento da Groenlândia aprovou nesta terça-feira o acordo de segurança com Dinamarca e Estados Unidos por 16 votos a favor, nenhum contra e sete abstenções. O texto, assinado em setembro por Donald Trump, pela primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen e pelo primeiro-ministro groenlandês Jens-Frederik Nielsen à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, abre caminho para duas novas bases militares norte-americanas e para o sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”, mantendo a ilha sob controle dinamarquês e reafirmando o direito groenlandês à autodeterminação – em texto da Reuters republicado pelo USA Today. O acordo executivo entra em vigor quando Dinamarca e Groenlândia o ratificarem e não precisa de aprovação do Senado norte-americano; o Parlamento dinamarquês faz a primeira leitura do projeto em 11 de novembro e a votação em 19 de novembro. O presidente do partido de oposição Naleraq, Pele Broberg, disse que a Groenlândia busca um acordo melhor para quando for um Estado independente e que nenhum ganho econômico foi obtido com o texto.

Os Estados Unidos terão uma base para operações antissubmarino perto da brecha GIUK, entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido, sob o acordo de 22 de setembro com a Dinamarca e a Groenlândia, disse à Sputnik Troy Bouffard, diretor do Centro de Segurança e Resiliência do Ártico. O acordo inclui Narsarsuaq como ponte aérea e base no flanco oeste da brecha e uma instalação menor em Mestersvig, para radar e comunicações.

Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, um acordo de segurança que amplia a presença militar norte-americana na ilha. A assinatura ocorreu à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, por Donald Trump, pela primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e pelo primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen. Segundo a Reuters, em despacho publicado pelo The Jerusalem Post, o texto autoriza bases em Narsarsuaq, no sul, e em Mestersvig, no leste, prevê a expansão da base de Pituffik, que serve de alerta antecipado de mísseis, e permite a aeronaves dos Estados Unidos sobrevoar, pousar e operar em qualquer ponto da Groenlândia, incluindo águas territoriais e o espaço submarino. Nenhum país de fora da OTAN poderá manter presença militar “persistente” sem aprovação unânime das três partes. O acordo não tem data de expiração e emenda o tratado de defesa de 1951. Trump afirmou que o acordo dá aos Estados Unidos “controle permanente sobre a segurança e todas as outras necessidades” no território, e que nenhum adversário será autorizado a estabelecer presença militar ali. Frederiksen disse que o texto respeita “a integridade territorial do Reino da Dinamarca, assim como o direito de autodeterminação da Groenlândia”, segundo a Al Jazeera, que ouviu de Nielsen que “é vital manter a OTAN forte”. O acordo encerra meses de impasse aberto quando Trump deixou de descartar força militar ou econômica para anexar a ilha, o que provocou crise diplomática dentro da aliança em janeiro de 2026. A presença militar dos Estados Unidos na Groenlândia encolheu de 17 instalações e mais de 10 mil militares, na Guerra Fria, para cerca de 200 em Pituffik.

Os Estados Unidos e a Dinamarca assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o acordo de segurança para a Groenlândia, e Donald Trump disse que Washington vai construir duas bases militares “muito grandes” no território, segundo o The Guardian e o USA Today. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, e o chefe do governo groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, assinaram com Trump; Frederiksen afirmou que o texto “respeita a soberania e a integridade territorial do Reino da Dinamarca” e o direito groenlandês à autodeterminação. O acordo amplia a presença militar americana sem transferir soberania, proíbe adversários dos Estados Unidos de instalar bases ou investir na ilha sem autorização escrita e não tem data de encerramento, segundo um funcionário do Departamento de Estado citado pelo USA Today. A Reuters informou que Washington pretende reabrir a base de Narsarsuaq, no sul da ilha.

O acordo sobre a Groenlândia entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia será assinado nesta terça-feira, na Assembleia Geral da ONU, e Copenhague afirma que o texto coloca a segurança do Ártico sob a OTAN, segundo a Reuters. O ministro das Relações Exteriores dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, disse à TV2 que “em grande medida seria a OTAN que cuidaria do Ártico”; o conteúdo do acordo não foi divulgado e Donald Trump o descreve como controle “permanente” americano sobre a segurança da ilha.

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