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Tema: Estônia

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Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia pediram em declaração conjunta à Comissão Europeia o encerramento dos tratados de proteção de investimentos com a Rússia ainda vigentes em 17 Estados-membros. Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Estônia, os tratados são usados para influenciar a política da União Europeia (UE) a favor da Rússia e ameaçam a segurança econômica do bloco. O ministério afirma que os textos incentivam o investimento na Rússia e permitem que pessoas sob sanções acionem tribunais internacionais contra Estados-membros e contra a própria UE. O chanceler estoniano, Margus Tsahkna, disse que a tarefa da UE é garantir que “o isolamento internacional da Rússia seja mantido sem concessões”.

Peskov, porta-voz do Kremlin, disse que as acusações da Estônia de que a Rússia estaria por trás do incêndio criminoso numa fábrica militar em Tallinn são infundadas, mal pensadas e não podem ser levadas a sério, segundo a agência TASS. Peskov reiterou que a Rússia seguirá com a sua “operação militar especial” para garantir plenamente os seus interesses nacionais.

O primeiro-ministro da Estônia, Kristen Michal, afirmou que uma investigação do Serviço de Segurança Interna da Estônia (KAPO) concluiu que um incêndio na empresa de defesa Milrem Robotics foi provocado por um ataque incendiário encomendado pelos serviços de segurança russos, segundo o G1. O Kremlin negou envolvimento e chamou a acusação estoniana de infundada, ainda segundo o G1. Segundo a ERR, Michal afirmou ter plena confiança de que o ataque à Milrem, na noite de 15 de agosto, foi uma sabotagem encomendada pelos serviços especiais russos.

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