A Promotoria federal de Nova York acusou cinco equatorianos – entre eles Jacobo Abdala Bucaram-Pulley, filho do ex-presidente Abdalá Bucaram, e o ex-deputado Jaime Estrada Medranda – de conspirar para importar cocaína aos Estados Unidos, escondida em contêineres de atum com destino aos Estados Unidos e à Europa, em anúncio desta quinta-feira. Segundo o procurador Jamie McDonald, os acusados tiveram papel central em transformar o Equador em centro de trânsito de 70% da cocaína que chega aos Estados Unidos e à Europa, ocultando a droga em embarques de uma empresa pesqueira em sociedade com nomes como os de líderes de Los Choneros e Los Lobos; Estrada Medranda e Estrada Bonilla foram detidos em 2 de novembro no Panamá, e Bucaram Pulley e os outros dois acusados em 4 de novembro no Equador.
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Jacobo Bucaram, filho do ex-presidente equatoriano Abdalá Bucaram, foi detido nesta quarta-feira em Guayaquil numa operação internacional com participação de agentes dos Estados Unidos. Os cinco detidos têm notificação vermelha da Interpol e são requeridos pela Justiça dos Estados Unidos por supostos crimes ligados ao narcotráfico, segundo o ministro do Interior, John Reimberg, e ficaram à disposição das autoridades para extradição aos Estados Unidos, com coordenação da Agência de Combate às Drogas (DEA).
Os principais sindicatos do Equador, junto a organizações sociais e indígenas, convocaram para esta quinta-feira uma manifestação contra as políticas do presidente Daniel Noboa, segundo o Página/12.
A Agência France-Presse (AFP) identificou obras de grande porte perto da pista da base aérea de Taura, no Equador, cerca de 20 voos militares americanos entre junho e meados de outubro e documentos que mencionam a presença de tropas dos Estados Unidos. A expansão ocorre menos de um ano depois de os equatorianos rejeitarem, em referendo, a instalação de bases militares estrangeiras no país.
O governo argentino confirmou que o senador Flávio Bolsonaro atravessou a fronteira brasileira na noite de terça-feira (27/10) e embarcou em um avião particular com destino ao Equador, segundo a Opera Mundi. Quarenta minutos depois, às 23h30, o senador, a esposa e as duas filhas embarcaram em Puerto Iguazú em um Gulfstream G400 da empresa Baires Fly, com destino informado a Guayaquil, segundo o Brasil de Fato. De Guayaquil, o jatinho decolou às 6h22 no horário de Brasília, com previsão de chegada ao aeroporto executivo de Opa-locka, em Miami, por volta das 10h40, segundo o site de monitoramento aéreo FlightAware, citado pelo Brasil de Fato.
Flávio Bolsonaro e três familiares foram registrados pela Migração argentina cruzando a fronteira às 22h50 de terça-feira, segundo o G1 – o acréscimo sobre a saída do Brasil, os vistos dos Estados Unidos (EUA) e o cancelamento dos passaportes já publicados no Fluxo. Às 23h30, o grupo embarcou num voo privado da Baires Fly com destino declarado de Guayaquil, no Equador. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que aprovaria a ida de Flávio aos EUA: “Bem, eu aprovaria. Acho que eles são boas pessoas. A eleição foi muito estranha, e achei que foi terrível”.
Chuvas fortes provocaram enchentes em Guayaquil, a maior cidade do Equador. Os rios Pilco, Tenguel e Balao transbordaram em 25 e 26 de outubro, alagando casas e ruas na paróquia de Tenguel, em Guayaquil e no cantão de Balão, na província de Guayas, e causando fechamento de estradas, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A Secretaria Nacional de Gestão de Riscos (SNGR) registrou 24 eventos adversos em seis províncias em 24 horas e 11 corpos d’água transbordando em Guayas e El Oro, segundo a OPAS.
Horas depois da prisão preventiva da líder opositora e ex-candidata presidencial Luisa González, seu partido, a Revolução Cidadã, convocou nesta quinta-feira (22/10) uma mobilização em todo o Equador pela sua libertação.
A polícia do Equador prendeu nesta quinta-feira (22) a ex-candidata presidencial Luisa González, principal adversária política do presidente Daniel Noboa, e a Procuradoria-Geral do país ordenou a prisão preventiva dela por suposto crime de lavagem de dinheiro, segundo o G1 e o Opera Mundi. González é do partido Revolução Cidadã. Segundo o Opera Mundi, as investigações estariam baseadas no depoimento de Estefanía Molina Freire, que teria trabalhado na gestão financeira da campanha presidencial de 2023 e alega o recebimento de recursos ilícitos de “fontes da Venezuela”, entre US$ 300 mil e US$ 500 mil.
16 pescadores equatorianos foram bombardeados em 17 de março, a cerca de 170 milhas náuticas das ilhas Galápagos, em uma operação pela qual se aponta a Agência Central de Inteligência (CIA), segundo a BBC News Mundo. O barco, o Negra Francisca Duarte II, voltava ao porto de Manta quando dois drones se aproximaram, e as explosões feriram tripulantes e incendiaram a embarcação; o Le Monde relata os pescadores como vítimas colaterais das bombas estadunidenses, e um deles lamenta a perda da barca da família: “Esta barca era a herança do meu pai, nosso ganha-pão. O que vou fazer agora?”
Os Estados Unidos enviaram drones MQ-9 Reaper para a América do Sul, revelou o The New York Times nesta terça-feira, em texto do G1, para operações de combate ao narcotráfico na região. Segundo autoridades ouvidas pelo jornal, os drones foram redirecionados da África para a Colômbia e o Equador, sem detalhes sobre quantos equipamentos foram enviados a cada país.
O Equador recebeu na última semana de setembro duas unidades do drone MQ-9A Reaper, que chegaram a Guayaquil a bordo de um C-5M Super Galaxy, segundo o Infodefensa. Os dois aparelhos já estão desdobrados na Base Aérea de Taura, na província de Guayas, para missões persistentes de inteligência, vigilância e reconhecimento contra o narcotráfico e o crime organizado. A Colômbia acertou com os Estados Unidos receber três MQ-9A Reaper por empréstimo, segundo o Colombia One, para vigilância e inteligência contra o narcotráfico e grupos armados.
A Rússia diz que uma unidade de mercenários do Equador chegou a Kharkov para contra-ataques na região de Kazachya Lopan e Goptovka, onde cerca de 16.500 mercenários serviriam hoje nas Forças Armadas ucranianas, segundo a TASS citando agências russas de segurança.
O governo de Donald Trump revogou os vistos de 27 autoridades e ex-autoridades da Bolívia, da Colômbia, do Equador e do Peru e de seus familiares, segundo o G1. Segundo o Departamento de Estado estadunidense, as medidas envolvem autoridades desses países e fazem parte de uma ofensiva contra corrupção e narcotráfico. A Associated Press informou que os Estados Unidos (EUA) revogaram os vistos do procurador-geral da Bolívia e de outras autoridades latino-americanas, em texto republicado pelo Gate News.