O porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), brigadeiro Hossein Mohebbi, anunciou planos de revelar um novo complexo subterrâneo de produção de mísseis e disse que a fabricação e o desenvolvimento de armas do Irã seguirão ininterruptos, mesmo sob bombardeio inimigo. Segundo Mohebbi, o inimigo subestimou a capacidade do país de repor seus estoques de mísseis e drones, ao supor que o número de armas lançadas indicaria por quanto tempo as capacidades militares iranianas se sustentariam.
Tema: Dissuasão
O porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), Hossein Mohebbi, disse em entrevista coletiva em Teerã que o teto autoimposto ao alcance dos mísseis iranianos foi suspenso e que o país vai demonstrar a capacidade na prática, em vez de apenas fazer declarações. Segundo ele, a força transferiu as linhas de produção de mísseis e drones da superfície para instalações subterrâneas, o que permitiria manter a fabricação mesmo sob bombardeio, e anunciou uma “cidade subterrânea de mísseis” que seria apresentada, conforme a agência semioficial Tasnim.
A Finlândia estuda a experiência da guerra na Ucrânia e considera construir fortificações antitanque na fronteira com a Rússia, segundo a Bloomberg, que ouviu o comandante do Exército finlandês, tenente-general Pasi Valimaki. Valimaki questionou a durabilidade dessas obras diante do clima do país: se os finlandeses cavarem valas e obstáculos tão profundos quanto os da Ucrânia, quanto tempo levaria até o ambiente transformá-los em lagos artificiais? Para ele, o Exército finlandês, na ala leste da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), deve ser capaz de atingir lançadores de mísseis e drones antes que possam ser usados contra território finlandês.
Um assessor da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) afirmou que as forças dos Estados Unidos recuaram seus ativos navais mais de 1.000 quilômetros das fronteiras do Irã, declaração publicada pelo Tehran Times, veículo estatal iraniano.
O deputado iraniano Hosseinali Haji Deligani, representante de Shahin Shahr, disse à agência Tasnim que qualquer novo ataque dos Estados Unidos ou de Israel pode provocar uma resposta com mísseis que alcancem a Europa e que isso levará o preço do petróleo a cruzar o patamar de US$ 150 o barril. Ele classificou o bloqueio naval americano ao Irã como “uma forma de guerra” e disse que as forças iranianas atacarão “no momento apropriado”, segundo o Middle East Eye.
A mídia estatal chinesa exibiu na quinta-feira mísseis da série Dongfeng, entre eles o DF-61, com capacidade nuclear e alcance intercontinental, e o DF-100, míssil de cruzeiro supersônico de longo alcance raramente mostrado, para marcar um aniversário importante. Oito avisos aos navegantes aéreos emitidos na quarta-feira delimitaram quatro áreas de perigo temporárias no norte e no noroeste da China para quinta-feira, o que apontava para um possível teste de míssil balístico intercontinental pela força de foguetes, conforme post do fórum Sino Defence. Os avisos não especificaram a finalidade, e o South China Morning Post afirmou não poder verificar de forma independente posts de redes sociais que sugeriram um teste de míssil balístico intercontinental seguido de interceptação de meio curso. O dia 5 de novembro marcou o 66º aniversário do primeiro lançamento bem-sucedido do DF-1, míssil balístico de curto alcance superfície-superfície, em 1960, a partir do sítio de Jiuquan.
Ali Akbar Velayati, assessor do Líder Supremo iraniano para assuntos internacionais, disse em artigo no jornal Ettelaat que, se Trump cruzar as linhas vermelhas iranianas perto das fronteiras do país, “quebraremos a perna dele”, segundo a Tasnim. A advertência refere-se à aprovação pelo Parlamento armênio do projeto “Trump Route” (TRIPP), o corredor de Zangezur que ligaria o Azerbaijão a Nakhchivan sem postos de controle armênios, ao qual o Irã se opõe. Velayati disse ainda ter avisado o embaixador armênio em Teerã de que o Irã se considera responsável pela segurança do Cáucaso do Sul “com ou sem a Rússia”.
O governo japonês estuda declarar explicitamente uma exceção aos seus três princípios não nucleares na Estratégia de Segurança Nacional a ser revisada até o fim do ano, medida que aparentemente busca reforçar a eficácia da dissuasão nuclear americana que protege o Japão, segundo uma fonte a par do assunto. A opção principal em análise é dizer no documento que o Japão permitiria a entrada de armas nucleares no país em situação de emergência, retomando uma posição exposta por um ministro das Relações Exteriores no Parlamento em 2010 e endossada por governos sucessivos, inclusive o da primeira-ministra Sanae Takaichi. O governo tende a manter os três princípios sem revisão, e a redação final deverá ser negociada entre o Partido Liberal Democrata (PLD), parte de cujos membros resiste a mexer nos princípios, e o parceiro de coalizão Partido da Inovação do Japão, mais favorável à mudança. No mês passado, Takaichi disse em comissão parlamentar que havia “espaço para consideração” sobre como os próximos documentos de segurança devem tratar a dissuasão ampliada americana.
Um satélite militar russo se aproximou a cerca de 1 km do satélite X36, da finlandesa ICEYE, em meados de outubro – alguns analistas falam em poucas centenas de metros, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Straits Times. O subsecretário de Estado dos Estados Unidos, Thomas DiNanno, afirmou que o satélite russo manobrava “intencionalmente” perto de um satélite comercial, em conduta “consistente com operações de armas em órbita”, e o analista Greg Gillinger, da Integrity ISR, disse que o encontro “parece um ensaio de ataque” – a postura mais agressiva que ele já viu da Rússia contra satélites de outro país. Dois satélites russos irmãos derivam agora em direção à órbita de outro satélite da ICEYE, o X37, que fornece imagens de radar a governos e militares ocidentais, incluindo a Ucrânia – embora o comandante do comando espacial da Alemanha, major-general Michael Traut, advirta que a capacidade de manobra não prova por si só um preparo de ataque.
O ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, voltou a pedir, em seminário em Tóquio na terça-feira, discussão sobre a revisão dos Três Princípios Não Nucleares e defendeu considerar a introdução de submarinos de propulsão nuclear, segundo o Kyodo News. Koizumi disse que é preciso criar um ambiente em que as políticas de segurança necessárias possam ser discutidas de forma aberta e franca, sem preconceitos, e que, conforme o país revisa seus três documentos de segurança até o fim do ano, a sociedade como um todo deve construir uma compreensão comum sobre a ameaça nuclear. Os três princípios determinam que o Japão não possui, não produz e não permite a introdução de armas nucleares, e a Estratégia de Segurança Nacional em vigor afirma que essa política permanece inalterada. A primeira-ministra Sanae Takaichi disse ao Parlamento em outubro que o governo aprofundaria “considerações concretas e realistas” sobre a possível introdução de submarinos nucleares para as Forças de Autodefesa.
Uma unidade de defesa antiaérea do Exército de Libertação Popular (ELP) interceptou pela primeira vez dois novos tipos de mísseis simultaneamente durante um exercício, incluindo um que mudou de direção em pleno voo, segundo a televisão estatal chinesa. O sistema empregado foi o HQ-9B, do “Shenwei Missile Battalion” da Força Aérea do Comando do Teatro Central, conforme a CCTV; os alvos incluíam mísseis balísticos e um míssil que mudou de direção subitamente durante o voo.
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, ordenou no sábado às Forças Armadas uma resposta “imediata, efetiva e sem limites geográficos” a qualquer ameaça dos Estados Unidos e de Israel, segundo a agência EFE, em texto republicado pelo swissinfo.ch.
A Coreia do Norte testou em 2 de novembro uma ogiva de dispersão para míssil de cruzeiro estratégico, segundo a mídia estatal. A KCNA afirmou que a ogiva de dispersão de médio porte pode reduzir a cinzas uma área de 5 a 6 hectares, em lançamento de 2 de novembro que veio um dia depois do teste de ogivas de fragmentação, em meio ao aumento da tensão com Seul após a explosão de uma mina terrestre ferir três soldados sul-coreanos na fronteira.
O presidente da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, advertiu os EUA de uma resposta devastadora das Forças Armadas se o Irã for atacado.
O porta-voz do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), o general de brigada Hossein Mohebbi, disse que identificar novos alvos e planejar operações em áreas geográficas mais amplas entrou na agenda da corporação, segundo o Tehran Times. O Irã advertiu que qualquer nova guerra com os Estados Unidos (EUA) poderia durar mais que a rodada anterior, depois que o presidente Donald Trump disse que ainda precisa “cuidar” de mais alvos, segundo o Middle East Eye.
Um assessor sênior do líder da Revolução Islâmica, Mohammad Mokhber, disse em publicação deste domingo no X que o Irã está mudando “rapidamente” sua doutrina de defesa e não limitará mais a retaliação a ataques contra os ativos regionais dos agressores, segundo o Mehr News. “A geografia da ameaça já não determina a geografia da resposta”, escreveu ele em farsi. O Mehr News informou também que, no sábado, o aiatolá Khamenei orientou a cúpula militar do país a se preparar para dar uma resposta rápida e poderosa a qualquer ameaça, “sem qualquer limitação geográfica”.
A Administração de Mísseis da Coreia do Norte testou no sábado uma ogiva de bomba de fragmentação para mísseis balísticos táticos, em avaliação da adaptabilidade de combate e da potência do armamento, segundo a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA). Os institutos de pesquisa da administração afirmaram que a ogiva de fragmentação Standard Type 2 é capaz de reduzir a cinzas uma área de 12 a 13 hectares com sua potência de maior densidade, conforme a KCNA. O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul disse no domingo que o míssil foi disparado em direção ao Mar Amarelo a partir de uma área próxima ao condado de Chongju, no noroeste do país, e que, sob compartilhamento de informações com os Estados Unidos, acompanhou atividades relacionadas antes do lançamento e manteve postura de prontidão.
O ministro da Defesa do Irã, Mehrdad Akhlaghi, disse que o país está comprometido a reforçar a prontidão de combate e a garantir resposta imediata, efetiva e proporcional a qualquer ameaça, em qualquer lugar, sem limites geográficos. O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Mohsen Rezaei, advertiu que qualquer ataque ao Irã será respondido com golpes devastadores, com armas novas e modernas, e disse que Teerã segue aberto à diplomacia se suas sete condições forem cumpridas.
A ogiva de fragmentação que a Coreia do Norte testou no sábado para o seu míssil balístico tático pode devastar uma área de 12 a 13 hectares com densidade ultra-alta, segundo institutos de pesquisa citados pelo TRT World. A ogiva padrão Tipo-2 foi avaliada num teste conduzido pela Administração de Mísseis para medir a eficácia em combate e a extensão do dano que pode infligir, informou a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, falou por telefone com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no sábado, depois de discutir com comandantes militares opções para retomar grandes operações de combate, segundo o Wall Street Journal, em reportagem do Jerusalem Post. Em Atlanta, o secretário de Estado, Marco Rubio, disse que Trump não tomou decisão sobre novos ataques ao Irã, em meio a negociações de paz paradas.
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) disse que, até 31 de outubro, suas forças redirecionaram 144 navios comerciais para garantir o cumprimento do bloqueio naval contra o Irã. Em publicação no X, o Centcom afirmou que as embarcações foram redirecionadas “para garantir o cumprimento” e que o porta-aviões George Washington apoia a aplicação do bloqueio, segundo o Middle East Eye.
A Administração de Mísseis da Coreia do Norte testou em 31 de outubro uma ogiva de bomba de fragmentação destinada a mísseis balísticos táticos, segundo a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA). O teste avaliou a adaptação ao combate e a potência da ogiva. A agência afirma que a ogiva Standard Type 2 é capaz de reduzir a cinzas uma área de 12 a 13 hectares com sua potência de densidade máxima. Analistas citados pela Reuters dizem que os testes podem fazer parte dos esforços de modernização do Exército norte-coreano, que ganhou experiência em guerra moderna ao enviar tropas para a guerra da Ucrânia ao lado da Rússia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Straits Times.
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, ordenou aos comandantes que atualizassem a lista de alvos do país para incluir “todos os tipos de ativos tangíveis e intangíveis pertencentes ao inimigo americano-sionista”, segundo a France 24. Na reunião com os principais comandantes militares, ele afirmou que “qualquer nível ou tipo de ameaça deve ter resposta imediata, de impacto e sem restrição geográfica”. O secretário de Estado dos Estados Unidos (EUA), Marco Rubio, disse em entrevista coletiva na conferência do G20 em Atlanta, na Geórgia, que Trump ainda não decidiu sobre novos ataques: “Podemos alcançar objetivos militares se quisermos. Ele não tomou uma decisão. Não tenho anúncio a fazer hoje, e não tratamos nada disso com leveza.” O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que “atualmente não há planos de reuniões com autoridades americanas”.
O comandante do Exército dos Estados Unidos (EUA) no Pacífico, general Ronald Clark, afirmou que a janela de 2027 para uma possível invasão chinesa de Taiwan segue válida como referência de prontidão. “A questão é: a janela ainda é válida? A resposta para nós é sim”, disse ele na terça-feira em uma conferência do setor no Havaí, segundo o Breaking Defense; segundo o comandante, o Exército do Pacífico posiciona equipamentos, material e pessoal de forma rotacional na primeira e na segunda cadeias de ilhas a oeste da linha internacional de data, com a meta de estar pronto até 2 de abril de 2027.
Mojtaba Khamenei reuniu-se com comandantes das Forças Armadas do Irã e emitiu o que seu gabinete chamou de ordens “importantes e estratégicas”, segundo o Middle East Eye. Ele também ordenou ao Exército preparar “uma resposta imediata, de impacto e sem restrição geográfica” caso os inimigos retomem os ataques, e que o Irã vai determinar o momento e os termos para encerrar novos conflitos, segundo o Jerusalem Post. A ordem também manda a Guarda Revolucionária atualizar a lista de alvos para colocar “todos os ativos tangíveis e intangíveis” dos Estados Unidos e de Israel ao alcance das forças armadas, segundo o jornal.
O líder interino da oração de sexta-feira em Teerã, Mohammad Javad Haj Ali Akbari, descreveu os apelos para revisar a doutrina nuclear do Irã como uma demanda nacional crescente, enraizada na experiência da população com a conduta do Ocidente e na necessidade de reforçar a dissuasão, segundo o Tehran Times. Ele citou pesquisas anteriores em que mais de 70% dos entrevistados apoiaram a revisão da doutrina. O clérigo disse que a decisão final cabe ao Líder e pediu que universidades e especialistas elaborem estudos e propostas.
O vice-coordenador da Marinha do Irã afirmou que a Marinha iraniana atingiu o porta-aviões USS Abraham Lincoln com um míssil de cruzeiro estratégico durante a guerra de 40 dias do Ramadã, segundo o Tehran Times. Segundo ele, o navio interrompeu as operações aéreas por três dias após o ataque antes de se afastar da costa do Irã.
Dez aviões de transporte da Força Aérea dos Estados Unidos chegaram a bases israelenses no sul de Israel como parte de um comboio aéreo maior no Oriente Médio, segundo a KAN News, em texto publicado pelo Jerusalem Post. As aeronaves vieram da base de Fort Bliss, no Texas, e levariam sistemas de defesa aérea para proteger ativos regionais, segundo a KAN, e o chefe do Comando Central dos Estados Unidos, almirante Brad Cooper, apresentou a Trump opções militares para o Irã, segundo o Wall Street Journal, em texto publicado pelo Jerusalem Post. Uma fonte israelense disse à KAN que os Estados Unidos e Israel se coordenam de perto e se preparam para qualquer decisão de Trump, ainda sem decisão tomada.
O presidente Vladimir Putin disse que o Ocidente fracassou em seu objetivo de infligir uma derrota estratégica a Moscou e que dificilmente conseguirá até 2030, em entrevista coletiva após a cúpula Rússia-África, segundo a agência estatal russa TASS. Putin afirmou que muitos falam apenas em se preparar para a guerra até 2030 e que a Rússia está preparada, mas não quer nenhum tipo de guerra com a Europa.
A Coreia do Norte disparou cerca de dez mísseis balísticos de curto alcance em direção ao mar na costa leste na quinta-feira, lançados por volta das 12h30 (horário local) na região de Wonsan e com percurso de cerca de 250 km, informou o Estado-Maior Conjunto (JCS) da Coreia do Sul, segundo o G1. O Estado-Maior sul-coreano disse que analisa outras especificações em coordenação com os Estados Unidos, segundo a Yonhap. O lançamento ocorre cerca de uma semana depois de Seul propor conversas militares com Pyongyang, em meio a tensões pela explosão de mina terrestre de 21 de setembro que feriu três soldados sul-coreanos, informou a Yonhap.
A Rússia disparou na quarta-feira, 28, um míssil balístico RSM-56 Bulava de um submarino nuclear Generalissimo Suvorov que estava no mar de Okhotsk, informou o Ministério da Defesa russo, segundo o G1. O míssil pode carregar ogiva nuclear de focos múltiplos.
A Coreia do Norte lançou mais de 10 mísseis balísticos de curto alcance em direção ao Mar do Leste na quinta-feira, segundo o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul. O Exército sul-coreano disse ter detectado os lançamentos na região de Wonsan por volta das 12h30. O governo do Japão informou que o suposto míssil norte-coreano já caiu, segundo a Kyodo News.
Vladimir Putin elogiou o gênio de Elon Musk e disse estar em contato com o acionista controlador da Starlink, enquanto a Rússia desenvolve comunicações por satélite próprias para uso militar contra a Ucrânia, segundo o The Guardian. “Estamos em contato próximo com nossos parceiros americanos – inclusive o sr. Musk – porque é muito importante, em órbita, não atrapalhar uns aos outros e manter um certo nível de disciplina e ordem”, disse ele.
O submarino nuclear estratégico Generalissimo Suvorov, da Frota do Pacífico, lançou em teste um míssil balístico intercontinental Bulava a partir de posição submersa no Mar de Okhotsk contra o campo de Chizha, na região de Arkhangelsk, segundo o Ministério da Defesa da Rússia citado pela TASS. O lançamento ocorreu conforme o plano de treinamento de combate, com a tripulação do submarino estratégico classe Borei-A Projeto 955A, segundo o ministério.
O ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, disse ao secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, que o Japão planeja reforçar a “denial defense”, segundo a Kyodo News. No encontro, os dois discutiram produção de munições e a estratégia que os dois governos chamam de “deterrence through denial”, à margem da cúpula de chefes de defesa da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), nas Filipinas, segundo o Japan Times.
Donald Trump descreveu o cessar-fogo do verão com o Irã como perda de tempo, segundo a TASS. Na segunda-feira, ele declarou que cessar-fogos anteriores com o Irã foram ineficazes, deixando de lado esforços prévios de desescalada. O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã entrou em vigor em abril e foi formalizado e prorrogado pelo Memorando de Islamabad, de 60 dias, assinado em junho, antes de colapsar em julho.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pressionou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a realizar um ataque conjunto ao Irã antes da eleição israelense, e Trump não deu sinal verde, segundo a CNN, em relato reproduzido pelo Israel Hayom. O gabinete de Netanyahu rejeitou a reportagem e a classificou como fake news, segundo o Israel National News.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, publicou no domingo um vídeo em que advertiu o Irã e seus aliados de que sofreriam golpes desproporcionais se tentassem perturbar as eleições, segundo o Middle East Eye. Há indícios de inteligência de que o Irã e aliados poderiam atacar para perturbar a eleição de 27 de outubro, segundo o Iran International.
A França articula com aliados um plano de dissuasão avançada com criação de novas infraestruturas, comunicações, alerta precoce, partilha de inteligência e desdobramentos de Rafale com capacidade nuclear, ao qual Reino Unido, Alemanha, Polônia, Holanda, Bélgica, Finlândia, Noruega, Suécia e Dinamarca aderiram em graus variados desde março, segundo o Jerusalem Post.
Donald Trump disse que tem uma decisão a tomar sobre o Irã: “acabar com aquilo de vez, o que seria muito fácil, ou fechar um acordo”, segundo o Hindustan Times. O presidente afirmou que todos os sítios nucleares iranianos estão sob vigilância e que, se houver qualquer movimento no local, os Estados Unidos sabem exatamente o que fazer: “mas não haverá”.
O Japão estuda incluir nos três documentos centrais de segurança, que serão revisados, o estudo e a pesquisa da possibilidade de introduzir um submarino de propulsão nuclear, segundo o The Japan Times. O governo japonês avalia iniciar uma investigação sobre se deve adquirir submarinos de propulsão nuclear como parte da próxima atualização periódica da estratégia de defesa, segundo o Nikkei Asia.
O Irã disse neste sábado que “não permitiremos, em nenhuma circunstância e em nenhum momento, que navios militares enferrujados dos Estados Unidos (EUA) entrem no Golfo Pérsico” e que, se for atacado, “alcançará vitória absoluta nesta guerra apocalíptica”, segundo o The Hindu. A frase sobre a guerra apocalíptica foi atribuída à TV estatal Press TV. As declarações de oficiais militares iranianos vieram depois de a mídia dos EUA e de Israel noticiar que os dois países elaboraram planos para retomar os ataques à República Islâmica.
Kim Jong-un pediu ao Exército da Coreia do Norte que treine para se tornar a força armada mais forte do mundo, em reunião de dois dias com comandantes de companhia em Pyongyang, segundo a mídia estatal, em relato do South China Morning Post.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que o país pode lançar “outro pequeno Epic Fury” contra o Irã, referência à operação militar israelo-estadunidense que deu início à guerra com o Irã no fim de fevereiro, segundo a France 24. “Podemos fazer outro pequeno Epic Fury”, disse Trump em um comício na Flórida, ao falar sobre a guerra.
A França e o Reino Unido realizaram a primeira simulação conjunta de ataque aéreo nuclear, com caças Rafale franceses numa missão simulada chamada “Rummy”, escoltados por Typhoon da Real Força Aérea britânica, segundo o Times of Israel. O exercício ocorre enquanto Paris e Londres aprofundam a coordenação nuclear em meio à crescente tensão com a Rússia.
O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) do Irã anunciou que prepara a revelação de uma nova arma apelidada de “Pai de Todas as Bombas”, em resposta a ameaças dos Estados Unidos (EUA) de usar a mais potente bomba convencional contra instalações nucleares iranianas, dizendo por meio do porta-voz Hossein Mohabi estar nos estágios preparatórios da revelação, segundo o Jerusalem Post, que cita o Young Journalists Club. Autoridades de defesa dos EUA prepararam uma série de opções para o presidente considerar enquanto avalia escalada militar no Irã, disseram fontes ao ABC News, segundo a ABC News.
Os Estados Unidos e Israel traçaram planos de novos ataques ao Irã para depois das eleições legislativas de 3 de novembro, segundo o New York Times em texto republicado pelo Times of Israel, com alvos prováveis em instalações de energia, instalações nucleares e arsenais de mísseis e drones – o detalhe novo depois dos relatos de veto estadunidense e de voos até a fronteira. O secretário de Defesa estadunidense Pete Hegseth se reuniu com o premiê Benjamin Netanyahu em Israel nesta semana para discutir os novos ataques, segundo o Jerusalem Post.
Dezenas de caças da Força Aérea de Israel voaram na segunda-feira até a fronteira do Irã, segundo autoridades israelenses e estadunidenses citadas pelo Axios. Israel avisou Washington com antecedência e descreveu a operação como exercício de treinamento voltado à “projeção de poder”, destinado a dissuadir o Irã de atacar antes da eleição da próxima semana, segundo o Axios. O Times of Israel registrou o mesmo aviso prévio a Washington, descrito como exercício militar e demonstração de força.
O Pentágono está enviando o grupo de ataque do porta-aviões USS Theodore Roosevelt e o 13º Grupo Expedicionário de Fuzileiros ao Oriente Médio, segundo duas autoridades estadunidenses ouvidas pela Fox News, em relato reproduzido pelo Jerusalem Post. De acordo com a reportagem, o grupo de porta-aviões deve chegar à região até o fim de novembro.
Kim Yo-jong disse que a liderança militar da Coreia do Norte estuda ampliar o desdobramento de meios táticos de ataque perto de toda a fronteira sul e retomar transmissões por alto-falantes contra a Coreia do Sul, como medidas “preventivas e de supressão” para qualquer contingência, segundo o Korea Herald. Ela acusou o Exército sul-coreano de 2.870 transmissões de alerta e de disparos de advertência em 201 ocasiões entre 1º de agosto e 17 de outubro. O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que os avisos são feitos por alto-falantes menores instalados em postos de guarda sul-coreanos e usados em operações militares voltadas ao Norte.
O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, disse no sábado que Taiwan busca dissuadir a guerra ampliando seu gasto em defesa. No discurso do Dia Nacional, ele afirmou que o objetivo do aumento do investimento em defesa nacional é dissuadir a guerra e não provocá-la, segundo o Japan Times.
A Coreia do Norte disse ter realizado na quinta-feira um teste subaquático de um novo sistema de torpedo, segundo a agência estatal KCNA, em relato do South China Morning Post, que descreveu o teste como um sucesso e um passo significativo no desenvolvimento naval do país. A KCNA disse que a inteligência artificial foi usada na detecção e na guiagem de alvos do novo torpedo guiado de precisão e alta velocidade, cuja tecnologia de propulsão foi verificada em mais de 180 testes nos últimos cinco anos.
O porta-voz do Exército iraniano, brigadeiro-general Mohammad Akraminia, disse na sexta-feira que o país tem novos planos operacionais em curso que vão forçar as forças navais dos Estados Unidos (EUA) a se afastar ainda mais da costa iraniana nos próximos dias, segundo a West Asia News Agency (WANA).
Os Estados Unidos conversam com a Rússia e a China sobre um caminho para a desnuclearização, disse o presidente Donald Trump. Trump afirmou que os Estados Unidos e a Rússia têm cada um mais de 4.000 ogivas e que a China, com cerca de 620, pode alcançá-los em cinco anos.
O chefe do Comando Espacial dos Estados Unidos (EUA), general Stephen Whiting, disse que um conflito internacional no espaço é possível e que o país precisa, por isso, ampliar seus arsenais, segundo a TASS, em texto publicado pelo Axios. Whiting apontou lacunas críticas no arsenal e citou como exemplo a autoproteção dos ativos de alto valor em órbita.
O comandante supremo aliado na Europa, o general Alexus Grynkewich, disse no Fórum de Segurança de Varsóvia que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) destruiria “qualquer coisa e tudo” caso alguém fosse “tolo o bastante” para atacar a aliança, que bloquearia o ataque inicial, conteria uma ofensiva persistente e, se necessário, quebraria as forças e o sistema de guerra inimigos, sem citar a Rússia pelo nome, segundo a Al Jazeera.
A Marinha dos Estados Unidos (EUA) pretende embarcar em seus caças baseados em porta-aviões um míssil hipersônico de custo relativamente baixo, arma que pode representar um novo desafio às defesas aéreas que protegem navios de guerra e instalações militares costeiras da China, segundo especialistas ouvidos pelo South China Morning Post. A Marinha concedeu US$ 200 milhões esta semana para a produção dos mísseis hipersônicos Blackbeard de baixo custo, que serão empregados nos caças embarcados. Segundo a Marinha, em comunicado citado pelo United States Naval Institute (USNI) News, o Blackbeard é uma arma de ataque hipersônica lançada do ar que dá aos caças de ataque embarcados uma opção de ataque responsiva, de longo alcance e alta velocidade contra alvos marítimos e terrestres.
O comandante supremo aliado na Europa, o general Alexus Grynkewich, disse que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) é deliberadamente ambígua sobre o que acionaria o Artigo 5, em entrevista à TVP World, da Polônia, segundo a TASS. Segundo ele, a aliança também pode invocar “outros artigos” se necessário, incluindo o Artigo 4, que prevê consultas no Conselho da OTAN quando um Estado-membro considera sua segurança ameaçada.
O embaixador iraniano na Rússia, Kazem Jalali, chamou de fantasia e retórica de campanha as alegações do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, de que o Irã pode destruir Los Angeles e San Diego, segundo a TASS. Jalali afirmou que a doutrina militar do Irã é clara, responsável e baseada em defesa e dissuasão, e que o país nunca iniciou guerras, conforme a mesma fonte.
Os Estados Unidos terão uma base para operações antissubmarino perto da brecha GIUK, entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido, sob o acordo de 22 de setembro com a Dinamarca e a Groenlândia, disse à Sputnik Troy Bouffard, diretor do Centro de Segurança e Resiliência do Ártico. O acordo inclui Narsarsuaq como ponte aérea e base no flanco oeste da brecha e uma instalação menor em Mestersvig, para radar e comunicações.
O comando militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) elaborou um novo plano de defesa para o flanco leste da aliança, com foco em drones e inteligência artificial, a ser apresentado em 12 de outubro ao comandante supremo aliado na Europa, Alexus Grynkewich, segundo a TASS. O chefe do Comitê Militar da OTAN, Giuseppe Cavo Dragone, disse que o plano, batizado “Theory of Victory”, busca garantir que a guerra nunca comece, porque quem ameaça a aliança está convencido de não iniciá-la, e não é dirigido contra a Rússia, segundo a TASS, a partir de entrevista à La Repubblica.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, acusou o presidente francês, Emmanuel Macron, de duplo padrão sobre dissuasão nuclear, segundo a Mehr News. Em publicação no X, Baghaei citou uma fala de Macron durante um teste de míssil balístico capaz de levar ogiva nuclear, de que, para ser livre, é preciso ser temido, e, para ser temido, é preciso ser poderoso. Segundo Baghaei, Macron afirma sobre o Irã, que nunca buscou adquirir armas nucleares, que o país “jamais deve possuir armas nucleares. Nem hoje, nem em cinco anos, nem em dez anos. Nunca”.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) fará seu exercício anual de dissuasão nuclear Steadfast Noon a partir de 13 de outubro de 2026, na Itália, com 17 países e sem armas reais, segundo a própria aliança. As manobras vão de 13 a 23 de outubro, com 17 Estados-membros, conforme a RT.
A França testou na terça-feira pela primeira vez o novo míssil balístico M51.3 com capacidade nuclear, variante do M51, lançado do submarino nuclear Le Vigilant na costa da Bretanha, segundo o Ministério da Defesa francês. O míssil não levava ogiva e caiu no Atlântico Norte, a centenas de quilômetros de qualquer costa. O presidente Emmanuel Macron fez uma aparição inesperada no lançamento, segundo o Le Monde.
O parlamento da Lituânia aprovou nesta terça-feira, em primeira leitura, uma emenda constitucional que retira da Constituição a proibição de armas de destruição em massa, informou a LRT. A votação teve 106 votos a favor, 18 contra e seis abstenções. A votação final não pode ocorrer antes de pelo menos três meses. A TASS descreveu a votação como a remoção da proibição de implantação de armas nucleares no país.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que os EUA retiraram os bombardeiros de RAF Fairford por causa de “algumas ameaças” à base, segundo a BBC. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que o país mantém plena confiança na segurança de todas as suas bases e que as autoridades britânicas têm cooperado desde o incidente.
O Paquistão, a Arábia Saudita e a Turquia decidiram implementar de imediato os compromissos de defesa coletiva, com o envio rápido de forças e capacidades militares acordadas para a Arábia Saudita, segundo o Times of India. O ministro da Defesa saudita, Khalid bin Salman, disse que o comitê da aliança concordou em ativar medidas de dissuasão coletiva em resposta aos ataques do grupo houthi. O Paquistão e a Turquia anunciaram apoio militar à Arábia Saudita após reunião de emergência do comitê da aliança, em comunicado conjunto dos três chanceleres, segundo o Middle East Eye.
A Turquia informou que o Comitê Estratégico Político e de Defesa do pacto de defesa de Meca, do qual participam Turquia, Arábia Saudita e Paquistão, se reúne em Riad na segunda-feira, segundo o Middle East Eye. O encontro vai tratar dos desdobramentos recentes na região e do estágio alcançado pelos esforços de institucionalização da aliança, segundo o comunicado do ministério turco. O chanceler Hakan Fidan vai a Riad com o ministro da Defesa e o chefe do Estado-Maior para a reunião do comitê do pacto de defesa de Meca, uma aliança formada em agosto com o Paquistão e a Arábia Saudita, segundo a Anadolu Agency.
O porta-voz Esmaeil Baghaei disse que o Irã conhece a proposta russa de transferir urânio enriquecido para a Rússia, mas decidirá com base nos interesses nacionais, segundo a TASS. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou em 1º de outubro que a proposta de Moscou seguia na mesa.
O porta-voz do Exército do Irã, o brigadeiro-general Mohammad Akraminia, afirmou que o país vai ampliar o alcance e a velocidade dos seus mísseis, justificando a decisão com o argumento de que o inimigo agora opera mais longe da costa, a distâncias de até 1.000 km. O arsenal iraniano atual, segundo a Sputnik, tem sobretudo mísseis de até 2.000 km.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que as elites iranianas mantêm discussões sérias sobre a possibilidade de o país deixar o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), informou a TASS. Segundo ele, Teerã continua cumprindo todas as suas obrigações do tratado por ora, e o ministério acatará a decisão das autoridades competentes. Deputados iranianos, por sua vez, pressionam por uma moção de urgência para a saída do tratado, segundo a Tasnim News Agency.
O líder norte-coreano Kim Jong-un supervisionou pessoalmente o lançamento de um míssil estratégico de alcance intermediário, que, segundo a KCNA, voou 1.000 km antes de atingir o alvo designado, informou a Sputnik. A agência estatal russa TASS registrou que o míssil hipersônico norte-coreano atingiu um alvo a 1.000 km.
O Irã abriu no sábado um centro de treinamento militar em Teerã voltado a preparar cidadãos para confrontar forças dos Estados Unidos e de Israel, segundo relatos citados pelo Middle East Eye. Ali Kowsari, adjunto de treinamento da organização Basij, disse que 1.000 batalhões foram preparados para treinamento.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar convencido de que o Irã abandonou quaisquer planos de adquirir armas nucleares, segundo a TASS. Trump acrescentou que ainda tem de tomar uma decisão sobre o Irã, sem dar detalhes, e afirmou que o país foi derrotado e que o conflito pode terminar bem ou mal.
A Coreia do Norte disse ter lançado no sábado, do leste do país, um míssil de alcance intermediário que atingiu um alvo a 1.000 km no mar, em treino supervisionado por Kim Jong Un, segundo o The Hindu, em texto da agência Reuters. O exército da Coreia do Sul disse no sábado ter detectado o lançamento de um míssil balístico e avaliado que ele voou mais de 700 km em direção ao mar a leste. A Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA) afirmou que o treino visava adestrar tropas que operam um sistema de arma estratégica hipersônica e avaliar a confiabilidade, a eficiência e a mobilidade da dissuasão de guerra do país.
Os Estados Unidos entregaram a Taiwan os dois primeiros caças novos F-16V Block 70, de um lote de 66 aeronaves aprovadas para venda por Washington em 2019, segundo a Russia Today (RT). As duas aeronaves chegaram na sexta-feira.
A Coreia do Norte anunciou neste sábado ter testado um míssil de alcance intermediário com inteligência artificial incorporada, segundo o G1. No comunicado, Pyongyang afirma que o míssil foi capaz de mudar sozinho sua trajetória de voo em baixa altitude. As Forças Armadas da Coreia do Sul informaram que o disparo percorreu mais de 700 quilômetros em direção ao mar, ao largo da costa leste. Segundo a irmã do líder, Kim Yo-jong, Kim Jong-un supervisionou pessoalmente o exercício, em comunicado citado pela Sputnik.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que tomará medidas compensatórias para reforçar sua capacidade de defesa em resposta ao que o ministério chama de remilitarização do Japão, segundo a Sputnik. O Japão anunciou que pretende usar sistemas de mísseis Tipo 25, estacionados no país há alguns meses, nos exercícios conjuntos Keen Sword 27 com os Estados Unidos, previstos para outubro, informou a Sputnik.
O Japão emitiu alerta de emergência no sábado sobre o lançamento de um suposto míssil balístico norte-coreano, no dia em que o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul informou que a Coreia do Norte disparou ao menos um míssil balístico da região de Wonsan, na costa leste da península, em direção ao mar. O projétil percorreu mais de 700 km, segundo o mesmo Estado-Maior, citado pela agência Yonhap.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, acompanhou nesta sexta-feira, no campo de treinamento de Chebarkul, nos Urais, a fase ativa do exercício estratégico Center-2026, realizado de 28 de setembro a 3 de outubro, que reúne mais de 47 mil militares e contingentes de sete Estados estrangeiros, segundo o Kremlin. Tropas da China participam das manobras, segundo o Washington Post.
Os Estados Unidos enviaram uma bateria Patriot extra à Arábia Saudita para proteger uma instalação petrolífera importante e outra ao Catar para proteger uma instalação de gás natural, segundo a Axios, em relato publicado pelo Middle East Eye. Os aliados do Golfo, entre eles Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, já operam suas próprias baterias, mas contam com Washington para proteção adicional, já que vêm sofrendo o peso da retaliação iraniana a ataques dos Estados Unidos e de Israel.
Um exercício de tiro real contra um alvo naval foi realizado na Flotilha do Cáspio durante o exercício Center-2026, segundo o Ministério da Defesa russo. Pelo cenário do exercício, um inimigo simulado tentava tomar um trecho da costa e lançar uma ofensiva.
O Irã afirmou, em comunicado, que a era das ameaças sem custo contra o país chegou ao fim, segundo o Tehran Times. O texto foi divulgado em 2 de outubro, para marcar o segundo aniversário da Operação True Promise 2, de 1º de outubro de 2024. O comunicado afirma ainda que uma nova ameaça teria resposta imediata e mais destrutiva que a Operação True Promise 2.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou em 1º de outubro o primeiro uso em combate do míssil balístico tático FP-7, de fabricação ucraniana. O FP-7 foi desenvolvido pela empresa ucraniana Fire Point.
O terceiro porta-aviões que os Estados Unidos deslocam para as águas ao redor do Irã é o USS Theodore Roosevelt, cujo grupo de ataque deixou a base de San Diego no domingo, seguido um dia depois pela Força Expedicionária de Fuzileiros Navais do Makin Island, com mais de 2 mil fuzileiros. Até o fim de novembro, serão três porta-aviões e dois grupos anfíbios posicionados ao redor do Irã, segundo um oficial estadunidense citado pela Al Jazeera. O Pentágono acrescenta navios de fuzileiros, o que soma até 10 mil militares, segundo o The Wall Street Journal.
Os dois primeiros caças F-16V Block 70 de Taiwan devem chegar em poucos dias, segundo o legislador Wang Ting-yu, do Partido Progressista Democrático (DPP). Wang afirmou que as duas aeronaves decolaram do Havaí e vão pousar na base aérea de Chihhang, em Taitung, na sexta-feira ou no sábado. A venda de 66 F-16V Block 70 foi aprovada pelos Estados Unidos em 2019, com entregas originalmente previstas para começar em 2023.
Os Estados Unidos deslocaram duas baterias adicionais de defesa aérea Patriot para proteger instalações de petróleo e gás na Arábia Saudita e no Catar, segundo a TASS, que cita um relatório do Axios. Segundo esse relato, Washington quer assegurar aos aliados que protegerá seus locais-chave de energia caso seja tomada a decisão de retomar uma operação plena contra o Irã.
O Pentágono enviará um terceiro grupo de ataque de porta-aviões e navios de fuzileiros ao Oriente Médio, acrescentando mais 9.000 a 10.000 militares à presença dos Estados Unidos na região, segundo o The Wall Street Journal, em texto publicado pela TASS. Os navios, caças, fuzileiros e marinheiros devem chegar à região até o fim de novembro, segundo autoridades citadas pelo jornal. O porta-aviões Theodore Roosevelt deixou San Diego em 27 de setembro como parte de um desdobramento programado, segundo a TASS.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que Moscou consideraria usar todas as armas à disposição do país em caso de ataque direto à Rússia, incluindo Kaliningrado, segundo a Bloomberg. O Hindustan Times também noticiou a advertência sobre o uso de todas as armas caso Kaliningrado seja atacada.
A Bielorrússia está disposta a restaurar mecanismos de verificação e de alerta antecipado, além de outras medidas de transparência militar, desde que os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) demonstrem disposição recíproca, disse o chanceler Maxim Ryzhenkov à agência TASS.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse em entrevista à revista Time que o país vem aumentando ativamente seus estoques de armas nos últimos seis meses. “Temos muitas armas. Sabe, estamos estocando nos últimos seis meses”, disse ele, segundo a TASS.
A Marinha do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) afirmou ter capturado um veículo submarino não tripulado estadunidense Remus 600 que operava no Estreito de Ormuz para espionagem. Segundo o Tehran Times, é o segundo drone submarino estadunidense capturado em menos de um mês, enquanto Washington mantém a tentativa de reabrir a passagem. O IRGC advertiu que o Estreito de Ormuz permanece fechado e disse que continuará confrontando o que descreve como movimentos perigosos.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos (EUA), Pete Hegseth, anunciou na quarta-feira um corte de 20% nos cargos de generais e almirantes até 1º de janeiro de 2027 e a criação de um novo comando de quatro estrelas para ampliar a guerra com drones, sistemas autônomos e robóticos, segundo a India Today. A Reuters havia noticiado que ele faria o anúncio ao falar com centenas de militares de baixa patente em Quantico, na Virgínia.
A embaixada da Rússia na Irlanda afirmou em comunicado nesta quarta-feira que Moscou estaria pronta a usar todo o seu arsenal, incluindo armas nucleares, para defender Kaliningrado caso a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tente isolar o território, segundo o Kyiv Independent. A embaixada disse que a Otan prepara um bloqueio aéreo e naval da região, sem apresentar provas nem identificar a origem da informação. Um documento russo entregue à aliança e obtido pela Reuters afirma que Moscou usaria “todo o arsenal” para defender Kaliningrado, segundo o G1. A Otan confirmou ter recebido um “documento informal” da embaixada da Rússia na Bélgica com o alerta sobre Kaliningrado, segundo a RTE.
A Bundeswehr, as Forças Armadas da Alemanha, planeja destinar €3,4 bilhões à compra de sistemas Typhon Mid-Range Capability (MRC) estadunidenses, equipados com mísseis de cruzeiro Tomahawk de alcance de até 1.600 km, segundo a Russia Today (RT). No início de setembro, a Marinha alemã fez os primeiros lançamentos de teste de mísseis balísticos israelenses Long Range Attack (LORA) a partir de uma fragata da classe F125, segundo a mesma reportagem.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, chamou Kim Jong-un de amigo e minimizou o arsenal nuclear norte-coreano, segundo a Al Jazeera. A declaração foi dada em Washington na terça-feira em resposta à pergunta sobre por que Pyongyang pode ter armas nucleares e o Irã não, segundo a Al Jazeera.
A Embaixada da Rússia na Irlanda afirmou, segundo a agência TASS, que a Rússia está pronta para usar todo o seu arsenal, incluindo armas nucleares, para defender o seu território caso países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tentem isolar a região de Kaliningrado do resto do país. A missão diplomática disse que há informações de que a Otan prepara um bloqueio aéreo e naval de Kaliningrado e da região de Kaliningrado.
O ministro da Defesa de Taiwan disse que as vendas de armas dos Estados Unidos à ilha seguem inalteradas e que Taipei continua em conversas com Washington sobre acordos específicos, na terça-feira, 29 de setembro de 2026, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pelo The Hindu. Um pacote recorde de 14 bilhões de dólares em armas para a ilha, no entanto, continua paralisado. Os Estados Unidos pausaram o pacote de 14 bilhões após a cúpula de maio em Pequim entre Trump e Xi Jinping, e a China pressionou Washington a suspender as vendas de armas à ilha, segundo a AP, em texto publicado pelo Mercury News.
O Kremlin declarou que não gostaria que o Irã deixasse o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) e espera que o país permaneça parte importante e responsável do tratado, que considera a pedra angular do regime de não proliferação, segundo a TASS. O vice-presidente do Parlamento iraniano, Ali Nikzad, afirmou que Teerã avalia retirar-se do TNP, segundo a mesma agência.
O prefeito da cidade de Kadena, na província japonesa de Okinawa, visitou na segunda-feira o Escritório de Defesa de Okinawa, do Ministério da Defesa do Japão, para protestar contra o armazenamento previsto do sistema de mísseis de médio alcance Typhon, dos Estados Unidos (EUA), na base aérea de Kadena, informou a China Global Television Network (CGTN). Segundo o Ministério da Defesa do Japão, o Exército dos EUA vai armazenar temporariamente o sistema Typhon e o Sistema de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (HIMARS) na base aérea de Kadena, em Okinawa, a partir de meados de outubro. O Typhon inclui lançadores, mísseis e um centro de operações de bateria e pode disparar mísseis SM-6 e Tomahawk.
Taiwan pretende quadruplicar o estoque de munição de combate de 30 para 120 dias num programa de seis anos de NT$ 27,59 bilhões, segundo o Taipei Times. O Ministério da Defesa alocou NT$ 7,3 bilhões ao programa depois que o Yuan Executivo o aprovou em 3 de setembro, segundo o jornal. O programa precisa ser acelerado para repor munição consumida em exercícios, mais frequentes nos últimos anos, segundo o diretor de planejamento estratégico, tenente-general Huang Wen-chi, citado pelo jornal.
O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte afirmou que a aprovação dos Estados Unidos (EUA) para a construção do primeiro submarino nuclear sul-coreano é “um desenvolvimento perigoso” que acrescenta nova instabilidade à região, segundo a Reuters, em texto republicado pelo The Straits Times. Segundo o ministério, a medida é mais uma demonstração de proliferação nuclear dos EUA por meio do pacto AUKUS (Austrália, Reino Unido e Estados Unidos). A declaração foi publicada pela mídia estatal, a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA).
A embaixada da Rússia na Bélgica advertiu a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) de que a política da aliança em relação ao exclave báltico russo de Kaliningrado eleva o risco de um confronto militar direto. Os diplomatas afirmaram que a Rússia tem meios para repelir eventual agressão e está pronta a usar todo o arsenal de armas disponível, segundo a TASS.
O Kremlin afirmou nesta segunda-feira que as negociações de controle de armas entre a Rússia e os Estados Unidos (EUA) estão muito atrasadas e que, quando forem retomadas, exigirão conversas demoradas e cuidadosas, segundo a Reuters. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que essas negociações deveriam ter sido retomadas “ontem” e que a China deixou claro repetidamente que não participaria de negociações trilaterais de controle de armas propostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, posição que, pelo que Moscou sabe, não mudou.
O vice-chanceler russo Andrey Rudenko disse que a Rússia não confia nas promessas do Japão de retirar os sistemas de mísseis dos Estados Unidos depois que os exercícios militares conjuntos terminarem e advertiu que tais ações não ficarão sem resposta, segundo a TASS. Em entrevista ao jornal Izvestia, Rudenko afirmou que as autoridades japonesas prometeram que os mísseis supostamente seriam removidos depois do fim dos exercícios. Segundo relatos anteriores, os Estados Unidos deveriam posicionar em Kyushu sistemas terrestres Typhon, destinados a lançar mísseis de alcance intermediário e curto, além de lançadores HIMARS, em exercícios realizados de junho a setembro.
Para o chefe do Estado-Maior Conjunto da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), a relevância dos exercícios conjuntos do bloco realizados na Rússia se deve à situação político-militar extremamente complexa no mundo, informou a TASS, agência de notícias estatal russa. Na abertura, ocorrem o exercício de comando e estado-maior Interaction-2026, o exercício de reconhecimento especial Poisk-2026 e o exercício de apoio logístico Echelon-2026, sediados na Rússia.
O porta-voz do Exército do Irã, o brigadeiro-general Akraminia, disse que a Força do Exército está totalmente preparada para confrontar o inimigo com força e poder em reação a possíveis ataques dos Estados Unidos, segundo a Mehr News Agency. Akraminia afirmou que as defesas aéreas impediram 25 mil operações aéreas inimigas e que a Força Aérea respondeu cerca de duas horas e meia após a agressão.
Os sistemas de mísseis Typhon vão continuar no Japão depois dos exercícios. Segundo a agência russa TASS, o Ministério da Defesa do Japão informou que os Typhon desdobrados no campo de aviação de Kanoya, na província de Kagoshima, nos exercícios de junho e setembro, serão transferidos para armazenamento na base aérea de Kadena, em Okinawa, até meados de outubro, em aeronaves de transporte C-17. O ministério afirmou que o lado americano explicou que guardar o equipamento em Kadena não é um desdobramento permanente no Japão. Para o Daily Sun, a presença mais longa do Typhon no país cria uma rede distribuída de capacidades de ataque, de defesa aérea e de designação de alvos que complica as operações militares chinesas em torno de Taiwan.
A inteligência dos Estados Unidos avalia que a Arábia Saudita não descartou desenvolver armas nucleares, segundo o Washington Post.
Caças suecos e finlandeses foram acionados para interceptar e identificar aeronaves militares russas no espaço aéreo internacional sobre o Golfo da Finlândia na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, segundo a Força Aérea da Finlândia, citada pelo The Hindu. O grupo russo incluía um avião de transporte e vários caças, segundo o comunicado finlandês, citado pelo The Hindu.
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse que o país examinou a possibilidade de uma ação militar dos Estados Unidos como um “risco extremo de cauda”, insistindo que uma invasão estadunidense não é o cenário-base de Ottawa, segundo o CTC News. As declarações foram feitas numa entrevista publicada em 23 de setembro, em meio ao agravamento da relação econômica entre os dois países e às repetidas falas de Donald Trump sobre o Canadá se tornar o 51º estado dos Estados Unidos, segundo o CTC News.
O Ministério da Defesa da Bielorrússia informou que tropas do país seguem para um polígono militar na Rússia, onde a Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC) fará manobras com as Forças Coletivas de Reação Rápida, segundo a agência estatal russa TASS. Serão os exercícios Interaction 2026, de comando e Estado-Maior, Search 2026, de forças e meios de reconhecimento especial, e Echelon 2026, de logística, segundo o comunicado do ministério.
Mesmo com a aprovação final que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse ter recebido de Donald Trump para produzir mísseis Patriot sob licença, montar capacidade industrial levaria mais de um ano e não cobriria a escassez aguda de interceptadores que a Ucrânia enfrenta agora, segundo a France 24.
Apoio de imagens de satélite e de inteligência de grupos chineses ajudou o Irã a ameaçar navios no Estreito de Ormuz e a lançar ataques de precisão contra bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio, segundo a CNN, que cita fontes que não identifica. Essas imagens permitiram ao Irã atingir, em julho de 2026, uma base dos Estados Unidos na Jordânia, em um ataque que matou três militares estadunidenses com grau de precisão que, na avaliação de autoridades dos Estados Unidos, estava fora da capacidade iraniana. Em maio de 2026, o governo dos Estados Unidos sancionou três empresas chinesas de satélites por fornecerem imagens que, segundo Washington, “viabilizam os ataques militares do Irã contra as forças dos Estados Unidos no Oriente Médio”.
A Arábia Saudita, a Turquia e o Paquistão vão realizar uma reunião urgente dos chefes de Estado-Maior, anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores saudita, para discutir formas de apoiar Riad na escalada com os houthis do Iêmen. A barragem de mísseis balísticos e drones contra alvos sauditas, que incluiu a cidade sagrada de Meca, testa o pacto de defesa mútua assinado em agosto com a Turquia e o Paquistão. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca estabelece que um ataque armado contra um dos três países é considerado ataque contra todos.
O presidente da China, Xi Jinping, chega a Washington nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, para uma visita de Estado de três dias, com conversas formais na quinta-feira, 24, e visita ao Arquivo Nacional dos Estados Unidos na sexta-feira, 25, e deve pressionar o presidente Donald Trump a interromper a venda de armas a Taiwan, invocando o terceiro dos comunicados conjuntos assinados pelos dois países em 1982, segundo a Reuters, que ouviu três fontes a par das conversas. Naquele comunicado, Washington afirmou que pretendia reduzir gradualmente as vendas de armas a Taiwan e que não buscava vendas de longo prazo a Taipé; um memorando do então presidente Ronald Reagan anexado ao texto condicionava essa disposição ao compromisso chinês de resolver as diferenças com Taiwan por meios pacíficos. Um pacote de cerca de US$ 14 bilhões em armas para Taiwan está parado há meses. Depois da cúpula com Xi em Pequim, em maio de 2026, Trump disse que mantinha o pacote em espera e o descreveu como “uma ficha de negociação muito boa”, segundo a Reuters. As fontes disseram que a China também pediu que os Estados Unidos interrompam entregas de armas já encomendadas pela ilha, e ofereceu ajuda para pressionar o Irã na guerra no Oriente Médio em troca de concessões. O South China Morning Post, citando fontes, informou que Washington considera adiar o anúncio de novas vendas de armas a Taiwan para depois da cúpula da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (APEC), em novembro, em Shenzhen, e da cúpula do Grupo dos 20 (G20), em dezembro, na Flórida; uma das fontes disse que Trump cogitou adiar a decisão até o fim de 2028 ou janeiro de 2029, mas recuou diante da oposição de críticos da aproximação com Pequim. Em Taipé, o Le Monde registrou a avaliação de Su Tzu-yun, pesquisadora do Instituto de Pesquisa de Defesa e Segurança Nacional: “Precisamos ficar alertas, mas sem pânico, porque o interesse geopolítico dos Estados Unidos continua sendo manter a China à distância de Taiwan”. O Ministério das Relações Exteriores de Taiwan disse acompanhar de perto as conversas.
O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que países europeus que hospedam bases militares dos Estados Unidos ou que ajudem a preparar ou executar ataques norte-americanos podem ser “cúmplices de agressão”. A declaração foi feita ao chanceler da Itália, Antonio Tajani, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, segundo o Middle East Eye, que cita comunicado iraniano. Araghchi afirmou que a alta dos preços de combustíveis e de matérias-primas nos mercados globais decorre diretamente da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã e advertiu sobre “as consequências perigosas que a normalização da ilegalidade e do unilateralismo agressivo dos Estados Unidos representam para o Estado de direito”.
O deputado Hossein-Ali Haji Deligani disse no plenário do Parlamento do Irã no domingo, 20 de setembro de 2026, que um projeto de lei com tripla urgência, mecanismo que permite tramitação acelerada, para retirar o país do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) foi entregue à mesa diretora e aguarda o aval do presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, para ser submetido a debate, segundo a Press TV, o Mehr News e o Türkiye Today. “Dadas as circunstâncias que o país enfrenta e a agressão que o inimigo lançou contra nós em duas ocasiões, permanecer no TNP não nos traz nada além de prejuízos”, afirmou ele, citando o encaminhamento do caso iraniano ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pelo Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), formado por 35 membros, por suposta falta de cumprimento do regime de inspeções, decisão que Rússia e China contestaram. O secretário do Conselho Superior de Segurança Nacional, o major-general Mohsen Rezaei, disse no sábado, 19 de setembro de 2026, que o país mantém o compromisso de não produzir armas nucleares, mas que a saída do tratado é uma possibilidade diante das ameaças dos Estados Unidos e de Israel. O Iran International registrou que propostas semelhantes circulam há meses e a direção do Parlamento as mantém fora do plenário, e que nem o líder supremo Mojtaba Khamenei nem o Conselho Superior de Segurança Nacional se pronunciaram sobre a busca de uma arma nuclear, defendida em declarações separadas por parlamentares linha-dura.
O presidente da Lituânia, Gitanas Nausėda, disse nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, que uma nova rotação de tropas dos Estados Unidos “já está a caminho” do país, o que encerra parte da incerteza sobre a presença militar no aliado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) que faz fronteira com a Rússia, noticiado pela Reuters e pelo Stars and Stripes e pelo Mezha. Nausėda agradeceu a Donald Trump e afirmou que a “presença militar dos Estados Unidos na Lituânia é parte indispensável da nossa dissuasão e da nossa defesa coletiva”; o chanceler lituano, Kęstutis Budrys, disse que “tropas dos Estados Unidos no terreno são essenciais para a dissuasão, a defesa e a segurança no flanco leste da OTAN”. Os Estados Unidos mantêm rotações na Lituânia desde 2019, com batalhões de cerca de 1.000 militares. O Stars and Stripes informou que o contingente sai normalmente da brigada baseada na Polônia, que o número e a origem dos militares não foram divulgados e que o Pentágono ainda não confirmou publicamente o deslocamento: em maio de 2026 o secretário de Defesa, Pete Hegseth, ordenou um reequilíbrio de forças na Europa, com a retirada de até 5.000 militares da Alemanha e o cancelamento do envio à Polônia da brigada blindada baseada em Fort Hood, no Texas, o que deixou os militares que estavam na Lituânia sem substituição.
O Corpo de Guardas Revolucionários Islâmicos (IRGC) do Irã afirmou estar pronto para uma “contraofensiva” e avisou que vai “mudar a geografia da guerra” se os Estados Unidos atacarem o país de novo, na fala do porta-voz da força, o brigadeiro-general Hossein Mohebbi, em entrevista à agência semioficial Tasnim publicada na segunda-feira, 21 de setembro de 2026 e reproduzida pela ABC News. “Se uma nova agressão acontecer, haverá mudanças significativas na nossa defesa e na nossa contraofensiva”, disse Mohebbi, segundo a ABC News, acrescentando que o Irã levará ao campo de batalha “novas armas com novas capacidades” e que o mundo será surpreendido. No mesmo dia, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse que o país chegou a um estágio em que os seus mísseis alcançam qualquer alvo que Teerã escolher e que responde a um “conflito híbrido” de pressão econômica, militar e diplomática, segundo o Middle East Eye, citando a televisão estatal Press TV. As falas respondem às ameaças feitas por Donald Trump em entrevista à Fox News no domingo, 20 de setembro, quando ele disse que as opções em estudo eram “acabar com o Irã, deixá-lo apodrecer economicamente ou fazer um acordo”, conforme o The Guardian. Os dois países seguem travados num impasse no Estreito de Ormuz, fechado pelo Irã, com o tráfego comercial perturbado e um contrabloqueio dos Estados Unidos aos portos iranianos, segundo o The Guardian.
O primeiro-ministro da Lituânia, Mindaugas Sinkevičius, disse à BBC News que o país preparou planos de evacuação para “uma variedade de cenários” diante da ameaça russa, mas afirmou que os lituanos “não vão se render” em caso de ataque: “vamos reagir, vamos combater”. Em entrevista ao programa Newsnight, da BBC News, ele disse que os lituanos se sentem “constantemente ameaçados” pela Rússia, em parte por causa dos drones que entram no espaço aéreo do país, e citou como exemplo a retirada de idosos das cidades “sem congestionamento”. A Lituânia faz fronteira com o enclave russo de Kaliningrado e integra a OTAN, que abateu há uma semana um drone que entrou no espaço aéreo lituano; o ministro da Defesa, Robertas Kaunas, disse à BBC News que a aeronave veio da direção da Bielorrússia, aliada de Moscou, que não comentou o incidente.
Líderes alemães se preparam para negar ao partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) o acesso ao plano de guerra secreto do país, noticiou o The New York Times nesta terça-feira, 22 de setembro. O documento de cerca de mil páginas, conhecido como OPLAN Deutschland, foi redigido em 2024 para definir como as Forças Armadas alemãs responderiam a um novo ataque russo na Europa Oriental, e a versão completa fica com os chefes dos 16 estados alemães. O ministro da Defesa, Boris Pistorius, levantou em 8 de setembro, numa reunião fechada com especialistas em política de defesa das bancadas que sustentam o governo, a hipótese de retirar o OPLAN do gabinete da Saxônia-Anhalt se a AfD chegar ao poder no estado, para evitar que o plano chegue a Moscou, segundo a rede alemã RedaktionsNetzwerk Deutschland (RND) e a agência Bloomberg. A AfD venceu a eleição estadual da Saxônia-Anhalt em 6 de setembro com 43,8% dos votos, e o serviço de inteligência doméstica alemão classifica as seções do partido na Saxônia-Anhalt, na Turíngia e na Saxônia como organizações de extrema direita comprovadas.
O Reino Unido e os Estados Unidos dispararam pela primeira vez um torpedo a partir de um veículo submarino não tripulado, em vez de um submarino tripulado, anunciou o governo britânico nesta segunda-feira, 21 de setembro. Segundo o comunicado de Londres, o disparo real ocorreu em águas britânicas na semana passada, no âmbito da aliança entre Austrália, Reino Unido e Estados Unidos (AUKUS), e “marca um avanço importante no futuro da tecnologia de submarinos” dos três países. O torpedo pesado, desenvolvido em conjunto pelos Estados Unidos e pela Austrália, foi lançado de um drone submarino de 12 metros de comprimento fabricado no Reino Unido e batizado XV Excalibur. Em 2025, um centro de operações na Austrália, a mais de 16 mil quilômetros da base do veículo em Plymouth, assumiu o controle remoto do XV Excalibur durante o exercício Talisman Sabre, segundo a Marinha Real britânica. Sidharth Kaushal, pesquisador sênior do centro de análise Royal United Services Institute (RUSI), disse à agência AFP que o teste é “digno de nota” e que “o emprego de uma carga letal ilustra que sistemas não tripulados podem desempenhar papéis que vão além da vigilância”. O anúncio saiu no dia em que o primeiro-ministro, Andy Burnham, viajou a Nova York para a Assembleia Geral da ONU, onde terá seu primeiro encontro com Donald Trump desde que assumiu o cargo, em julho, e anunciará uma “nova parceria de IA e autonomia” com Washington, segundo o governo britânico.
A Coreia do Norte confirmou nesta terça-feira que o que a Coreia do Sul identificou como dois mísseis balísticos de curto alcance no domingo foi um teste de um “novo sistema de armas de combate”, feito na presença de Kim Jong-un, segundo a Agência Central de Notícias da Coreia (KCNA). Kim chamou o teste de “demonstração inquestionável de tecnologia de defesa avançada” e de “clara renovação na modernização das forças armadas”, e disse que os adversários do país entenderão melhor o que o avanço tecnológico significa em termos militares, segundo a agência estatal. O Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul havia informado que os dois disparos, feitos da área de Wonsan com cerca de três horas de intervalo, voaram cerca de 450 quilômetros e mais de 600 quilômetros. O Norte não especificou o tipo de arma testada.
Os Estados Unidos planejam reabrir uma base militar da Guerra Fria no sul da Groenlândia e instalar presença militar em Mestersvig, posto na costa leste usado hoje pela Patrulha Sirius, unidade de forças especiais dinamarquesa que vigia a soberania na ilha, segundo a Reuters, que cita três pessoas a par das negociações. Os dois locais entram no acordo que Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia assinam nesta terça-feira, às 10h30 no horário de Washington (11h30 em Brasília), à margem da Assembleia Geral da ONU, segundo o Jerusalem Post, que cita um funcionário da Casa Branca. Narsarsuaq, onde ficava a base Bluie West One, fechada por Washington nos anos 1950, tem hoje algumas dezenas de habitantes. O texto do acordo não foi divulgado e os detalhes só ficam fechados com a assinatura; os governos da Dinamarca e da Groenlândia e a Casa Branca não responderam aos pedidos de comentário, segundo a Reuters. O chanceler dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, disse à TV2 que a segurança do Ártico não ficará só com dinamarqueses e americanos e que, em grande medida, caberá à OTAN. Na Guerra Fria, os Estados Unidos mantiveram 17 instalações militares e mais de 10 mil militares na ilha; hoje resta a Base Espacial de Pituffik, com cerca de 150 militares.
A Polônia quer ter cerca de 15 mil soldados americanos em seu território até 2039, entre permanentes e em rotação, disse o vice-ministro da Defesa, Stanisław Wziątek, à rádio RMF FM. Segundo ele, o alvo inclui cerca de 10 mil militares em regime de rotação e de 3.500 a 5.000 estacionados em caráter permanente; Wziątek afirmou que a base deve ficar no oeste do país e que a decisão final sobre o local cabe aos americanos. Hoje a Polônia abriga entre 6,5 mil e 7 mil militares americanos, segundo a Euractiv, e apresentou em junho a proposta formal de uma base permanente, depois de Washington anunciar a retirada de 5 mil soldados da Alemanha.
A China expulsou do Partido Comunista e do Exército o general Zhang Youxia, vice-presidente da Comissão Militar Central (CMC) e oficial de mais alta patente do país, e Liu Zhenli, chefe do Estado-Maior Conjunto. A agência estatal Xinhua informou que os dois foram acusados de deslealdade, de formar facções e de receber “quantias excepcionalmente grandes” de dinheiro, e que os processos foram enviados aos órgãos judiciais militares para revisão e acusação, segundo a Reuters. A expulsão ainda depende de ratificação do plenário do Comitê Central do partido, e o anúncio saiu três dias antes da viagem de Xi Jinping a Washington e semanas antes do plenário de outubro sobre disciplina interna.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no sábado que vai criar uma “Força de IA” e nomear um “czar” da inteligência artificial, num post no Truth Social em que afirmou que seu governo não vai “de forma alguma impedir ou sufocar o crescimento dessa indústria incrível”, segundo a CBS News, a CNN e o The Guardian. Trump chamou de “farsa” os alertas de pesquisadores e de executivos do setor sobre o risco de a tecnologia fugir do controle humano e disse que os sistemas criminal e civil já bastam para lidar com “maus atores”. Ele comparou a nova estrutura à Força Espacial, criada em seu primeiro mandato, afirmou que só “indivíduos de alto QI” podem se candidatar ao posto de czar, sem indicar nome, e não deu detalhes sobre como a Força de IA funcionaria. Trump disse ainda que a inteligência artificial pode chegar a 25% do produto interno bruto (PIB) americano e que os Estados Unidos estão “liderando a China” no setor. O anúncio veio depois de o presidente-executivo da Anthropic, Dario Amodei, pedir publicamente uma desaceleração do desenvolvimento da tecnologia, segundo a CBS News.
A Comissão Eleitoral Central da Rússia informou, com 95% das urnas apuradas, que o Rússia Unida obteve 57,83% dos votos de lista e deve conquistar cerca de 355 das 450 cadeiras da Duma, segundo o The Moscow Times e a Meduza. A presidente da comissão, Ella Pamfilova, disse que o resultado supera o recorde anterior do partido, de 343 cadeiras em 2016, e preserva a maioria constitucional, que exige 301. O comparecimento ficou perto de 60%, o maior desde 2003, segundo o Kommersant. A União Europeia classificou a votação de “eleições de fachada”, relata a RFE/RL, e analistas independentes descreveram o pleito como o menos competitivo da história russa moderna. A comissão afirmou que o resultado final sai até sexta-feira.
A Guarda Revolucionária iraniana afirmou nesta segunda-feira que, em caso de novo ataque americano, vai introduzir “novas armas com novas capacidades” no campo de batalha e atingir alvos ainda não atacados, segundo a AP; a força diz estar preparada para uma “guerra prolongada”. O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse, segundo a agência Tasnim, que Teerã enviou ao Catar uma lista de sete condições para reabrir o Estreito de Ormuz, e Mohsen Rezaei afirmou à Al Jazeera que elas incluem o fim da guerra em todas as frentes, a liberação dos fundos congelados e o fim do bloqueio naval.
A AfD venceu a eleição estadual em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental com 38,2% dos votos, à frente do SPD (35,5%), e a CDU ficou de fora do parlamento estadual com 4,9%, segundo a NDR e a AP – o pior resultado da sigla em um estado em toda a sua história. Na mesma noite, em Berlim, a Esquerda venceu com 25,7% e a coalizão CDU-SPD perdeu a maioria, relata a Reuters; Alice Weidel afirmou que a AfD “já substituiu” a CDU como “partido do povo”, segundo a AFP.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma que suas unidades tomaram as localidades de Polnaya e Novoaleksandrovka, na região de Kharkiv, segundo a Sputnik; o TASS registra a avaliação de um especialista de que o grupo de batalha Norte avançou 100 km² na região na última semana. As duas alegações são russas e não tiveram confirmação independente.
O acordo sobre a Groenlândia entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia será assinado nesta terça-feira, na Assembleia Geral da ONU, e Copenhague afirma que o texto coloca a segurança do Ártico sob a OTAN, segundo a Reuters. O ministro das Relações Exteriores dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, disse à TV2 que “em grande medida seria a OTAN que cuidaria do Ártico”; o conteúdo do acordo não foi divulgado e Donald Trump o descreve como controle “permanente” americano sobre a segurança da ilha.
O grupo norte-coreano WaterPlum infectou cerca de 30 mil dispositivos em vários países, segundo aviso conjunto de autoridades citado pelo BleepingComputer. O comunicado atribui a campanha ao governo da Coreia do Norte.
A agência de cibersegurança dos Estados Unidos marcou três vulnerabilidades do kernel Linux como exploradas ativamente, segundo o Linuxgram. A marcação é do próprio governo americano e não houve confirmação independente sobre a origem dos ataques.
Os Estados Unidos emitiram alerta de viagem e pediram que seus cidadãos deixem o Irã, segundo o The Hindu, e a Guarda Revolucionária (IRGC) ameaçou “mudanças significativas” em caso de novos ataques americanos, segundo o Middle East Eye e o TASS.
Uma associação de polícia dos Estados Unidos alerta que o avanço da inteligência artificial está elevando o risco de uso hostil de drones, segundo o New York Times. O alerta é da entidade e não atribui autoria.
Forças israelenses montaram um posto de controle no sul da Síria, segundo o Mehr News, e explosões atingiram um depósito de munições do exército sírio perto de Aleppo, ferindo quatro pessoas, conforme o Hindustan Times e a Al Jazeera.
O comando militar iraniano afirma que os Estados Unidos se preparam para retomar os ataques contra o país, segundo a Al Jazeera; a acusação é de Teerã e não foi confirmada por Washington.
Rússia Unida lidera a apuração das eleições para a Duma com 57,85% dos votos quando 87,91% das urnas haviam sido processadas, segundo a Sputnik; o TASS registrava 90,43% das urnas apuradas. A votação foi marcada por ciberataques e drones, relata o The Hindu.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, homenageou os estudantes mortos no bombardeio de Minab, segundo o Mehr News, e Teerã acusou a França de “lágrimas de crocodilo” por cobrar liberdades no Irã sem se pronunciar sobre o ataque à escola, relata o Hindustan Times. As duas fontes reproduzem a posição iraniana.
Três oficiais militares sul-coreanos ficaram feridos numa explosão na Zona Desmilitarizada, segundo o Exército do país, citado por Reuters, AP e The Hindu; nenhuma das fontes atribuiu o episódio à Coreia do Norte até o momento.
A Guarda Revolucionária iraniana (IRGC) afirma ter derrubado mais um drone americano MQ-1 sobre o Estreito de Ormuz, segundo a Mehr News e o Middle East Eye; a alegação é da própria IRGC e não teve confirmação independente.
Ataques israelenses atingiram a região de Nabatieh, no Líbano, incluindo uma equipe de ambulância, segundo o Middle East Eye, e localidades da área de Tiro, segundo o Mehr News. As duas fontes atribuem os ataques a Israel.
A Coreia do Norte lançou dois mísseis balísticos em um intervalo de três horas pelo Mar do Leste, segundo o G1, o Hindustan Times, o The Hindu, a CGTN World e a Reuters. Seul e Tóquio acompanham o episódio e Washington descartou ameaça imediata, conforme o G1.