A União Patriótica do Curdistão (PUK) anunciou a retirada do governo regional do Curdistão iraquiano e disse que não reconhecerá a recente sessão do parlamento nem qualquer decisão dela. O presidente do PUK, Bafel Talabani, comunicou a decisão em vídeo a apoiadores na noite de quinta-feira e criticou duramente o rival Partido Democrático do Curdistão (KDP). O PUK e o Movimento Nova Geração boicotaram a sessão do parlamento regional, mas um pequeno número de parlamentares dos dois partidos compareceu e permitiu sua realização. Talabani ameaçou responder a nomeações unilaterais do KDP com nomeações paralelas para os mesmos cargos: “Você nomeia um presidente da Região, nós nomearemos um presidente da Região. Você nomeia ministros, nós nomearemos ministros. Você nomeia um primeiro-ministro, nós nomearemos um primeiro-ministro.”
Tema: Curdistão
Curdistão: matérias e notas em que a nação sob ocupação é ator central.
A União Patriótica do Curdistão (PUK, na sigla em inglês) anunciou a retirada do governo regional do Curdistão iraquiano e que não reconhecerá a sessão do parlamento nem suas decisões. O presidente do PUK, Bafel Talabani, acusou o rival Partido Democrático do Curdistão (KDP, na sigla em inglês) de usar fundos públicos para comprar deputados e ameaçar parlamentares. Talabani ameaçou responder a nomeações unilaterais do KDP com nomeações paralelas para presidente da região, ministros e primeiro-ministro. O anúncio seguiu a primeira sessão do parlamento regional em quase dois anos para eleger sua liderança, boicotada pelo PUK e pelo Movimento Nova Geração.
Dois drones explosivos atingiram uma base do grupo Komala no vale de Alana, em Balisan, cerca de 90 km a nordeste de Erbil, por volta das 8h45 de quarta-feira, segundo o Rudaw. O Komala afirmou que o ataque causou danos materiais, mas nenhuma baixa, e que o Irã já realizou mais de mil ataques contra a região do Curdistão, no norte do Iraque, com drones e mísseis. Um ataque separado danificou uma casa em Tawella, na província de Halabja, na madrugada de 3 de novembro.
A Turquia transferiu Abdullah Ocalan, fundador do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), para uma seção recém-construída da prisão na ilha onde ele está há 27 anos, disseram parlamentares pró-curdos.
A Turquia transferiu Abdullah Ocalan para uma parte recém-construída da prisão na ilha de Imrali, onde ele está desde 1999, segundo o dirigente curdo Mithat Sancar, em texto da Associated Press (AP) republicado pelo WRAL. Melhorar as condições de prisão de Ocalan, que chefia o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), era uma das principais demandas curdas para encerrar o conflito de 42 anos entre o grupo e as autoridades turcas. Sancar, deputado do partido pró-curdo DEM, pediu que o processo de paz seja acelerado e disse que ele está em “pausa” há dois meses.