Com a apuração quase final das eleições municipais de quarta-feira, o Congresso Nacional Africano (ANC) ficou com pouco mais de 30% dos votos, o pior desempenho de sua história. A comissão eleitoral informou que o ANC perdeu a maioria em seis das oito regiões metropolitanas, com 98% dos votos contados. O secretário-geral do partido, Fikile Mbalula, disse que o resultado foi “catastrófico para o movimento”, ainda que o ANC siga sendo o maior partido do país.
Tema: África do Sul
Com 80% dos votos apurados nas eleições municipais sul-africanas, o Congresso Nacional Africano (ANC) obtém cerca de 30% dos votos, seu pior resultado histórico.
O líder da Aliança Democrática (DA), Geordin Hill-Lewis, declarou vitória direta na Cidade do Cabo, com 58% dos votos esperados, na quinta-feira, 5 de novembro, e destacou os ganhos do partido entre eleitores negros. As coalizões no Cabo Ocidental seguiam em aberto.
Com 71% dos votos apurados, o Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês) tinha 32% nas eleições municipais, contra 25% da Aliança Democrática, principal rival. Se os números se confirmarem, o ANC perderia cerca de 14 pontos em relação a 2021, resultado que já havia sido o pior do partido. O analista Louw Nel, da Oxford Economics Africa, disse que um resultado de 32% seria “o pior pesadelo do partido se tornando realidade”.
O Tribunal Superior de Durban deve decidir nesta sexta-feira o pedido de Duduzile Zuma-Sambudla para retirar as acusações de terrorismo contra ela, segundo a EWN, em texto republicado pelo AllAfrica. Filha do ex-presidente Jacob Zuma, ela é acusada de incitar terrorismo e violência pública com publicações em redes sociais durante a onda de distúrbios de julho de 2021, que seguiu a prisão do pai. A defesa sustenta que o Estado não apresentou provas suficientes, enquanto a Promotoria Pública Nacional afirma haver fundamentos razoáveis para condenação.
Os Estados Unidos vão retirar a África do Sul e Ruanda da Lei de Crescimento e Oportunidades para a África (AGOA) a partir de 1º de janeiro de 2027, segundo o representante comercial Jamieson Greer, que afirmou que Donald Trump informou o Congresso e os governos dos dois países. Greer justificou a saída citando políticas que “incluem, mas não se limitam a, barreiras que minam o comércio e o investimento americanos e práticas que representam ameaça aos interesses de segurança nacional e de política externa dos Estados Unidos na região”. Gregory Meeks e Jeanne Shaheen afirmaram, em nota do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, que a decisão corre o risco de minar ainda mais os interesses econômicos americanos e de entregar à China uma vantagem estratégica. Os dois pediram que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e a Casa Branca negociem de boa-fé com o governo sul-africano durante o período de notificação de 60 dias.
Com 28% dos votos apurados às 09:22 GMT desta quinta-feira, o Congresso Nacional Africano (ANC) tinha cerca de 32% e a Aliança Democrática (DA) cerca de 28%, segundo resultados da comissão eleitoral, em texto da Reuters republicado pelo Polity. A apuração ainda está no começo, e o resultado pode mudar de forma significativa. Se os números se mantiverem, o ANC ficaria cerca de 14 pontos percentuais abaixo do resultado das municipais de 2021, que já tinham sido o pior da sua história. O painel da comissão eleitoral mostrava o ANC com 31,36% dos votos válidos e a DA com 31,04% às 08:01 desta quinta-feira, diferença de 0,32 ponto percentual. Em Johanesburgo, com 9% apurado, a DA tinha 40,7%; em Tshwane, com 11% apurado, a ActionSA liderava com 29,1%, segundo o boletim do Mail & Guardian. A votação de 4 de novembro foi amplamente projetada como perda de terreno do ANC, com eleitores punindo o partido pela criminalidade alta, pelos escândalos de corrupção e pela falha em serviços básicos como água e eletricidade.
A diretora-geral da Presidência da África do Sul, Phindile Baleni, condenou os assassinatos políticos e disse que a polícia vai responder a esses crimes. A co-presidente do Natjoints, Tebello Mosikili, afirmou que foram registrados 20 homicídios envolvendo representantes políticos, filiados e apoiadores de partidos, com sete prisões efetuadas. O levantamento da Global Initiative Against Transnational Organized Crime aponta ao menos 43 pessoas mortas em suspeitas de assassinatos políticos entre janeiro e setembro deste ano, com 45 ataques registrados em sete províncias.
Com cerca de 12% dos votos apurados, o Congresso Nacional Africano (ANC) tinha cerca de 32% contra 31% da Aliança Democrática (DA), ante 46% do ANC nas municipais de 2021 e 62% em 2011, segundo a Reuters em texto republicado pela CNBC África. Pela contagem da Corporação Sul-Africana de Radiodifusão (SABC), com mais de 26,6 mil votos contados, o ANC marcava 34,37% e a DA 33,58%.
Sul-africanos votaram nesta quarta-feira em eleições locais que decidem os oito principais municípios metropolitanos do país, além de 44 conselhos distritais e 205 conselhos locais, em disputa que deve ser um teste duro para o Congresso Nacional Africano (ANC). Um número recorde de 29,2 milhões de eleitores está registrado em 23.696 seções eleitorais, segundo a Comissão Eleitoral da África do Sul, e mais de 1,4 milhão de votos especiais foram dados na segunda e na terça-feira. Pesquisas indicavam o ANC com menos de um terço dos votos, abaixo dos 45,6% da última eleição municipal, em 2021, e dos 40,2% das eleições nacionais de 2024. Ao todo, 546 partidos disputaram a eleição, e os resultados finais são esperados para domingo. O resultado deve influenciar a disputa pela sucessão de Cyril Ramaphosa na liderança do ANC, na conferência do partido em dezembro de 2027.
Aliko Dangote lançou na quarta-feira a pedra fundamental de um terminal de armazenamento de combustíveis na Namíbia, que servirá de hub de distribuição para o sul da África, em reportagem do OilPrice baseada em apuração da Bloomberg. O projeto, de US$ 2,5 bilhões, inclui um depósito fora do porto de Walvis Bay e um duto de 1.700 quilômetros para levar combustíveis a Botsuana e à África do Sul, e potencialmente a outros países. “Queremos investir pesado para que a maioria dos países sem litoral possa acessar produtos de petróleo a preço mais barato”, disse Dangote no evento. A oferta pública de uma fatia minoritária da refinaria de Dangote pode captar até US$ 2,1 bilhões se a empresa exercer a opção de lote suplementar.
A África do Sul realizou eleições locais nesta quarta-feira em meio a descontentamento com cortes de água, apagões e infraestrutura deteriorada, e o Congresso Nacional Africano (ANC) está a caminho de um resultado duro. Pesquisas apontam o ANC com menos de um terço dos votos, ante 45,6% nas últimas eleições municipais, em 2021, e 40,2% nas nacionais de 2024. As seções eleitorais abriram às 7h e fecharam às 9h da noite, no horário local (5h e 19h GMT). A disputa é pelo controle das principais cidades e deve oferecer uma medida do humor nacional antes das próximas eleições gerais.
No desdobramento das municipais sul-africanas, as pesquisas apontam o Congresso Nacional Africano (ANC) com menos de um terço dos votos, abaixo dos 45,6% de 2021 e dos 40,2% de 2024, com a fragmentação podendo fazê-lo perder prefeituras apesar de seguir como maior partido, e em eThekwini o uMkhonto we Sizwe (MK) aparece acima de 40%. A comissão eleitoral tem uma semana para anunciar o resultado final, e os partidos terão duas semanas para formar conselhos e eleger prefeitos.
A África do Sul realiza eleições municipais, e o Congresso Nacional Africano (ANC) tenta provar que ainda tem condições de governar após perder a maioria parlamentar na eleição nacional de 2024. A má governança e a apatia dos eleitores vêm corroendo o apoio ao ANC em townships como Alexandra, a nordeste de Johanesburgo. Pesquisa Ipsos aponta o partido Aliança Democrática com 25% de apoio nesta eleição, contra 22% na anterior.
África do Sul e Ruanda vão perder o acesso livre de tarifas ao mercado dos Estados Unidos depois de serem excluídas do programa AGOA (Lei de Crescimento e Oportunidades para a África), segundo a France 24. Com o fim do programa, a África do Sul se prepara para perdas de empregos.
O governo da África do Sul confirmou a intenção dos Estados Unidos de retirar os benefícios do país sob a Lei de Crescimento e Oportunidades para a África (AGOA) a partir de 1º de janeiro de 2027, com aviso prévio de 60 dias, segundo o SAnews, serviço de notícias do governo sul-africano. O ministro do Comércio, Indústria e Concorrência, Parks Tau, afirmou que a decisão não define a relação mais ampla entre os dois países e que uma solução depende da disposição de ambos os lados. Segundo o governo, Washington introduziu questões novas fora do escopo do processo de negociação iniciado em 2025. As exportações sul-africanas sob a AGOA somaram cerca de US$ 1,7 bilhão em 2025, ante US$ 4 bilhões em 2024, e responderam por cerca de 1% das exportações totais do país. O comércio bilateral chegou a US$ 28,8 bilhões em 2025, com mais de 600 empresas americanas operando no país. A África do Sul fornece aos Estados Unidos 12 dos 50 minerais considerados críticos por Washington e 70% dos isótopos usados em tratamentos contra câncer.
O representante comercial dos Estados Unidos (EUA), Jamieson Greer, disse na segunda-feira que Washington pretende suspender a África do Sul e Ruanda do acesso isento de tarifas ao mercado americano pela Lei de Crescimento e Oportunidades para a África (AGOA), com a África do Sul como a maior beneficiária, exportando cerca de 1,7 bilhão de dólares em mercadorias em 2025, citando barreiras ao comércio e ao investimento americanos, corrupção e ameaças à segurança nacional e à política externa americana, além da ação sul-africana contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) por genocídio – o governo sul-africano disse ter recebido aviso prévio de 60 dias para a retirada dos benefícios a partir de 1º de janeiro de 2027, com o ministro do Comércio, Parks Tau, afirmando que a decisão não define a relação mais ampla entre os dois países e que a solução dependerá da disposição de ambos para negociar, e que cerca de 10% das exportações aos Estados Unidos entraram pela AGOA em 2025, ante 28% em 2024.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, notificou o Congresso da intenção de excluir Ruanda e a África do Sul do programa de preferências comerciais AGOA (African Growth and Opportunity Act) a partir de 1º de janeiro de 2027, alegando barreiras ao comércio e ao investimento americanos e preocupações com segurança nacional e política externa na região. A revisão anual concluiu que os governos dos dois países adotam práticas incompatíveis com os critérios de elegibilidade, afirmou o representante comercial Jamieson Greer.
O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, disse nesta segunda-feira que Washington pretende suspender a África do Sul e Ruanda do acesso livre de tarifas ao mercado norte-americano no âmbito da Lei de Crescimento e Oportunidades para a África (AGOA), segundo a Reuters, em texto republicado pelo WHTC.
Divergências profundas sobre as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio devem inviabilizar ações e declarações unificadas na reunião de dois dias dos chanceleres das 20 maiores economias, em Atlanta, segundo a Reuters, em texto republicado pelo US News. Os Estados Unidos não convidaram a África do Sul para a ministerial, que ocorre nos dias 30 e 31 de outubro.
O porta-voz da chancelaria chinesa, Guo Jiakun, disse que a China apoia a África do Sul a continuar participando das atividades ligadas ao G20, segundo o TRT World. O porta-voz afirmou que a África do Sul é “um membro importante do G20” e que Pequim “apoia que siga participando nas atividades que se desenvolvem no âmbito do grupo”, segundo a EFE, em texto republicado pelo swissinfo.ch.
A África do Sul interrompeu uma nova diretriz para o processamento de pedidos de asilo depois que protestos violentos eclodiram em Joanesburgo e Durban, segundo a DW. A suspensão dos pedidos de asilo veio após os distúrbios recentes, informou a France 24.
O candidato da Aliança Democrática à prefeitura de Durban, Haniff Hoosen, disse que receberia Benjamin Netanyahu apesar do mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI). Perguntado se o receberia caso o primeiro-ministro israelense viajasse à cidade, respondeu: “Por que não, se ele vem visitar a cidade?”, em debate eleitoral no início desta semana, segundo o Middle East Eye.
Uma multidão de cerca de 50 pessoas espancou até a morte um estrangeiro nesta quinta-feira no centro de Durban, cidade portuária da África do Sul que é um ponto de tensão anti-migrantes, informou a polícia.
O Comitê Norueguês do Nobel concedeu o Prêmio Nobel da Paz de 2026 à jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay, segundo a Al Jazeera. O comitê disse homenageá-la pelos “esforços para promover a paz e o direito internacional”, e Pillay é ex-juíza do Tribunal Penal Internacional (TPI) e ex-alta-comissária da Organização das Nações Unidas (ONU) para os direitos humanos, segundo a CBS News.
Navanethem “Navi” Pillay, 85 anos, ex-chefe de direitos humanos da ONU e juíza da Corte Internacional de Justiça, venceu o Nobel da Paz 2026, segundo o The Guardian. O comitê norueguês a reconheceu por esforços para promover a paz e o direito internacional, disse Jørgen Watne Frydnes, presidente do comitê. O prêmio deste ano teve 287 candidaturas e paga 12 milhões de coroas suecas, cerca de US$ 1,2 milhão.
O Departamento de Assuntos Internos da África do Sul retirou a diretriz de 28 de setembro sobre a recepção de pedidos de asilo após protestos antimigrantes violentos em Durban e Soweto, diretriz que operacionalizava a decisão de julho da Corte Constitucional no caso Centro Scalabrini da Cidade do Cabo, segundo o AllAfrica.
Protestos antimigrantes ficaram violentos em Soweto, em Joanesburgo, e em Durban nesta quinta-feira, com dezenas de carros incendiados e comércios de estrangeiros fechados à força, segundo a polícia. A comissária interina de polícia, Puleng Dimpane, disse que 10 veículos foram incendiados em Joanesburgo e 14 em Durban, onde três pessoas foram presas. Os manifestantes se opõem a uma decisão de julho da Corte Constitucional que remove barreiras processuais ao pedido de asilo, inclusive para quem entrou de forma irregular. O porta-voz do governo, William Baloyi, atribuiu a violência à informação deliberadamente falsa sobre a decisão judicial e disse que ela não concede automaticamente refúgio, residência permanente ou direitos a migrantes sem documentos.
Atiradores mataram ao menos 27 pessoas em dois ataques em massa em Joanesburgo e na Cidade do Cabo, em 27 de setembro de 2026, segundo a polícia. Oito homens armados com fuzis e pistolas invadiram um bar a sudoeste de Joanesburgo na noite de sábado, matando 17 pessoas e ferindo 15. Em um churrasco na periferia da Cidade do Cabo, atiradores mataram 10 pessoas e feriram 11 na madrugada de domingo. A polícia informou que nenhum suspeito foi preso em nenhum dos dois casos.
O novo embaixador da África do Sul em Washington disse à BBC que o suposto genocídio branco não existe. Em Nova York, o chanceler Ronald Lamola afirmou que a história do genocídio branco não existe e não tem evidência.
Homens armados invadiram uma casa no município de KwaMakhutha, a cerca de 30 quilômetros ao sul de Durban, na noite desta terça-feira, 22 de setembro de 2026, e mataram pelo menos 11 pessoas que participavam de uma festa, entre elas uma mulher que estaria grávida; outras três ficaram feridas, segundo a polícia sul-africana citada pelo The Hindu e pelo Al Jazeera. O primeiro-ministro da província de KwaZulu-Natal, Thamsanqa Ntuli, disse que os atiradores entraram pouco antes das 23h (UTC-3) e que o motivo não é conhecido; a emissora local eNCA relatou que as vítimas foram forçadas a entrar em um único cômodo antes dos disparos. A polícia informou que parte dos mortos já constava do radar da inteligência criminal por suspeita de atividades ilegais e que uma desavença entre grupos rivais não pode ser descartada. A África do Sul tem uma das maiores taxas de homicídio do mundo, com média de cerca de 60 assassinatos por dia em uma população de aproximadamente 62 milhões de habitantes, segundo o Al Jazeera.
O movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) lançou uma petição que pede a suspensão da participação de Israel na Organização das Nações Unidas (ONU), endereçada ao presidente da 81ª Assembleia Geral, Khalilur Rahman, ministro das Relações Exteriores de Bangladesh, e defende que Israel seja tratado como a África do Sul da era do apartheid. Divulgada nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2026, durante o debate geral da Assembleia, a petição alega que Israel violou o direito internacional, descumpriu resoluções e decisões de órgãos das Nações Unidas e da Corte Internacional de Justiça e atacou instalações e funcionários da ONU, segundo a agência de notícias palestina WAFA.
11 pessoas foram mortas e três ficaram feridas num ataque a tiros na noite de terça-feira, 22 de setembro de 2026, na área de Ziko, em KwaMakhutha, ao sul de Durban, na África do Sul. Homens armados invadiram uma casa onde 14 pessoas estavam reunidas e atiraram pouco antes das 23h no horário local (18h em Brasília), segundo a emissora sul-africana eNCA e o portal Eyewitness News. Uma mulher grávida está entre os mortos: 10 pessoas morreram no local e uma a caminho do hospital. Os atacantes também incendiaram um carro que pertencia a uma das vítimas, segundo a eNCA. A polícia de KwaMakhutha e a equipe de rastreamento do distrito de eThekwini trabalham no local e ainda não informaram o motivo, segundo o The Citizen.
O governo da Colômbia retirou a declaração de intervenção que apresentara em 5 de abril de 2024 no caso sobre o genocídio na Faixa de Gaza movido pela África do Sul contra Israel na Corte Internacional de Justiça (CIJ). A corte tornou pública nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, a decisão que a Colômbia comunicou em 18 de setembro, segundo a página oficial do caso na CIJ e a Agência Anadolu. A intervenção se dava sob o artigo 63 do estatuto da corte, que faculta a um Estado que não é parte na disputa se manifestar quando o caso envolve a interpretação de uma convenção de que também é signatário. A Colômbia nunca foi parte no processo principal, e a retirada não altera o seu andamento. A decisão reverte a política de Gustavo Petro, que rompeu relações com Israel em maio de 2024 e suspendeu a exportação de carvão colombiano ao país. Abelardo de la Espriella, empossado em 7 de agosto de 2026, restabeleceu as relações diplomáticas e econômicas, segundo o Middle East Eye e a Agência Anadolu: o governo planeja reabrir a embaixada em Jerusalém, criar uma comissão econômica bilateral e enviar uma delegação a Israel em outubro. O chanceler de Israel, Gideon Sa’ar, agradeceu a retirada, segundo o ColombiaOne.