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O Shin Bet (o serviço de segurança interna de Israel) afirmou nesta quinta-feira que a apuração sobre suspeita de interferência estrangeira na eleição se baseou em inteligência que ele próprio coletou e rejeitou que o material tivesse vindo de um partido político, além de advertir contra usar a investigação para lançar suspeita sobre toda uma comunidade de eleitores, segundo o Jerusalem Post.

O Comitê Eleitoral Central rejeitou as alegações de fraude sistemática, afirmando que o pleito transcorreu de forma legal, e a polícia disse não haver respaldo investigativo para as alegações amplas de roubo da eleição feitas pelo Likud.

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