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Os 16 representantes do bloco do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na Comissão Eleitoral Central escreveram a Sohlberg pedindo discussão urgente sobre suspeita de compra de votos por suspeitos árabes, segundo o Times of Israel – Sohlberg, também vice-presidente da Suprema Corte, respondeu que ninguém tem poder legal para adiar a publicação oficial e marcou a reunião de quarta-feira para as 9h, antes do previsto, para uma discussão mais ampla.

O bloco pró-Netanyahu somou 53 cadeiras, com 27 do Likud, enquanto os outros 67 assentos se dividem entre partidos liderados por judeus, com 48, e partidos liderados por árabes, com 19.

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