Iliana Yotova e seu companheiro de chapa, Kiril Valchev, obtiveram 57,58% dos votos e derrotaram o ex-primeiro-ministro interino Andrey Gyurov no segundo turno da eleição presidencial búlgara, segundo os resultados oficiais. A Deutsche Welle (DW) registrou 57,6% contra 39,5%.
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A Bulgária elegeu Iliana Iotova como sua primeira mulher presidente, segundo resultados oficiais divulgados nesta segunda-feira, em texto da Reuters republicado pela Internazionale. Iotova, de 61 anos, obteve 57,6% dos votos no segundo turno; o rival Andrey Gyurov, de 50 anos, teve 39,5%. A eleição ocorreu após uma série de ataques de drones no último mês contra navios mercantes na costa búlgara do Mar Negro, que mataram ao menos 24 marinheiros. O primeiro-ministro Rumen Radev afirmou que o resultado dos ataques “beneficia a Federação Russa”.
A presidente interina Iliana Iotova venceu o segundo turno das eleições presidenciais da Bulgária com 57,6% dos votos e se tornará a primeira mulher chefe de Estado eleita do país, segundo a Associated Press (AP), em texto publicado pelo Los Angeles Times, e prometeu superar as divisões políticas. O resultado oficial divulgado nesta segunda-feira representa um impulso político para o primeiro-ministro Rumen Radev, que a apoiou para o cargo majoritariamente cerimonial.
Iliana Iotova venceu o segundo turno presidencial da Bulgária com 1.093.852 votos, 57,56% do total, contra 750.251 votos, 39,48%, da chapa de Andrey Gurov e Georgi Kandev, com 99,68% dos votos apurados. Iotova é a sétima presidente do país e a primeira mulher eleita ao cargo. O comparecimento ficou em cerca de 27%.
A presidente interina Iliana Yotova é a aparente vencedora do segundo turno presidencial da Bulgária, mostraram os resultados iniciais da contagem no domingo, e o ex-primeiro-ministro interino Andrey Gyurov reconheceu a derrota. Contagens paralelas de cinco institutos de pesquisa colocaram Yotova entre 56,6% e 58,2% dos votos, contra 38,6% a 40,6% de Gyurov.
A presidente interina da Bulgária, Iliana Iotova, venceu o segundo turno da eleição presidencial deste domingo, segundo pesquisas de boca de urna, com 50,7% a 52,5% dos votos contra 43,4% a 44% de Andrey Gyurov, de acordo com três levantamentos distintos, informou o SCMP. Iotova defende o diálogo com Moscou e se opõe à ajuda militar à Ucrânia.
A Bulgária vota neste domingo no segundo turno da eleição presidencial, depois que a disputa apertada entre os dois principais candidatos não produziu vencedor no primeiro turno, segundo a Reuters. A eleição opõe Iliana Iotova e Andrey Gyurov. A chapa Iotova-Valchev, apoiada pelo partido governista Bulgária Progressista e pelo Partido Socialista Búlgaro, entre outros, ficou em primeiro lugar no primeiro turno, em 25 de outubro de 2026, com 34,76% dos votos, informou a Xinhua. As pesquisas de boca de urna serão divulgadas após o fim da votação, às 20h locais, com resultado provável na segunda-feira, à medida que as cédulas forem contadas, segundo a Reuters.
A Bulgária votou neste domingo num segundo turno presidencial marcado por ameaças à segurança regional e por preocupações econômicas internas, segundo a Associated Press, em texto publicado pela ABC News. Yotova venceu Gyurov por 2,8 pontos percentuais de margem no primeiro turno, em 25 de outubro, que teve o comparecimento mais baixo de que se tem registro.
O porta-contêineres Contship Jet, de propriedade grega e operado pela israelense ZIM Integrated Shipping Services, foi atingido por ao menos três embarcações-drone não tripuladas e afundou no Mar Negro, segundo o Globes. O navio havia partido de Haifa, e os 421 contêineres que levava afundaram com ele. A tripulação foi resgatada ilesa. Os 18 tripulantes, 14 filipinos e quatro ucranianos, foram levados ao porto búlgaro de Varna, segundo o Israel Hayom. A ZIM afirmou que o navio era pequeno, fretado e não próprio, que os tripulantes foram evacuados em segurança e que a estimativa inicial de dano financeiro é mínima, conforme disse a empresa ao Globes.
A eleição presidencial da Bulgária vai ao segundo turno, depois de uma participação baixa recorde, informou o South China Morning Post (SCMP).
A Bulgária vota neste domingo (25/10) em eleição presidencial realizada em meio ao avanço da guerra da Rússia contra a Ucrânia até as águas da costa búlgara do Mar Negro, segundo a Al Jazeera. Pesquisas colocam a presidente em exercício Iliana Iotova, 61, e o ex-primeiro-ministro interino Andrey Gyurov, 50, à frente de uma disputa com 27 candidatos, segundo o The Hindu. O pleito ganhou peso depois de uma série de ataques com drones a navios mercantes na costa búlgara, que provavelmente mataram cerca de duas dezenas de marinheiros internacionais, segundo o The Hindu.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) vai enviar aviões de patrulha marítima, radares e drones ao Mar Negro, depois de uma série de ataques mortais com drones a navios na região, aparentemente ligados à guerra da Rússia na Ucrânia, segundo a Reuters, em texto republicado pelo US News. Um P-8 Poseidon dos Estados Unidos (EUA) começou a patrulhar o Mar Negro para missões de reconhecimento e para detectar qualquer atividade que possa representar risco, disse Radev, segundo o Arab News. Na semana passada, sete marinheiros foram dados como desaparecidos após drones atingirem dois navios-tanque químicos perto da costa romena do Mar Negro, incendiando-os.
Uma ameaça de bomba contra um voo da Austrian Airlines de Tel Aviv a Viena obrigou a aeronave a ser desviada para a Bulgária no domingo, segundo as autoridades búlgaras e a companhia aérea. A companhia disse à AFP que 51 passageiros e seis tripulantes estavam a bordo e que uma busca de segurança no Airbus A320 foi iniciada depois que o avião pousou em segurança em Sófia, cerca de meia hora após a ameaça.
O primeiro-ministro da Bulgária, Rumen Radev, convocou a embaixadora russa depois que dois navios mercantes foram atingidos por drones na costa búlgara do Mar Negro e um deles afundou, segundo a BBC. 11 marinheiros do navio afundado estavam desaparecidos no mar nesta terça-feira, segundo a Reuters. O outro navio, o Chelsea 3, de propriedade ucraniana e bandeira maltesa, foi atingido a 18 milhas náuticas da cidade de Byala, e os 15 tripulantes foram resgatados, segundo a BBC.
O navio mercante Chelsea 3, de bandeira maltesa, foi atacado por três drones não identificados a cerca de 14 milhas náuticas da costa búlgara, na zona econômica exclusiva, com dois marinheiros feridos, segundo a TASS, que cita o site maritime.bg. A tripulação enviou sinal de socorro na noite de segunda-feira e foi evacuada para Varna, com o navio mantido à tona, segundo a TASS, que cita o site maritime.bg.
A Síria pediu uma investigação “independente e transparente” sobre o naufrágio do cargueiro Alfa Watan, cobrando respostas sobre o destino dos 10 tripulantes – nove sírios e um egípcio – que seguem desaparecidos, informou a Al Jazeera. O navio, de bandeira togolesa, afundou na zona econômica exclusiva da Bulgária na terça-feira.
Dois navios mercantes foram atingidos por drones nesta terça-feira, 6 de outubro, na zona econômica exclusiva da Bulgária, no Mar Negro – o primeiro ataque à navegação nessa área de um membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), segundo a CBC News. O navio de bandeira togolesa Alfa Watan sofreu dano estrutural grave e afundou, e a tripulação segue desaparecida. O segundo navio, de bandeira de Palau, pegou fogo e teve a tripulação turca e indiana resgatada, segundo a RFI. O primeiro-ministro da Bulgária disse, segundo a CBC News, que a situação perturba seriamente a navegação no Mar Negro, encarece ainda mais os seguros e torna o transporte marítimo extremamente difícil.
Um navio mercante afundou e a tripulação está desaparecida após um ataque com drones no Mar Negro, segundo autoridades búlgaras. Um segundo navio, que levava grãos, foi atingido dentro da zona econômica exclusiva da Bulgária, disse o primeiro-ministro Rumen Radev. Os 18 tripulantes do segundo navio foram resgatados. Os ataques ocorreram por volta das 03h00 (23h00 GMT), a cerca de 112 km (70 milhas) da cidade costeira de Byala, no leste da Bulgária, e envolveram drones aéreos e marítimos, disse Radev. O navio que afundou navegava sob bandeira do Togo.