Milhares de pessoas atenderam aos apelos dos organizadores e participaram do ato em Tirana, onde as autoridades contabilizaram prédios do governo atacados, dezenas de manifestantes presos e mais de 300 manifestantes e policiais feridos, segundo a Al Jazeera. A polícia de choque usou gás lacrimogêneo, canhões de água e balas de borracha para dispersar manifestantes que atiraram pedras nos policiais e atearam fogo na porta do ministério da Agricultura, segundo o The Hindu. Os protestos, liderados por estudantes, são movidos pela indignação com a corrupção atribuída ao governo, pela falta de empregos e pelo padrão ruim do ensino, e tomaram o centro de Tirana e se espalharam para outras cidades neste mês.
Tema: Albânia
Política e segurança na Albânia
Protestos antigovernamentais na Albânia chegaram ao sétimo dia consecutivo, com o primeiro-ministro Edi Rama renovando a oferta de diálogo incondicional com os manifestantes em meio a choques violentos com a polícia em Tirana, segundo a imprensa local citada pela TRT World. Equipes antimotim usaram gás lacrimogêneo e canhão de água para dispersar a multidão perto do parque Rinia, e os confrontos se intensificaram quando manifestantes atiraram pedras, fogos de artifício e coquetéis molotov contra policiais posicionados perto do Ministério do Interior.
Os protestos contra o governo da Albânia entraram no sétimo dia nesta segunda-feira, com centenas de manifestantes diante do Ministério da Educação gritando “Rama, renuncie”, segundo o jornal The Hindu. As manifestações começaram na terça-feira, com estudantes cobrando condições melhores nas universidades, mensalidades mais baixas e combate à corrupção, e o primeiro-ministro Edi Rama rejeitou os pedidos de renúncia. A Comissão Europeia condenou no domingo o uso de violência em Tirana e em outras cidades, e o Ministério da Saúde informou que 272 pessoas ficaram feridas nos confrontos desde terça-feira, entre elas 169 policiais.
O primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, rejeitou os pedidos de renúncia feitos pelos manifestantes no sexto dia de protestos antigoverno violentos; a polícia albanesa usou canhão de água e gás lacrimogêneo no domingo. O Le Monde registra a mesma exclusão de renúncia no sexto dia de manifestações violentas.
Tirana viveu neste domingo o sexto dia consecutivo de protestos violentos: o primeiro-ministro Edi Rama, em seu quarto mandato, descartou renunciar e o balanço do Ministério da Saúde, divulgado no domingo pela manhã, registrou 65 feridos, 37 deles policiais, e 12 hospitalizados, segundo a Al Jazeera. Centenas de manifestantes se reuniram de novo ao meio-dia em frente ao Ministério da Educação, gritando “Rama, renuncie”, em um impasse tenso com a polícia, que depois usou canhões de água e gás lacrimogêneo para conter a multidão, noticiou o The Hindu.
A polícia albanesa está usando balas de borracha e outros equipamentos de controle de distúrbios para dispersar protestos antigovernamentais no centro de Tirana, no quinto dia consecutivo de manifestações em que os participantes tentam ocupar prédios do governo, segundo a TASS, que cita o portal de notícias CNA. Os manifestantes na Albânia protestam pelo quinto dia seguido para exigir a renúncia do primeiro-ministro, segundo o Le Monde.
A polícia da Albânia disparou o que pareciam ser balas de borracha contra manifestantes neste sábado, no quinto dia de protestos estudantis em massa que pedem a saída do premiê Edi Rama, segundo o South China Morning Post (SCMP). Imagens da Reuters mostraram a polícia disparando com espingarda contra a multidão diante do Ministério da Educação, e repórteres encontraram cartuchos no chão; dois jornalistas da Reuters e vários manifestantes foram atingidos e ficaram com marcas arredondadas. O premiê Edi Rama rejeitou na quinta-feira os pedidos de renúncia, quando milhares de manifestantes quebraram janelas e enfrentaram a polícia com canhão de água e gás lacrimogêneo na capital.
O primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, culpou “mãos estrangeiras” pelos protestos liderados por estudantes que pedem sua renúncia e se tornaram mais violentos, segundo a Al Jazeera. Numa mensagem em vídeo na sexta-feira, ele disse que há “mãos estrangeiras que não desejam que a Albânia esteja em paz”. A polícia afirmou que 160 pessoas foram detidas por supostos atos de violência na quinta-feira à noite, e os protestos se espalharam para Elbasan, Shkodra e Korca, onde manifestantes quebraram janelas e atearam fogo a lixeiras, segundo a mídia local.
Manifestantes invadiram o prédio do Ministério da Educação da Albânia durante a noite e atearam fogo no interior, segundo a polícia, que contabilizou 16 prisões. Centenas de estudantes se reuniram, atiraram pedras contra o ministério e exigiram melhores condições universitárias e a renúncia do primeiro-ministro Edi Rama, segundo a Al Jazeera. Dezenas de milhares de estudantes tomaram as ruas de Tirana na quarta-feira, incendiando um prédio do governo e dois bancos e atirando pedras contra a polícia durante um protesto contra o aumento dos custos da educação e a corrupção, segundo a Reuters, em texto publicado pelo Brasil 247.
O Tribunal Especial de Primeira Instância para a Corrupção e o Crime Organizado da Albânia (GJKKO) decretou, em decisão de 21 de setembro de 2026, prisão domiciliar e suspensão do cargo para a diretora do Serviço de Informação do Estado (SHISH), Vlora Hyseni, no âmbito da investigação sobre a Agência Nacional da Sociedade da Informação (AKSHI), conforme o comunicado da Procuradoria Especial contra a Corrupção e o Crime Organizado (SPAK) reproduzido pelo Albeu e pela Panorama. Hyseni é investigada por divulgação de segredo de investigação e por favorecimento ao autor de um crime; o primeiro-ministro Edi Rama anunciou a demissão imediata dela e disse esperar que “toda suspeita levantada pela acusação seja investigada e esclarecida integralmente por um processo judicial independente”. A Panorama relata que Hyseni estava em Baku, no Azerbaijão, para uma reunião internacional de chefes de serviços de inteligência quando a medida foi decretada, não estava em casa na manhã de terça-feira, 22 de setembro de 2026, e entrou em território albanês pela fronteira de Morina. A Reuters informou que a corte suspendeu a chefe do serviço secreto por suspeita de ter divulgado informação classificada a pessoas não autorizadas, num caso ligado à AKSHI, agência que administra os serviços digitais e a infraestrutura de tecnologia do Estado albanês; Hyseni, nascida no Kosovo, dirige o SHISH desde 2023. A mesma decisão autorizou buscas na casa do ex-diretor-geral da Polícia do Estado, Ilir Proda, e num complexo de casas em Durrës, e decretou prisão preventiva para o chefe de um setor do Instituto de Polícia Científica e para um funcionário de uma empresa privada, segundo o Albeu.