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A Embaixada da China em Papua-Nova Guiné afirmou que o objeto interceptado em uma instalação de Port Moresby e reportado como projétil de artilharia era uma garrafa de vinho em formato de obus, citando informações da empresa envolvida e uma verificação no local.

A embaixada declarou que o contrabando de um projétil militar ilegal da China para Papua-Nova Guiné era praticamente impossível diante das leis chinesas de controle de armas. A China rejeita a alegação e sustenta que o objeto não oferece perigo, segundo o South China Morning Post.

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