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A trégua comercial entre a União Europeia (UE) e a China rachou semanas depois do acordo, com ameaças mútuas de retaliação: o embaixador da China na UE, Cai Run, ameaçou com contramedidas caso Bruxelas adote medidas restritivas e discriminatórias contra o país.

O comissário de Comércio da UE, Maros Sefcovic, planeja apresentar em 9 de dezembro um pacote de instrumentos para que empresas europeias reajam mais rápido em caso de retaliação mútua, inclusive limitando exportações ao bloco. O acordo interino prevê que a China aceite uma cota anual de 350 mil híbridos exportados para a UE sem retaliar, e a negociação segue para ampliá-lo.

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