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O Supremo Tribunal de Justiça de Israel proibiu funcionários das mesas de votação e observadores indicados por partidos de usar ferramentas digitais para contabilizar eleitores e transmitir os números em tempo real às organizações que representam.

A decisão foi tomada por dois votos a um e derrubou uma autorização concedida por Dean Livne, diretor interino do Comitê Central de Eleições, que havia permitido a prática. A medida ocorre a poucos dias das eleições parlamentares israelenses, marcadas para 27 de outubro de 2026.

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