<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel>
<title>GEOPOL – ONU</title>
<link>https://geopol.com.br/tema/onu/</link>
<atom:link href="https://geopol.com.br/tema/onu/feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/>
<description>ONU: matérias e notas em que instituição é ator central.</description>
<language>pt-BR</language>
<lastBuildDate>Sat, 07 Nov 2026 21:35:00 -0300</lastBuildDate>
<item><title>A Presidência palestina responsabilizou o Conselho de Paz e seu enviado, Nikolay Mladenov, por não tomar medidas para deter as violações israelenses e garantir que Israel cumpra suas obrigações.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/7fd53f03/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/7fd53f03/</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2026 20:22:00 -0300</pubDate><description>A Presidência palestina responsabilizou o Conselho de Paz e seu enviado, Nikolay Mladenov, por não tomar medidas para deter as violações israelenses e garantir que Israel cumpra suas obrigações. Em comunicado, a Presidência também culpou as autoridades israelenses pela piora da catástrofe humanitária em Gaza, com a aproximação do inverno e a chuva inundando as tendas das famílias deslocadas, e atribuiu o sofrimento à obstrução da ajuda humanitária e ao descumprimento de resolução do Conselho de Segurança da ONU e do plano de cessar-fogo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A Presidência alertou que ignorar as violações só aprofunda o sofrimento palestino e compromete as perspectivas de estabilidade.</description><category>Palestina</category><category>Gaza</category><category>Israel</category><category>ONU</category><category>Direitos humanos</category></item>
<item><title>Segundo uma autoridade judicial iraniana, um relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) classificou o ataque de 28 de fevereiro à escola Shajareh Tayyebeh, em Minab, no sul do Irã, como…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/572ac7f2/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/572ac7f2/</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2026 19:23:00 -0300</pubDate><description>Segundo uma autoridade judicial iraniana, um relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) classificou o ataque de 28 de fevereiro à escola Shajareh Tayyebeh, em Minab, no sul do Irã, como crime de guerra e crime de agressão. O vice-ministro da Justiça para direitos humanos e assuntos internacionais, Askar Jalalian, disse que o ataque dos EUA e de Israel matou 168 crianças e professores e configurou violação deliberada da Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança.</description><category>Irã</category><category>Justiça internacional</category><category>ONU</category></item>
<item><title>A UNRWA enfrenta um déficit de caixa de US$ 80 milhões e pressão financeira sem precedentes, com queda das contribuições globais e condições operacionais mais restritivas, informou a agência na…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/11f043b1/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/11f043b1/</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2026 08:25:00 -0300</pubDate><description>A UNRWA enfrenta um déficit de caixa de US$ 80 milhões e pressão financeira sem precedentes, com queda das contribuições globais e condições operacionais mais restritivas, informou a agência na quinta-feira. O porta-voz Stéphane Dujarric afirmou que o secretário-geral António Guterres está plenamente comprometido em defender a UNRWA no exercício de seu papel fundamental de apoio aos refugiados palestinos, e voltou a pedir que o trabalho essencial da agência seja integralmente financiado. A agência diz seguir prestando educação, saúde e assistência a refugiados palestinos em Gaza, na Cisjordânia ocupada, na Jordânia, no Líbano e na Síria, e afirma que passivos acumulados e obrigações financeiras recorrentes ameaçam sua sustentabilidade de longo prazo.</description><category>Palestina</category><category>ONU</category><category>Direitos humanos</category><category>Gaza</category></item>
<item><title>O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu a retomada dos canais de comunicação entre as duas Coreias, incluindo os contatos militares diretos, para evitar…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/f4185a86/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/f4185a86/</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2026 05:24:00 -0300</pubDate><description>O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu a retomada dos canais de comunicação entre as duas Coreias, incluindo os contatos militares diretos, para evitar acidentes ou erros de cálculo. O porta-voz Stéphane Dujarric disse que Guterres segue preocupado com a situação na península coreana e com uma possível escalada na Zona Desmilitarizada. A tensão na fronteira aumentou após a explosão de uma mina em 21 de setembro dentro da Zona Desmilitarizada, que feriu três militares sul-coreanos, dois deles com gravidade. Uma investigação conjunta do Exército sul-coreano e do Comando da ONU concluiu que a explosão foi causada por minas antipessoal plantadas deliberadamente pela Coreia do Norte, que nega responsabilidade.</description><category>ONU</category><category>Coreia do Sul</category><category>Coreia do Norte</category><category>Ásia Oriental</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A Organização Marítima Internacional (IMO), agência da ONU, informou que ao menos 25 marinheiros morreram no Estreito de Ormuz desde 28 de fevereiro.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/764406aa/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/764406aa/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 21:25:00 -0300</pubDate><description>A Organização Marítima Internacional (IMO), agência da ONU, informou que ao menos 25 marinheiros morreram no Estreito de Ormuz desde 28 de fevereiro. Segundo a agência, a vítima mais recente foi um tripulante do petroleiro Velos Sapphire, atacado em 5 de novembro, e o número de ataques a navios mercantes na região chegou a 130. O Conselho da IMO encerrou em 6 de novembro uma reunião de cinco dias e pediu aos Estados que evitem ações ilegais que possam ameaçar a segurança dos marinheiros e do transporte marítimo internacional. Em comunicado de 28 de agosto, a IMO registrava 70 ataques a navios verificados pela própria organização e 19 marinheiros mortos. O petroleiro Velos Sapphire, de bandeira das Ilhas Marshall, seguia para o Bahrein vazio de carga quando o ataque ocorreu em 5 de novembro, segundo comunicado da Velos Tankers. A Guarda Revolucionária afirmou, em comunicado à TV estatal, que dois petroleiros que tentavam cruzar o estreito por rota não autorizada e com sistemas de navegação desligados atingiram minas e pegaram fogo.</description><category>ONU</category><category>Estreito de Ormuz</category><category>Golfo</category><category>Conflito</category></item>
<item><title>O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou que a primeira opção do país é renovar o mandato da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) e que, se isso for impossível, Beirute deve buscar…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/866e909e/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/866e909e/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 20:26:00 -0300</pubDate><description>O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou que a primeira opção do país é renovar o mandato da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) e que, se isso for impossível, Beirute deve buscar um arranjo legal alternativo para manter outra força internacional no sul ao lado do Exército. Aoun disse que Israel rejeita a presença da UNIFIL e pressiona por sua retirada. A declaração foi feita ao receber em Baabda uma delegação parlamentar que lhe entregou uma carta assinada por 86 deputados ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) pedindo a renovação do mandato. Criada em 1978, a UNIFIL teve o papel ampliado após a guerra de 2006 e monitora a cessação das hostilidades, patrulha a Linha Azul e coordena-se com o Exército libanês sob a Resolução 1701.</description><category>Líbano</category><category>ONU</category><category>Israel</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO) encerrou suas operações e iniciou em 1º de novembro o período de liquidação, após o Conselho de Segurança não renovar seu…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/5053426e/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/5053426e/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 17:21:00 -0300</pubDate><description>A Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO) encerrou suas operações e iniciou em 1º de novembro o período de liquidação, após o Conselho de Segurança não renovar seu mandato. A liquidação prevê a repatriação de cerca de 160 observadores militares, a redução de 180 civis e pessoal afiliado e o fechamento de cerca de 13 instalações, segundo Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU.

O mandato expirou depois de a Rússia vetar um projeto de resolução americano; o texto, apoiado por 11 dos 15 membros do Conselho, estendia a missão por um ano e colocava o plano de autonomia marroquino no centro da solução. Marrocos comemorou nesta sexta-feira o 51º aniversário da Marcha Verde, a mobilização de 1975 para o então Saara Ocidental sob controle espanhol, enquanto a missão de paz da ONU se desmonta. O palácio real marroquino classificou a missão como fracasso na fiscalização do cessar-fogo, enquanto a Frente Polisário e a Argélia lamentaram a não renovação do mandato.</description><category>Saara Ocidental</category><category>Marrocos</category><category>ONU</category><category>Conflito</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>Um relatório confidencial de investigadores da ONU “estabelece de forma conclusiva” que os Emirados Árabes Unidos contrataram mercenários colombianos para lutar pela Força de Apoio Rápido (RSF)…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/68f19191/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/68f19191/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 15:23:00 -0300</pubDate><description>Um relatório confidencial de investigadores da ONU “estabelece de forma conclusiva” que os Emirados Árabes Unidos contrataram mercenários colombianos para lutar pela Força de Apoio Rápido (RSF), segundo o Middle East Eye, que diz ter obtido o documento. Entregue ao Conselho de Segurança na semana passada, o texto descreve como a Global Security Services Group (GSSG), empresa sediada nos Emirados e com laços próximos ao governo, levou os colombianos ao Sudão via Líbia, Somália e Chade. Os investigadores apontam a base da Força Policial Marítima de Puntland, em Bosaso, na Somália, como local de trânsito ou de treinamento antes do envio ao Sudão, e afirmam que os mercenários tiveram “papel significativo” nas operações da RSF no Darfur, sobretudo no cerco e na captura de el-Fasher. Em carta incluída no relatório, os Emirados rejeitam “qualquer alegação de irregularidade em relação ao conflito no Sudão” e dizem levar “muito a sério” as alegações sobre mercenários.</description><category>Emirados Árabes Unidos</category><category>Sudão</category><category>ONU</category><category>Conflito</category><category>África</category></item>
<item><title>Quase 200 países se reúnem a partir de segunda-feira na Turquia para a conferência do clima da ONU (COP31), com as expectativas contidas por tensões sobre geopolítica, financiamento e combustíveis…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/9546c171/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/9546c171/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 14:24:00 -0300</pubDate><description>Quase 200 países se reúnem a partir de segunda-feira na Turquia para a conferência do clima da ONU (COP31), com as expectativas contidas por tensões sobre geopolítica, financiamento e combustíveis fósseis, segundo o France 24. O país anfitrião vai defender uma agenda de eletrificação para atender a demanda global de energia.

A administração de Donald Trump não participa das negociações, mas uma delegação do Congresso dos EUA comparecerá à conferência. O grupo de negociadores africanos exige que a promessa de triplicar o financiamento para adaptação, dinheiro para lidar com os impactos do clima, seja incluída na pauta. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja a Antália na próxima semana, depois de vencer a reeleição contra Flávio Bolsonaro.</description><category>Turquia</category><category>Clima</category><category>ONU</category></item>
<item><title>A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês) afirmou que 18 de seus abrigos de emergência em Gaza estão inseguros com a aproximação do inverno, e…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/cef71c2d/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/cef71c2d/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 08:23:00 -0300</pubDate><description>A Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês) afirmou que 18 de seus abrigos de emergência em Gaza estão inseguros com a aproximação do inverno, e quatro têm risco muito alto de colapso. Uma avaliação de 113 locais de deslocamento encontrou outros seis abrigos em risco alto e oito em risco médio, segundo o relatório de situação da agência. Os abrigos hospedam cerca de 60 mil deslocados, e a UNRWA tenta garantir tendas para 270 famílias que aceitem se mudar, priorizando as que vivem nos edifícios mais perigosos. A agência relatou aumento das infecções respiratórias agudas antes do inverno e previu alta nas próximas semanas.</description><category>Gaza</category><category>Palestina</category><category>ONU</category><category>Saúde</category></item>
<item><title>O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou a resolução dos Estados Unidos (EUA) para renovar a Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO): a…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/c5d556f0/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/c5d556f0/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 08:23:00 -0300</pubDate><description>O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou a resolução dos Estados Unidos (EUA) para renovar a Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (MINURSO): a proposta norte-americana teve 11 votos a favor, o veto da Rússia e três abstenções, e a contraproposta russa, que estenderia o mandato até 31 de outubro de 2027, teve três votos a favor e o veto norte-americano. O texto dos EUA estenderia o mandato por um ano, retiraria a palavra “referendo” do nome da missão e faria do plano de autonomia marroquino a única base das negociações, segundo a Reuters, em texto republicado pelo U.S. News. A ONU já começou a liquidar sua operação na cidade de Laayoune, entregando os ativos ao Marrocos. O principal diplomata da Frente Polisario disse que o grupo via a missão como ineficaz na melhor hipótese e cúmplice do Marrocos na pior. A MINURSO foi criada em 1991 para monitorar o cessar-fogo entre Marrocos e a Polisario e preparar um referendo, que nunca ocorreu; o cessar-fogo ruiu em 2020.</description><category>Saara Ocidental</category><category>ONU</category><category>Marrocos</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) declarou 96% dos sistemas de recifes de águas rasas criticamente ameaçados, com possibilidade de desaparecer até 2075.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/22f62511/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/22f62511/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 05:22:00 -0300</pubDate><description>A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) declarou 96% dos sistemas de recifes de águas rasas criticamente ameaçados, com possibilidade de desaparecer até 2075. A avaliação é a primeira Lista Vermelha global de ecossistemas de recifes de coral, segundo seu líder científico, Mishal Gudka. Sistemas como a Grande Barreira de Corais, o Triângulo de Coral no Pacífico Ocidental e Sudeste Asiático, o Sistema Mesoamericano e os recifes do Mar Vermelho estão todos na categoria de ameaça máxima.</description><category>ONU</category><category>Clima</category><category>Oceania</category><category>Oriente Médio</category></item>
<item><title>Ataques de drones que mataram ao menos 30 pessoas em Abyei em outubro acrescentaram “uma dimensão nova e preocupante” à segurança na área disputada, disse ao Conselho de Segurança o chefe de…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/f3bc4c65/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/f3bc4c65/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 01:26:00 -0300</pubDate><description>Ataques de drones que mataram ao menos 30 pessoas em Abyei em outubro acrescentaram “uma dimensão nova e preocupante” à segurança na área disputada, disse ao Conselho de Segurança o chefe de operações de paz da ONU, Jean-Pierre Lacroix. Os ataques de 19 de outubro foram os primeiros do tipo em Abyei, provocaram grandes incêndios, feriram cerca de 59 pessoas e forçaram dezenas de civis a deixar suas casas. Lacroix pediu uma investigação rápida e independente e que os dois governos mantenham o status desmilitarizado da área. Amiet, principal centro econômico de Abyei, é ponto de trânsito de mais de 49 mil refugiados e retornados que fugiram da guerra no Sudão. Sudão e Sudão do Sul retomaram as conversas formais em agosto, e o segundo encontro do mecanismo político e de segurança conjunto está marcado para Cartum, de 8 a 10 de novembro.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>Chifre da África</category><category>Drones</category><category>ONU</category></item>
<item><title>A delegação palestina busca aprovar resoluções críticas a Israel com ênfase nas consequências da guerra iniciada em 7 de outubro de 2023, incluindo condenação a assentamentos em territórios descritos…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/738f7274/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/738f7274/</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 23:21:00 -0300</pubDate><description>A delegação palestina busca aprovar resoluções críticas a Israel com ênfase nas consequências da guerra iniciada em 7 de outubro de 2023, incluindo condenação a assentamentos em territórios descritos como ocupados, entre eles Jerusalém Oriental e as Colinas do Golã sírias, além de, pela primeira vez, uma declaração formal da Organização das Nações Unidas (ONU) recusando reconhecer a presença israelense na Cisjordânia e uma política de “diferenciação” entre a Cisjordânia e o restante de Israel. O embaixador israelense na ONU, Danny Danon, classificou a iniciativa como “ataque diplomático” e disse que a delegação israelense trabalha com aliados para enfrentá-la.</description><category>Palestina</category><category>Israel</category><category>ONU</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>Quase 90 milhões de pessoas deslocadas à força vivem em países cada vez mais expostos a secas, inundações e calor extremo ligados ao clima, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/b870a5c8/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/b870a5c8/</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 21:24:00 -0300</pubDate><description>Quase 90 milhões de pessoas deslocadas à força vivem em países cada vez mais expostos a secas, inundações e calor extremo ligados ao clima, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), que alertou, às vésperas da COP31, que é necessário mais financiamento para ajudar comunidades vulneráveis a se adaptar. Na África subsaariana, um em cada três assentamentos de refugiados pode enfrentar 100 dias ou mais de calor perigoso por ano até 2050.

O relatório, divulgado antes da cúpula do clima na Turquia, mostra que esses quase 90 milhões de deslocados equivalem a três quartos do total mundial, vivendo em países altamente expostos a riscos climáticos. Mais de dois terços dos refugiados que voltaram para casa no primeiro semestre deste ano retornaram a países muito vulneráveis a esses riscos.</description><category>ONU</category><category>Clima</category><category>Migração</category></item>
</channel></rss>
