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<title>GEOPOL – Paquistão</title>
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<description>Cobertura geopolítica 24/7 de conflitos, energia, segurança e cadeias de suprimento, para o leitor brasileiro.</description>
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<lastBuildDate>Sat, 07 Nov 2026 21:35:00 -0300</lastBuildDate>
<item><title>Um astronauta paquistanês integrará a tripulação da Shenzhou-24 e será o primeiro estrangeiro a bordo da estação espacial chinesa, segundo a mídia estatal chinesa.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/4bbea307/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/4bbea307/</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2026 10:24:00 -0300</pubDate><description>Um astronauta paquistanês integrará a tripulação da Shenzhou-24 e será o primeiro estrangeiro a bordo da estação espacial chinesa, segundo a mídia estatal chinesa. Segundo a Agência Espacial Tripulada da China, ele fará um voo curto em órbita e retornará à Terra na Shenzhou-23; a data de lançamento não foi divulgada.

A missão será o primeiro voo conjunto de astronautas chineses e estrangeiros na história do programa tripulado chinês. Dois candidatos paquistaneses, Muhammad Zeeshan Ali e Khurram Daud, começaram o treinamento ao lado de colegas chineses neste ano, e um deles seria escolhido especialista de carga para um voo de curta duração. O voo faz parte de acordo assinado por China e Paquistão em fevereiro de 2025.</description><category>China</category><category>Paquistão</category><category>Ásia Oriental</category><category>Tecnologia</category></item>
<item><title>A Agência Espacial Tripulada da China informou que um astronauta paquistanês integrará a missão Shenzhou-24 como especialista de carga, no primeiro voo conjunto de astronautas chineses e estrangeiros…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/7569d365/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/7569d365/</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2026 02:28:00 -0300</pubDate><description>A Agência Espacial Tripulada da China informou que um astronauta paquistanês integrará a missão Shenzhou-24 como especialista de carga, no primeiro voo conjunto de astronautas chineses e estrangeiros na história do programa espacial tripulado do país. A agência não informou a data de lançamento; depois de um voo curto em órbita, o astronauta voltará à Terra na nave Shenzhou-23.</description><category>China</category><category>Paquistão</category><category>Ásia Oriental</category></item>
<item><title>O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, está envolvido pessoalmente há duas semanas em conversas indiretas com o Irã para obter um novo cessar-fogo e reiniciar as negociações nucleares…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/024c2f20/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/024c2f20/</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2026 00:23:00 -0300</pubDate><description>O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, está envolvido pessoalmente há duas semanas em conversas indiretas com o Irã para obter um novo cessar-fogo e reiniciar as negociações nucleares, segundo o Axios, que citou duas fontes, em relato publicado pela TRT World. Vance fala quase diariamente com o primeiro-ministro do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al-Thani, com o chefe do Exército paquistanês, marechal Asim Munir, e com outros mediadores. Há duas semanas, enviou carta a Mohsen Rezaei, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, propondo volta às negociações diretas; autoridades iranianas disseram que a carta criou impulso positivo. Os mediadores discutiram uma reunião técnica de nível de trabalho entre os dois lados nos próximos dias, que ainda não ocorreu.</description><category>Estados Unidos</category><category>Irã</category><category>Catar</category><category>Paquistão</category><category>Diplomacia</category><category>Nuclear</category></item>
<item><title>Parlamentares turcos ratificaram na quinta-feira, 5, um acordo de cooperação em defesa entre Turquia, Paquistão e Arábia Saudita, enquanto Riad busca apoio regional no conflito com os houthis do…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/44a53d53/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/44a53d53/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 22:22:00 -0300</pubDate><description>Parlamentares turcos ratificaram na quinta-feira, 5, um acordo de cooperação em defesa entre Turquia, Paquistão e Arábia Saudita, enquanto Riad busca apoio regional no conflito com os houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã – o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, de 16 artigos e assinado em agosto, obriga os três países a tratar um ataque contra um deles como ataque contra todos, foi aprovado por 279 votos a 119 num parlamento de 600 cadeiras apesar da objeção da oposição, que alegou risco de arrastar a Turquia a guerras regionais, prevê secretariado na Arábia Saudita sob o general paquistanês reformado Nauman Mahmood e vale por 10 anos. O Artigo 2º prevê assistência imediata ao membro atacado com “toda a gama de medidas de assistência mútua”, e autoridades turcas dizem que o acordo é defensivo e que nenhuma tropa turca será enviada para combater no Iêmen ou atacar os houthis.</description><category>Turquia</category><category>Arábia Saudita</category><category>Paquistão</category><category>Defesa</category><category>Oriente Médio</category></item>
<item><title>O Parlamento da Turquia ratificou nesta sexta-feira o pacto de defesa de Meca, assinado em agosto com a Arábia Saudita e o Paquistão.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/ad222484/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/ad222484/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 07:22:00 -0300</pubDate><description>O Parlamento da Turquia ratificou nesta sexta-feira o pacto de defesa de Meca, assinado em agosto com a Arábia Saudita e o Paquistão. A ratificação foi aprovada por 279 votos a 119, com 398 dos 592 deputados presentes. O acordo de 16 artigos compromete os três países a tratar um ataque contra um deles como ataque contra todos e prevê cooperação militar, troca de inteligência e laços na indústria de defesa. Qualquer envio de tropas turcas exigirá aprovação separada do parlamento. O ministro da Defesa, Yasar Guler, afirmou que Ancara não prevê entrar em conflito com os houthis. O governo da Síria já manifestou interesse em aderir ao pacto. O presidente Recep Tayyip Erdogan deve publicar a lei no Diário Oficial ainda nesta semana, colocando-a em vigor.</description><category>Turquia</category><category>Arábia Saudita</category><category>Paquistão</category><category>Houthis</category><category>Defesa</category><category>Oriente Médio</category></item>
<item><title>O chanceler turco, Hakan Fidan, disse que outros países da região que compartilhem uma visão comum de paz podem aderir à aliança de defesa de Meca formada por Turquia, Paquistão e Arábia Saudita…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/086494fd/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/086494fd/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 06:21:00 -0300</pubDate><description>O chanceler turco, Hakan Fidan, disse que outros países da região que compartilhem uma visão comum de paz podem aderir à aliança de defesa de Meca formada por Turquia, Paquistão e Arábia Saudita, segundo a TRT World. Fidan afirmou que a aliança busca contribuir para a estabilidade regional fortalecendo a dissuasão, em artigo na revista mensal AA Briefing, da agência Anadolu, depois de o parlamento turco ratificar o pacto.</description><category>Turquia</category><category>Arábia Saudita</category><category>Paquistão</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>O parlamento da Turquia ratificou o pacto de defesa com a Arábia Saudita e o Paquistão, que inclui cláusula de defesa coletiva e compromete o segundo maior exército da Otan com a defesa de Riad.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/37153222/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/37153222/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 02:29:00 -0300</pubDate><description>O parlamento da Turquia ratificou o pacto de defesa com a Arábia Saudita e o Paquistão, que inclui cláusula de defesa coletiva e compromete o segundo maior exército da Otan com a defesa de Riad. A votação terminou com 279 votos a favor e 119 contra, com 398 dos 592 deputados presentes. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca foi assinado em 7 de agosto de 2026 pelos três países, segundo a Sputnik, e prevê que um ataque armado a qualquer dos signatários seja considerado ataque aos três. O texto entra em vigor depois de assinado pelo presidente turco. A ratificação cria obrigação formal de defesa mútua de Ancara com a Arábia Saudita, mas não envia tropas turcas ao país por si só. Um deputado do partido governista disse à Reuters no mês passado que a Turquia também enviará ao parlamento um mandato para enviar militares à Arábia Saudita sob o pacto.</description><category>Turquia</category><category>Arábia Saudita</category><category>Paquistão</category><category>Defesa</category><category>OTAN</category></item>
<item><title>O Parlamento da Turquia ratificou nesta quinta-feira o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, firmado com a Arábia Saudita e o Paquistão, por 279 votos a 119 em uma casa de 600 cadeiras, apesar das…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/4faf585a/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/4faf585a/</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 19:20:00 -0300</pubDate><description>O Parlamento da Turquia ratificou nesta quinta-feira o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, firmado com a Arábia Saudita e o Paquistão, por 279 votos a 119 em uma casa de 600 cadeiras, apesar das objeções de partidos de oposição que argumentaram que o texto pode arrastar o país para guerras regionais.

O pacto tem 16 artigos e obriga as três partes a tratar um ataque contra uma delas como ataque contra todas, além de prever compartilhamento de inteligência e cooperação na indústria de defesa. O secretariado do grupo ficará na Arábia Saudita, e o general paquistanês reformado Nauman Mahmood foi escolhido seu primeiro secretário-geral, para mandato de três anos. O acordo vincula as partes por dez anos.

Autoridades turcas dizem que o entendimento é defensivo e que nenhum soldado do país será enviado para combater no Iêmen ou atacar os houthis. O envio de tropas ao exterior depende de aprovação parlamentar separada, segundo o presidente da comissão de Relações Exteriores, Fuat Oktay.

A ratificação dá a Ancara uma obrigação formal de defesa mútua em relação a Riad, mas não envia forças por si só. O Acordo de Defesa Conjunta de Meca foi assinado em 7 de agosto, em Meca, pelo príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e pelo primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, segundo a agência Anadolu.</description><category>Turquia</category><category>Arábia Saudita</category><category>Paquistão</category><category>Defesa</category><category>Oriente Médio</category></item>
<item><title>O Parlamento da Turquia aprovou nesta quinta-feira o primeiro artigo do projeto que ratifica o Pacto de Defesa Conjunta de Meca, assinado com a Arábia Saudita e o Paquistão, e encerrou a sessão antes…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/6b6760bb/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/6b6760bb/</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 14:26:00 -0300</pubDate><description>O Parlamento da Turquia aprovou nesta quinta-feira o primeiro artigo do projeto que ratifica o Pacto de Defesa Conjunta de Meca, assinado com a Arábia Saudita e o Paquistão, e encerrou a sessão antes de concluir a legislação, em meio ao debate sobre se o acordo pode arrastar o país para conflitos regionais.

O vice-presidente da Mesa, Celal Adan, fechou a sessão depois que os relatores não voltaram do intervalo e marcou nova votação para esta quinta-feira; a aprovação do primeiro artigo não conclui a ratificação. Pelo artigo 2º, um ataque armado externo contra um dos três países é considerado ataque contra todos, obrigando assistência imediata por todos os meios disponíveis, inclusive militares.

O acordo foi assinado em Meca em 7 de agosto pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, pelo príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman e pelo primeiro-ministro paquistanês Shehbaz Sharif. O ex-chefe do Estado-Maior turco Hulusi Akar, presidente da Comissão de Defesa do Parlamento, disse que o pacto complementa a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em vez de substituí-la, e afirmou no plenário que “os passos da guerra são reais”.</description><category>Turquia</category><category>Arábia Saudita</category><category>Paquistão</category><category>Defesa</category><category>Diplomacia</category><category>Oriente Médio</category></item>
<item><title>A China se comprometeu a trabalhar com o Paquistão para avançar em “cooperação de segurança de alto nível” e garantir a segurança do projeto de infraestrutura conjunto dos dois países, o Corredor…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/46e176fa/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/46e176fa/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 10:24:00 -0300</pubDate><description>A China se comprometeu a trabalhar com o Paquistão para avançar em “cooperação de segurança de alto nível” e garantir a segurança do projeto de infraestrutura conjunto dos dois países, o Corredor Econômico China-Paquistão (CPEC), segundo o South China Morning Post. As mensagens foram transmitidas por Liu Haixing, chefe do Departamento Internacional do Partido Comunista Chinês, em reuniões separadas com o chefe das forças armadas paquistanesas, Asim Munir, e com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif, na segunda-feira, em sua primeira visita oficial ao país desde que assumiu o cargo há pouco mais de um ano. No encontro com Munir, Liu disse que Pequim está pronta para aprofundar os intercâmbios com Islamabad e buscar a versão “2.0” do corredor, segundo comunicado do departamento divulgado na segunda-feira.</description><category>China</category><category>Paquistão</category><category>Diplomacia</category><category>Comércio</category></item>
<item><title>O ministro das Relações Exteriores da Síria, Asaad al-Shaibani, disse no sábado, durante sessão sobre segurança regional no Diálogo de Manamá, no Bahrein, que Damasco avalia entrar na aliança de…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/020c0b8e/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/020c0b8e/</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 09:22:00 -0300</pubDate><description>O ministro das Relações Exteriores da Síria, Asaad al-Shaibani, disse no sábado, durante sessão sobre segurança regional no Diálogo de Manamá, no Bahrein, que Damasco avalia entrar na aliança de Meca, pacto de defesa mútua entre Arábia Saudita, Turquia e Paquistão. Pelo acordo, assinado em 7 de agosto em Meca, um ataque a um dos signatários é tratado como ataque aos três, em arranjo semelhante em princípio ao da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que reúne 32 países membros. O analista Samy Akil, do Syria Report, disse ao Middle East Eye que as conversas estão em estágio inicial e que é improvável que a Síria se torne o quarto membro do pacto no curto prazo.</description><category>Síria</category><category>Arábia Saudita</category><category>Turquia</category><category>Paquistão</category><category>Defesa</category><category>Oriente Médio</category></item>
<item><title>O navio de gás natural liquefeito (GNL) Al Mayeda, que levava carga do Catar para o Paquistão, foi atingido por objetos não identificados perto do Estreito de Ormuz, apesar de relatos de que as…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/9b6671ef/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/9b6671ef/</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 06:21:00 -0300</pubDate><description>O navio de gás natural liquefeito (GNL) Al Mayeda, que levava carga do Catar para o Paquistão, foi atingido por objetos não identificados perto do Estreito de Ormuz, apesar de relatos de que as autoridades paquistanesas tinham aval prévio do Irã para a passagem segura. A transportadora catari Nakilat confirmou em comunicado que o ataque ocorreu na noite de 30 de outubro, sem feridos entre a tripulação nem dano ambiental relatado, e dados de navegação indicam que o navio mudou de rumo e voltou em direção ao Golfo.</description><category>Catar</category><category>Paquistão</category><category>Irã</category><category>Estreito de Ormuz</category><category>Golfo</category></item>
<item><title>O Paquistão advertiu o Afeganistão de que reserva o direito de tomar todas as medidas necessárias para eliminar ameaças terroristas transfronteiriças e afirmou que o terrorismo é uma “linha vermelha”.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/69f84a38/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/69f84a38/</guid><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 05:22:00 -0300</pubDate><description>O Paquistão advertiu o Afeganistão de que reserva o direito de tomar todas as medidas necessárias para eliminar ameaças terroristas transfronteiriças e afirmou que o terrorismo é uma “linha vermelha”. O ministério da informação paquistanês acusou o Talibã afegão de “recusa persistente em tratar do terrorismo” e avisou Cabul de que reserva o direito de tomar “todas as medidas necessárias” para eliminar ameaças à sua segurança “onde quer que se originem”, segundo o The Hindu e o Independent Pakistan.</description><category>Paquistão</category><category>Afeganistão</category><category>Ásia do Sul</category><category>Conflito</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>O chanceler da Síria, Asaad al-Shaibani, disse neste sábado no Diálogo de Manama, no Bahrein, que estão em curso discussões para avaliar a entrada da Síria na aliança de Meca, segundo a Al Jazeera.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/c7cdad7f/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/c7cdad7f/</guid><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 18:22:00 -0300</pubDate><description>O chanceler da Síria, Asaad al-Shaibani, disse neste sábado no Diálogo de Manama, no Bahrein, que estão em curso discussões para avaliar a entrada da Síria na aliança de Meca, segundo a Al Jazeera.

O Pacto Conjunto de Defesa de Meca foi assinado por Arábia Saudita, Turquia e Paquistão na cidade saudita de Meca, em agosto, e prevê que um ataque a um dos países seja considerado ataque aos três.

A Arab News também ouviu o chanceler sírio, para quem Damasco avalia entrar na aliança de defesa que vincula Turquia, Arábia Saudita e Paquistão.</description><category>Síria</category><category>Arábia Saudita</category><category>Turquia</category><category>Paquistão</category><category>Diplomacia</category><category>Oriente Médio</category></item>
<item><title>Mais de 150 imigrantes afegãos devem ser deportados dos Estados Unidos, em uma das maiores expulsões únicas de afegãos já organizadas pelo país, segundo o Jerusalem Post.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/48aed2d9/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/48aed2d9/</guid><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 04:22:00 -0300</pubDate><description>Mais de 150 imigrantes afegãos devem ser deportados dos Estados Unidos, em uma das maiores expulsões únicas de afegãos já organizadas pelo país, segundo o Jerusalem Post. Dezenas já estão detidos na Louisiana e o primeiro voo pode partir na segunda-feira, de acordo com o New York Times, citado pelo jornal. As remoções ocorrerão via Paquistão porque Washington não mantém relações diplomáticas com o Talibã, disse um funcionário americano à Reuters.</description><category>Estados Unidos</category><category>Afeganistão</category><category>Paquistão</category><category>Migração</category></item>
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