A DataVita prometia que o projeto de data center de inteligência artificial em Lanarkshire consumiria 1 GW de fontes renováveis, o equivalente à produção de um pequeno reator nuclear ou do maior parque eólico britânico, mas revisou o plano e agora diz que os data centers serão “plenamente servidos pela rede”, com a possibilidade de parques solares e eólicos se conectarem no futuro. A empresa segue com £ 202 milhões em dinheiro público, na forma de garantias do fundo nacional de riqueza britânico. O projeto, peça central da estratégia de IA do Reino Unido, deveria trazer 3.400 empregos com um data center de 500 MW para a vila de Chapelhall, nos arredores de Airdrie.
Tema: Data centers
Matérias e notas sobre Data centers.
Ativistas invadiram em Amsterdã o terreno do data center que a Microsoft planeja construir, alegando consumo de energia e água, e nos Estados Unidos (EUA) eleitores de 10 estados aprovaram restrições: de 41 medidas na cédula, 40 limitavam a instalação de data centers, segundo acompanhamento da Redbud Consulting. A votação também derrubou as ações de empresas ligadas a inteligência artificial e data centers, à espera de uma regulação mais dura com o Congresso liderado pelos democratas.
Com a oposição a data centers crescendo nos Estados Unidos, a Argentina espera atrair bilhões em investimento em infraestrutura de inteligência artificial oferecendo incentivos fiscais, regulação mínima e condições favoráveis na Patagônia. Apesar dos anúncios de investimento de grande porte, o boom prometido de data centers ainda não se materializou, segundo a emissora estatal chinesa CGTN.
Segundo o Le Monde, o estado mexicano de Querétaro, afetado por seca crônica, abriga mais de dois terços dos data centers construídos pelas grandes empresas de tecnologia estadunidenses no México – organizações não governamentais criticam a falta de transparência sobre o uso de água dessas instalações e o número de empregos criados, bem menor que o prometido, e na localidade de Palo Alto, a oeste da capital estadual, os principais data centers do país ficam em parques industriais cercados por câmeras e segurança armada na entrada, entre pequenas plantações.
A pesquisa AP Voter Poll mostra que cerca de três quartos dos eleitores dos Estados Unidos se opõem à construção de um novo data center em sua comunidade. Nas consultas locais das eleições de meio de mandato, os eleitores votaram contra os data centers em todas as medidas, exceto uma em Harwood, na Dakota do Norte. O levantamento da Redbud identificou 47 referendos em 44 municípios de 12 estados, com restrições aprovadas em 44 das 45 votações já apuradas. A expectativa é de um ambiente regulatório mais duro para as gigantes de inteligência artificial e os desenvolvedores de data centers, segundo a Associated Press (AP), em texto republicado pela WRTV.
O Google comprou o terreno do data center da Crusoe no sudeste de Wyoming, encerrando o trabalho de pré-implantação da empresa, que incluiu a seleção do terreno, as aprovações governamentais e uma estratégia de energia híbrida desenvolvida com a Tallgrass Energy. O Google havia anunciado na quinta-feira um investimento para construir seu primeiro data center no Wyoming, em texto da Reuters republicado pelo U.S. News. O valor da transação não foi divulgado. O campus foi iniciado pela Crusoe com a Tallgrass Energy, e o Google disse que construirá a instalação em parceria também com a Black Hills Energy, a American Electric Power e a Related Digital.
O Nasdaq caiu 5,52% na quinta-feira, para 24.315 pontos, entrando em território de correção, mais de 10% abaixo do recorde de outubro. As sete maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos (EUA), conhecidas como Magnificent Seven, perderam cerca de US$ 1,006 trilhão em valor de mercado combinado em 5 de novembro; a Nvidia respondeu pela maior parte, com cerca de US$ 431 bilhões e queda de 8,85% das ações na sessão. As ações ligadas à inteligência artificial lideraram a queda porque investidores temem que a construção de data centers desacelere após o resultado das eleições de meio de mandato. Entre janeiro de 2024 e maio de 2026, ao menos 46 projetos de data centers de IA em 20 estados dos EUA, somando mais de US$ 170 bilhões em investimento anunciado, foram bloqueados, retirados ou paralisados após oposição de comunidades locais.
Ativistas do grupo holandês de ação direta Geef Tegengas invadiram o canteiro de obras de um data center da Microsoft em Westpoort, em Amsterdã, entraram em confronto com a polícia, e alguns subiram num guindaste, acenderam sinalizadores e amarraram balões de hélio a equipamentos. A polícia holandesa informou na noite de sexta-feira que deteve entre 150 e 200 pessoas por suspeita de invasão. Um policial ficou levemente ferido, segundo comunicado da polícia à emissora pública NOS. A coalizão Stop Dirty Data Centres anunciou ações em 16 países na sexta-feira e no sábado, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Dawn. Protestos menores ocorreram no centro de Bristol, no Reino Unido, diante de um data center em Berlim, em frente ao parlamento polonês em Varsóvia e na praça central de Zagreb. A dona do terreno, a Pure Data Centres, apoiada pela Oaktree, do grupo Brookfield, planeja investir mais de US$ 1 bilhão no projeto e disse estar comprometida com o diálogo com as partes interessadas locais.
Mais de 100 ativistas invadiram um canteiro de obras de data center da Microsoft em Amsterdã, escalaram guindastes e penduraram faixas contra a inteligência artificial (IA). A ação marca o início de dois dias de protestos coordenados em 16 países contra a rápida expansão da infraestrutura de IA.
Empresas do índice S&P Composite 1500 perderam US$ 3,2 trilhões em valor de mercado na quinta-feira, 5 de novembro de 2026, diante do temor de que a vitória democrata resulte em mais regulamentação da inteligência artificial e em restrições à expansão dos data centers, segundo o Financial Times, em texto publicado pelo Opera Mundi. O Nasdaq caiu 5,5%, o Dow Jones, 3,44%, e o S&P 500, 4,36%. Nesta sexta-feira, o Nikkei do Japão recuou quase 6%. Entre os fabricantes de semicondutores, a SanDisk perdeu 22% do valor de mercado, enquanto Micron e AMD registraram quedas de 17%. A Nvidia recuou mais de 9% e liderou as perdas entre as empresas do Dow Jones.
Cerca de 100 manifestantes entraram nesta sexta-feira no canteiro de obras de um data center da Microsoft nos arredores de Amsterdã, segundo uma testemunha da Reuters, enquanto o grupo Geef Tegengas falava em 500 pessoas no local. A polícia de choque foi mobilizada perto de Sloterdijk e fez várias prisões; a prefeita havia proibido a manifestação, e os organizadores tentaram furar as barreiras policiais. Os atos integram dois dias de protestos coordenados contra data centers em vários países europeus, em 6 e 7 de novembro. Segundo o Geef Tegengas, o empreendimento consumirá eletricidade equivalente à de todas as casas de Amsterdã e pode atrasar a construção de 30 mil moradias.
As bolsas europeias entraram no rali de vendas global provocado pelo temor de regulação da inteligência artificial (IA, na sigla em português). O índice pan-europeu STOXX 600 caía 1,6% no início do pregão desta sexta-feira, 6 de novembro, apagando os ganhos da semana. Em Wall Street, o Nasdaq recuou 5,52% na quinta-feira e perdeu até 2,5 trilhões de dólares em valor de mercado, e o S&P 500 caiu 4,4%. O índice de semicondutores da Filadélfia fechou em baixa de 12,2%, a maior queda diária desde 2020. Na Ásia, o Nikkei recuou 5,5% e o Kospi chegou a cair 8,8%, acionando um circuit breaker que suspendeu as negociações por 20 minutos. Cerca de 40% da capacidade planejada de data centers nos Estados Unidos (EUA) está em estados onde governadores ou governadores eleitos prometeram ou já impuseram pausa em novos projetos, segundo a consultoria Cleanview. Donald Trump atribuiu a queda de quinta-feira à vitória democrata, em publicação na Truth Social. O Brent subia 1,4% no início do pregão, para pouco abaixo de 100 dólares o barril.
As três maiores fortunas ligadas à tecnologia perderam no conjunto 104,9 bilhões de dólares com a queda do mercado após a vitória democrata nas eleições de meio de mandato, segundo a Bloomberg, em texto republicado pela TASS. Musk perdeu 79,7 bilhões; Huang perdeu 15,1 bilhões, caindo para 150,9 bilhões e do 9º para o 13º lugar no índice de bilionários; Ellison perdeu 10,1 bilhões. A expectativa de que Câmara e Senado democratas limitem a construção de data centers derrubou as ações: Nvidia caiu 9,3%, na maior queda desde janeiro de 2025, SpaceX caiu 9% e Oracle caiu 6,9%.
O ajuste das operadoras ao novo cenário eleitoral norte-americano: as instalações da Equinix costumam ter de 30 a 60 megawatts, abaixo do limite de cerca de 100 megawatts visado pelas propostas regulatórias nos Estados Unidos (EUA). Cerca de 53% do crescimento projetado do pipeline de hyperscalers nos EUA está concentrado em estados onde governadores recém-eleitos podem impor restrições à construção de data centers, segundo relatório da BMI. A Equinix elevou o capex de cerca de US$ 2 bilhões para US$ 7 bilhões, impulsionado pela demanda de clientes, segundo o presidente da empresa para a Ásia-Pacífico.
O índice Nikkei caiu 3.219,29 pontos, ou 5,27%, para 57.858,61 nesta sexta-feira, ficando abaixo dos 60 mil pontos pela primeira vez desde maio em meio ao temor de novas regras para a inteligência artificial (IA) após as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos (EUA). O índice chegou a cair mais de 7% pela manhã, acompanhando as perdas de Wall Street com o temor de que vitórias democratas levem a restrições à construção de data centers. O Topix caiu 213,89 pontos, ou 5,43%, para 3.726,50.
Pesquisa de boca de urna para a AP e um consórcio de veículos apontou que 56% dos eleitores disseram que os data centers foram fator “crucial ou importante” do voto e 76% se oporiam a um novo data center na própria comunidade. Três cadeiras do Senado viradas pelos democratas – Texas (595 data centers), Ohio (258) e Iowa (117) – têm muito mais data centers que a mediana de 55 nos 50 estados. Texas, Geórgia e Ohio elegeram democratas para o Senado e o governo estadual que defendem regulação mais dura.
A vitória democrata nas eleições de meio de mandato virou risco regulatório concreto para os data centers de IA nos Estados Unidos: a governadora eleita do Texas, Gina Hinojosa, prometeu congelar imediatamente as aprovações de novos data centers até que o estado trate do aumento das tarifas de energia, do consumo de água e do impacto nas comunidades locais. Analistas de Wall Street cortaram projeções de gasto em infraestrutura das big techs horas depois da votação, alertando que moratórias e fiscalização mais dura podem travar até 30% das instalações previstas no país. A Yorkville Ives projetou que, dos 800 a 1.000 projetos planejados, ao menos 10% enfrentam cancelamento e outros 20% podem sofrer atrasos regulatórios prolongados. O banco neerlandês ING colocou à venda de uma só vez uma carteira de cerca de US$ 500 milhões em empréstimos para data centers.
O Nasdaq caiu 5,5% na quinta-feira, maior queda percentual em um dia desde abril de 2025, quando Trump anunciou as tarifas globais, e o Nasdaq 100 recuou 6,4%, apagando US$ 2,5 trilhões em valor de mercado. O índice de semicondutores da Filadélfia recuou 12%, a Nvidia caiu 9% e a Advanced Micro Devices, 17%. Analistas disseram que os investidores foram assustados também pelo pedido do senador progressista Bernie Sanders de moratória nacional à construção de data centers, e analistas do UBS estimaram que cerca de 30% da capacidade de data centers prevista para entrar em operação nos Estados Unidos em 2028 pode estar em risco por eventuais paralisações de obras. Trump atribuiu a queda aos democratas em publicação no Truth Social: “The Stock Market crashed today because the Dumocrats had a big Tuesday”.
O contágio asiático do tombo de Wall Street abriu a sexta-feira no vermelho: o índice Nikkei caiu abaixo da linha dos 60 mil pontos pela primeira vez desde maio e ampliou as perdas para mais de 4%. O Kospi sul-coreano despencou mais de 8%, com a negociação interrompida por 20 minutos, na esteira do recuo de 5,5% do Nasdaq e de 3 trilhões de dólares apagados do valor das empresas do S&P 500, segundo a Reuters em texto republicado pelo Investing.com – no Japão, a abertura 5% abaixo teve a Panasonic perdendo mais de 10% e a Hitachi quase 8%, com democratas em campanha para frear data centers e a expansão da inteligência artificial.
Havia 41 consultas locais sobre restrições a data centers em 10 estados, e os eleitores se posicionaram contra em todas exceto uma, em Harwood, Dakota do Norte, segundo a Ballotpedia via CNBC. Pelo menos 33 das cerca de 40 cidades e vilas que votaram medidas restritivas aprovaram moratórias, novas regras ou proibições totais, segundo o levantamento Data Centers on the Ballot. Ao menos 10 municípios proibiram data centers grandes ou acima de 25 megawatts, patamar que inviabiliza instalações de hiperescala. Em pesquisa de boca de urna da NBC News, 56% dos eleitores disseram que inteligência artificial e data centers foram fator decisivo ou importante no voto para o Congresso. Em Edgewater, na Flórida, mais de 77% dos eleitores aprovaram emenda à carta municipal que proíbe aprovar, construir, ampliar ou operar novos data centers.
As ações de empresas de inteligência artificial derrubaram Wall Street nesta quinta-feira, com o S&P 500 caindo 3,2% e o Nasdaq Composite recuando 5%, a caminho da pior queda desde abril de 2025. A Nvidia caiu 8,3%, a Advanced Micro Devices 15,9% e a CoreWeave 14,9%. As vitórias democratas nas eleições de meio de mandato de terça-feira aumentaram a possibilidade de que governos forcem pausas na construção de novos data centers. A venda foi disparada por balanços fracos das fabricantes de chips Qualcomm e Arm, divulgados na noite de quarta-feira. Fora dos Estados Unidos, o índice sul-coreano Kospi caiu 5,3%. Empresas que constroem data centers para alugar capacidade, as chamadas “neoclouds”, tiveram perdas de dois dígitos, e a Cipher Digital recuou cerca de 19%.
A Microsoft decidiu não exercer a opção que mais que dobraria seu contrato de aluguel de capacidade de computação com a Nscale em um data center no Texas, segundo uma fonte ouvida pela agência, que não foi identificada porque o assunto é confidencial. A decisão foi tomada vários meses antes do pedido de IPO da Nscale, em setembro, e não afeta o contrato vigente no Texas. O recuo ocorre semanas depois de a Microsoft desistir de ancorar o data center da Nscale em Loughton, no condado de Essex, após atrasos na conexão elétrica empurrarem o fornecimento para a década de 2030. A Nscale teve prejuízo líquido de US$ 1 bilhão sobre receita de US$ 141 milhões no primeiro semestre de 2026, e governadores democratas eleitos, inclusive no Texas, defendem moratória imediata à expansão de data centers.
A votação de terça-feira transformou data centers de IA em tema de plebiscito local: 44 comunidades votaram por restringir data centers e apenas uma votou por permitir a construção, em 45 medidas decididas. Vinte e uma das medidas estavam em cidades e municípios de Ohio; o segundo estado com mais consultas foi o Maine, com oito. As medidas incluíam proibições diretas, moratórias temporárias, limites ao consumo de energia, exigência de aprovação dos eleitores antes da construção e consultas de caráter indicativo – até a noite de terça-feira, 33 medidas de restrição haviam sido aprovadas ou lideravam a contagem, segundo o site Data Centers on the Ballot.
Opositores de data centers estão entre os maiores vencedores da onda democrata nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, segundo análise da Reuters, em texto republicado pelo Lufkin Daily News, apontando mudança do humor público sobre inteligência artificial e possível desaceleração do boom que sustentou o crescimento da economia e as bolsas americanas. No Texas e na Geórgia, democratas que defenderam em campanha moratória à expansão de data centers venceram cargos que o partido não ocupava havia décadas. Ações do setor caíram conforme a onda democrata se consolidou: a Core Scientific recuou 11,6% e a Iren 12,5%, com quedas também em Applied Digital, Hut 8, Cipher Digital, GE Vernova, Constellation Energy e Vistra. Para Aidan Yao, estrategista sênior de investimentos do Amundi Investment Institute, a eleição funcionou mais como um referendo sobre a inteligência artificial do que sobre Trump. Mesmo republicanos se voltaram contra os data centers, que opositores dizem elevar as contas de energia, poluir o céu noturno com luzes e não gerar empregos e impostos suficientes para justificar os incentivos estaduais.
A Rystad Energy cortou o pipeline anunciado de data centers no Brasil de 21 GW para cerca de 7 GW, citando incerteza regulatória, congestionamento severo da rede e acesso limitado a energia confiável. As isenções do regime Redata (Lei 15.504/2026), sancionado em setembro, não são automáticas nem permanentes: são temporárias e condicionadas ao cumprimento de critérios operacionais. Segue pendente a decisão sobre se a geração a gás natural conta como energia de baixa emissão. O PL 3716/2026, que redistribui os custos de integração de armazenamento em baterias dos geradores para todos os usuários do sistema, tramita em regime de urgência no Congresso e precisa ser aprovado antes do primeiro leilão de capacidade da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em dezembro.
A Drax anunciou planos de construir um centro de dados de inteligência artificial no terreno de sua usina de biomassa em North Yorkshire, usando a capacidade excedente da planta, em parceria com a Radiant, segundo o City AM, em texto republicado pelo OilPrice. A primeira fase prevê até 100 megawatts até 2028 e a segunda mais 500 megawatts até 2031, com capacidade total acima de um gigawatt e investimento potencial superior a 20 bilhões de libras, dos quais 2,5 bilhões na primeira etapa. As ações da Drax subiram 8,5% para 877 pence na manhã de terça-feira, maior alta do índice FTSE 250.
Mais de 3.000 data centers já operam nos Estados Unidos, com outros 1.500 em desenvolvimento, segundo o Pew Research Center, e ao menos sete cidades da Baía de São Francisco, incluindo São Francisco e Richmond, aprovaram moratórias temporárias à construção de data centers nos dois meses antes do voto; na disputa pela vaga de Nancy Pelosi na Câmara, Scott Wiener se opõe a qualquer veto, enquanto Connie Chan promete buscar uma moratória nacional até haver regulação de inteligência artificial (IA).
Uma licença de exportação dos Estados Unidos permite à Firebird enviar 45 mil unidades de processamento gráfico (GPU) Grace Blackwell da Nvidia ao Cazaquistão, segundo a Nvidia. O OilPrice registra que o destino das placas é Ekibastuz.
A Agência Internacional de Energia (AIE) alertou que as cadeias de suprimento de muitas das tecnologias que moldam a era da eletricidade que está surgindo seguem muito concentradas em um pequeno número de países. A demanda por eletricidade nos países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) cresce ao dobro do ritmo do consumo total de energia, impulsionada pela eletrificação industrial, pela necessidade de ar-condicionado, por veículos elétricos e por data centers, segundo o ET EnergyWorld.
Os Estados Unidos anunciaram uma parceria entre uma empresa estadunidense e uma desenvolvedora paraguaia para construir uma estrutura de computação de alto desempenho abastecida pela energia da usina hidrelétrica de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai, segundo o G1. De acordo com o Departamento de Estado dos Estados Unidos, o projeto deverá atender clientes de serviços de computação em nuvem dos Estados Unidos e da América Latina.
Múltiplos serviços do Google Cloud enfrentavam interrupções graves de rede no data center europeu da empresa em Londres nesta terça-feira, segundo o site de status dos serviços da companhia. O banco digital britânico Revolut disse que enfrentava interrupção em vários serviços, que uma fonte próxima do caso atribuiu à pane do Google Cloud. O Google afirmou que o incidente começou às 06h08 GMT de terça-feira.
O fornecimento de energia em Vladimir, interrompido localmente por um ataque com drones, foi restabelecido a 80%, com o calor e a água integralmente restabelecidos, segundo o governador da região, Alexander Avdeyev. A Yandex informou que o ataque danificou suas instalações e provocou o fechamento completo do seu centro de dados na região de Vladimir – o terceiro grande centro de dados da empresa a ficar fora de operação nos últimos dias.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter atingido de madrugada data centers, instalações portuárias ucranianas e embarcações a serviço dos militares ucranianos, incluindo o data center TeNet, em Odessa, usado para processar, transmitir e armazenar informações, segundo o ministério, citado pela Sputnik.
A infraestrutura do data center da Yandex em Vladimir foi danificada em um ataque de drone, e a operação do centro foi totalmente suspensa, segundo a TASS. Não houve vítimas, de acordo com a agência.
A Yandex suspendeu nesta quinta-feira as operações de um de seus principais data centers após um ataque com drone, em meio à campanha ucraniana contra a infraestrutura russa, segundo a CNBC. O ataque provocou incêndio no data center da empresa em Sasovo, na região de Ryazan, no oeste da Rússia, e afetou parte da infraestrutura, disse a Yandex à CNBC. Grupos de fontes abertas (OSINT) Exilenova+ e ASTRA identificaram o local como o Yandex DC Sasovo, que a própria empresa descreve como seu maior data center, segundo o Kyiv Independent.
Os bombardeios russos ininterruptos mataram ao menos sete pessoas e feriram mais de 80 na Ucrânia nesta segunda-feira, segundo a Associated Press. No domingo, 27 de setembro, a Rússia atingiu a sede da Kyivstar, a maior operadora móvel do país, sem vítimas, e o Ministério da Defesa russo disse ter bombardeado um data center da Vodafone Ucrânia, a segunda maior operadora de celular do país, segundo a Reuters. Em Kiev, o prédio da Academia Nacional de Ciências foi atingido no distrito de Shevchenkivskyi e uma mulher morreu, segundo a administração militar da cidade.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia ampliou os alvos dos seus ataques para data centres e provedores de internet, segundo a BBC News. Na sexta-feira, 25 de setembro de 2026, um drone russo atingiu um centro empresarial em Kiev, matando quatro pessoas e danificando um data centre, conforme a mesma reportagem. O Ministério da Defesa da Rússia confirmou ter atingido o site da operadora Datagroup, que segundo ele era usado pela inteligência militar ucraniana.