O chefe da comissão eleitoral central de Israel disse neste domingo (1º de novembro de 2026) que a investigação em curso sobre suposto financiamento estrangeiro no pleito recente não vai pôr em dúvida o resultado, observando que, até agora, “as suspeitas seguem sendo suspeitas”.
Em mensagem em vídeo, ele garantiu aos israelenses que “a escolha feita nas urnas será respeitada” e que a eleição “transcorreu corretamente”. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e seu partido, o Likud, acusam partidos árabes de terem “roubado” o voto, no qual tiveram ganhos inéditos. A votação de terça-feira (27 de outubro) não deu maioria parlamentar a nenhum bloco: Netanyahu e aliados ficaram com 53 cadeiras e o campo de Eisenkot com 48, ambos aquém das 61 necessárias. O Tribunal de Magistrados de Beersheba ordenou a soltura de um suspeito e rejeitou o pedido da polícia de prorrogar por oito dias a detenção de outros dois.