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O Export Trading Group (ETG) move uma arbitragem internacional de US$ 120 milhões contra o governo de Moçambique para recuperar o valor de 40 mil toneladas de feijão, milho e arroz apreendidas sob decisão de um juiz de Nacala depois anulada por corrupção, num processo aberto em 16 de outubro de 2024.

Em reunião com o presidente Daniel Chapo em 22 de outubro, o grupo propôs uma fábrica de fertilizantes de US$ 2 bilhões movida a gás moçambicano. A Companhia Industrial da Matola (CIM) contestou em 12 de outubro, no Tribunal Administrativo, o monopólio do Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) sobre a importação de grãos, acusando o ministro da Economia, Basílio Muhate, e o instituto de elevarem sem autorização a taxa paga por importadores de US$ 5 para US$ 16 por tonelada.

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