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<title>GEOPOL – Sudão do Sul</title>
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<description>Cobertura geopolítica 24/7 de conflitos, energia, segurança e cadeias de suprimento, para o leitor brasileiro.</description>
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<lastBuildDate>Sat, 07 Nov 2026 21:40:00 -0300</lastBuildDate>
<item><title>Ataques de drones que mataram ao menos 30 pessoas em Abyei em outubro acrescentaram “uma dimensão nova e preocupante” à segurança na área disputada, disse ao Conselho de Segurança o chefe de…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/f3bc4c65/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/f3bc4c65/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 01:26:00 -0300</pubDate><description>Ataques de drones que mataram ao menos 30 pessoas em Abyei em outubro acrescentaram “uma dimensão nova e preocupante” à segurança na área disputada, disse ao Conselho de Segurança o chefe de operações de paz da ONU, Jean-Pierre Lacroix. Os ataques de 19 de outubro foram os primeiros do tipo em Abyei, provocaram grandes incêndios, feriram cerca de 59 pessoas e forçaram dezenas de civis a deixar suas casas. Lacroix pediu uma investigação rápida e independente e que os dois governos mantenham o status desmilitarizado da área. Amiet, principal centro econômico de Abyei, é ponto de trânsito de mais de 49 mil refugiados e retornados que fugiram da guerra no Sudão. Sudão e Sudão do Sul retomaram as conversas formais em agosto, e o segundo encontro do mecanismo político e de segurança conjunto está marcado para Cartum, de 8 a 10 de novembro.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>Chifre da África</category><category>Drones</category><category>ONU</category></item>
<item><title>O balanço do ataque de drone ao mercado de Amiet, em Abyei, subiu de 73 para 153 mortos, segundo autoridades locais citadas pela AllAfrica.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/8d965b16/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/8d965b16/</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 03:23:00 -0300</pubDate><description>O balanço do ataque de drone ao mercado de Amiet, em Abyei, subiu de 73 para 153 mortos, segundo autoridades locais citadas pela AllAfrica. O ataque de segunda-feira também forçou cerca de 8.000 pessoas a fugir e provocou condenação da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Reino Unido.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>Conflito</category></item>
<item><title>Um ataque de drone perto do mercado de Amiet, em Abyei, matou ao menos 150 pessoas, segundo a Al Jazeera.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/014e350b/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/014e350b/</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2026 03:21:00 -0300</pubDate><description>Um ataque de drone perto do mercado de Amiet, em Abyei, matou ao menos 150 pessoas, segundo a Al Jazeera. A administração local fala em 153 mortos e atribui o ataque ao Exército do Sudão, sem apresentar provas, segundo o The Guardian, em texto publicado no endereço que registra o balanço e a acusação, enquanto a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) diz ter recebido mais de 20 feridos, vários em estado crítico, inclusive com queimaduras.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>Conflito</category><category>Direitos humanos</category></item>
<item><title>Ataques com drones deixaram 150 mortos em duas áreas do estado de Kordofan Ocidental no domingo à noite, segundo fontes ouvidas pelo Sudan War Observatory.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/b564a69c/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/b564a69c/</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2026 13:23:00 -0300</pubDate><description>Ataques com drones deixaram 150 mortos em duas áreas do estado de Kordofan Ocidental no domingo à noite, segundo fontes ouvidas pelo Sudan War Observatory. Em Abyei, área de fronteira disputada entre Sudão e Sudão do Sul, 73 pessoas foram mortas quando drones atingiram um mercado na segunda-feira, disse o ministro da Informação da região, segundo a BBC.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>Conflito</category><category>Direitos humanos</category></item>
<item><title>Confrontos intercomunitários mataram cerca de 71 pessoas na cidade de Rumbek, no Estado dos Lagos, no Sudão do Sul, segundo o governo interino.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/52281dd6/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/52281dd6/</guid><pubDate>Mon, 12 Oct 2026 15:23:00 -0300</pubDate><description>Confrontos intercomunitários mataram cerca de 71 pessoas na cidade de Rumbek, no Estado dos Lagos, no Sudão do Sul, segundo o governo interino. Um comunicado do Ministério da Informação interino do Sudão do Sul afirmou que cerca de 71 pessoas foram mortas, incluindo quatro soldados, e que o número exato ainda não foi verificado. Testemunhas disseram à AFP que um grupo de fora de Rumbek tentou assumir o controle da cidade e conseguiu por pouco tempo; os atacantes recuaram quando reforços policiais e militares chegaram.</description><category>Sudão do Sul</category><category>África</category><category>Conflito</category></item>
<item><title>O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, dissolveu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o Governo Transitório de Unidade Nacional e nomeou uma administração interina que vai conduzir o país…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/eb5d77ac/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/eb5d77ac/</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 05:05:00 -0300</pubDate><description>O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, dissolveu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o Governo Transitório de Unidade Nacional e nomeou uma administração interina que vai conduzir o país até a eleição de 22 de dezembro, a primeira desde a independência, em 2011. O decreto, lido pela emissora estatal, removeu todos os vice-presidentes, ministros e administradores locais e dissolveu as assembleias nacional e estaduais; o Judiciário e as instituições de segurança permaneceram, e Kiir segue no cargo “durante o período eleitoral até que o próximo presidente eleito assuma”, segundo o Al Jazeera. A medida veio um dia depois de o parlamento aprovar emendas à Lei Nacional de Eleições que desvincularam o pleito da conclusão de uma constituição permanente e da realização do censo, mudanças sancionadas por Kiir na noite de segunda-feira e rejeitadas pela Aliança de Oposição do Sudão do Sul, segundo a Reuters, por terem sido feitas sem consulta adequada entre as partes do acordo de paz de 2018. O rival histórico de Kiir, Riek Machar, líder do principal partido de oposição, está em prisão domiciliar desde março de 2025 e responde a processo por acusações que incluem traição e homicídio, que nega. Seguem pendentes a constituição permanente, o registro de eleitores e a unificação das forças armadas leais a partidos rivais. A Anistia Internacional chamou o decreto de passo rumo ao pleito e pediu condições para votar e ser candidato; analistas ouvidos pela agência France-Presse disseram que as emendas concentram poderes no presidente. A guerra civil encerrada em 2018 deixou cerca de 400 mil mortos e milhões de deslocados, segundo as Nações Unidas.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>África</category><category>Eleições</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, dissolveu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o governo de unidade nacional de transição criado pelo acordo de paz de 2018 e nomeou uma administração…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/d4fbb142/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/d4fbb142/</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 23:35:00 -0300</pubDate><description>O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, dissolveu nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, o governo de unidade nacional de transição criado pelo acordo de paz de 2018 e nomeou uma administração interina que vai conduzir o país até as primeiras eleições nacionais, marcadas para 22 de dezembro de 2026, segundo a Radio Tamazuj e a Al Jazeera. A ordem republicana lida pela emissora estatal South Sudan Broadcasting Corporation (SSBC) afastou o primeiro vice-presidente, Riek Machar, e os quatro vice-presidentes, dissolveu a Assembleia Legislativa Nacional de Transição, o Conselho de Estados, os governos dos 10 estados e as três áreas administrativas, e manteve Kiir no cargo durante todo o período eleitoral, até a posse do presidente eleito.

A dissolução veio um dia depois de o parlamento aprovar emendas à Lei Nacional de Eleições de 2012 que retiraram a exigência de concluir a constituição permanente e o censo nacional antes da votação, duas etapas previstas no acordo de 2018. A Aliança de Oposição do Sudão do Sul rejeitou as mudanças por falta de consulta entre os signatários, e analistas ouvidos pela Agence France-Presse (AFP) dizem que o arranjo concentra poderes no presidente: “Kiir será a única pessoa no poder, sem vice-presidentes, sem Executivo, sem parlamento”, disse à AFP o advogado Michael Wani, ex-integrante da comissão que redigiu a constituição. Machar, rival histórico de Kiir, segue em prisão domiciliar e responde a acusações de traição e homicídio, que nega. A Anistia Internacional chamou o decreto de “passo decisivo” rumo à primeira eleição do país desde a independência, em 2011, e pediu garantias de um ambiente seguro para votar e ser candidato.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>Chifre da África</category><category>Eleições</category></item>
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