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Tema: Bélgica

Matérias e notas sobre Bélgica.

Fluxo

O rei Philippe recusou nesta sexta-feira a demissão do primeiro-ministro Bart De Wever, que vai relançar as discussões na coalizão para tentar fechar um compromisso sobre o orçamento. O palácio real informou que o rei pediu a De Wever que retomasse desde já as negociações orçamentárias e voltasse a relatar em 16 de novembro. O rei ouviu os presidentes dos cinco partidos da maioria e obteve o compromisso formal de que cada um estava disposto a fazer concessões para chegar a um acordo. De Wever quer um esforço fiscal de 10 bilhões de euros até 2029 para reduzir um déficit que passa de 5% do Produto Interno Bruto (PIB). No Parlamento, confirmou que 2027 começará com orçamento de emergência nos moldes dos duodécimos provisórios, enquanto não houver compromisso.

A fornecedora alemã de autopeças Schaeffler anunciou nesta terça-feira o corte de 3.460 empregos e o fechamento de cinco unidades na Europa, citando demanda mais fraca por veículos a combustão, adoção de elétricos abaixo do esperado e competição intensa. Os cortes atingem 16 unidades, entre elas quatro fábricas na Alemanha e uma na Bélgica, com 2.660 vagas eliminadas na Alemanha até 2028, cerca de 9% do quadro central alemão. A empresa espera economizar cerca de 300 milhões de euros por ano até 2030, com custos únicos de aproximadamente 480 milhões de euros, a maior parte contabilizada em 2026.

O primeiro-ministro belga, Bart De Wever, apresentou nesta segunda-feira sua renúncia ao rei Philippe, após o impasse nas negociações orçamentárias da coalizão, e o monarca adiou a decisão até o fim da semana; o governo busca cortes para reduzir um déficit que supera 5% do PIB. O rei iniciará consultas com os líderes dos partidos da coalizão e receberá De Wever novamente na sexta-feira. Todas as forças políticas belgas rejeitam o uso de ativos russos congelados para financiar a Ucrânia, e uma eventual saída de De Wever não mudaria essa posição, segundo o portal Rapporteur, citado pela Sputnik.

Cadeias de supermercados na Suécia, na Bélgica e em Luxemburgo disseram que as temperaturas de refrigeradores e freezers de dezenas de lojas subiram durante a madrugada, o que levantou temores de um ataque cibernético semelhante ao que causou milhões de euros em perdas de alimentos na França. Na Suécia, a rede Coop disse ao diário Aftonbladet que seis de suas lojas foram afetadas, e a ICA afirmou que um “número limitado” de lojas teve os sistemas de refrigeração e congelamento atingidos.

O primeiro-ministro da Bélgica, Bart De Wever, vai apresentar nesta segunda-feira a renúncia do governo ao rei Philippe, depois do fracasso das negociações orçamentárias durante a noite, noticia a mídia local. O governo precisa economizar 10 bilhões de euros para respeitar os limites de gastos da União Europeia (UE): o déficit foi de 5% no ano passado, e as regras europeias permitem no máximo 3%.

Dezenas de supermercados na Bélgica e na Suécia foram atingidos por um suspeito ataque cibernético que afetou refrigeradores e freezers, segundo a BBC. Na Bélgica, cerca de 40 lojas Delhaize e 15 Carrefour foram afetadas; na Suécia, unidades das redes ICA e Coop, e treze lojas SuperValu na Irlanda. Milhares de euros em alimentos tiveram de ser descartados, segundo relatos da mídia local, e uma loja da ICA na Suécia disse que as temperaturas de seus freezers foram ajustadas para 50ºC.

Colonos israelenses atacaram diplomatas europeus, um prefeito francês e o arcebispo de Cambrai em Taybeh, na Cisjordânia ocupada, no sábado, ferindo três pessoas e danificando um carro, segundo o Tehran Times. O vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores da Bélgica, Maxime Prévot, condenou a violência contra palestinos, diplomatas estrangeiros e jornalistas, e disse que o país seguirá pressionando por sanções da União Europeia contra colonos.

Colonos israelenses mascarados atacaram uma delegação de diplomatas europeus na Cisjordânia ocupada, agrediram um prefeito francês e danificaram carros, segundo a BBC. A delegação também incluía autoridades da Bélgica e da Polônia, segundo a Al Jazeera. O chanceler francês, Jean-Noël Barrot, exigiu que Israel reprima a violência criminosa depois que um prefeito francês foi espancado por colonos israelenses na Cisjordânia, e o principal diplomata dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que o país está muito perturbado com as imagens da agressão e pediu que as autoridades israelenses reprimam a violência em todo o território, segundo a TRT World.

A Bélgica condenou neste sábado o ataque de colonos israelenses contra um comboio de diplomatas europeus na Cisjordânia ocupada, no qual um prefeito francês em visita foi espancado. Segundo as testemunhas citadas pelo Middle East Eye, diplomatas das missões francesa, belga e polonesa tinham ido a Taybeh, aldeia majoritariamente cristã na Cisjordânia ocupada, quando colonos chegaram para impedir palestinos de colher azeitonas. O chanceler israelense Gideon Saar também condenou o ataque, chamando-o de “violência de arruaceiros”.

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