<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel>
<title>GEOPOL – Dinamarca</title>
<link>https://geopol.com.br/tema/dinamarca/</link>
<atom:link href="https://geopol.com.br/tema/dinamarca/feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/>
<description>Matérias e notas em que Dinamarca é ator central.</description>
<language>pt-BR</language>
<lastBuildDate>Sat, 07 Nov 2026 21:35:00 -0300</lastBuildDate>
<item><title>Sete famílias de Helsingor enfrentam nesta sexta-feira seu antigo locador na Suprema Corte da Dinamarca, em audiência de dois dias, alegando terem sido despejadas por causa da origem delas ou de seus…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/f7142d61/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/f7142d61/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 13:24:00 -0300</pubDate><description>Sete famílias de Helsingor enfrentam nesta sexta-feira seu antigo locador na Suprema Corte da Dinamarca, em audiência de dois dias, alegando terem sido despejadas por causa da origem delas ou de seus pais. Os contratos foram encerrados em 2022 sob a lei de 2018 que atinge conjuntos habitacionais onde mais da metade dos moradores é classificada como “não ocidental”.

Segundo associações de inquilinos, cerca de 11 mil pessoas em todo o país terão de deixar suas casas até 2030. O Tribunal de Justiça da União Europeia decidiu em dezembro de 2025, em casos de Copenhague e Slagelse, que nacionalidade ou país de nascimento sozinhos não determinam origem étnica, mas que um critério aparentemente neutro pode estar ligado à etnia.</description><category>Dinamarca</category><category>Migração</category><category>Justiça</category></item>
<item><title>Sete famílias de Helsingør, ao norte de Copenhague, tiveram os contratos de aluguel rescindidos em 2022 sob uma lei de 2018 que obriga conjuntos habitacionais sociais com mais de metade de moradores…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/6cb90f4d/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/6cb90f4d/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 07:23:00 -0300</pubDate><description>Sete famílias de Helsingør, ao norte de Copenhague, tiveram os contratos de aluguel rescindidos em 2022 sob uma lei de 2018 que obriga conjuntos habitacionais sociais com mais de metade de moradores “não ocidentais” a mudar a composição social, com 60% das casas a preço de mercado até 2030. O caso chegou à Suprema Corte. As instâncias inferiores decidiram a favor do locador, argumentando que a expressão “imigrantes e descendentes de pessoas de países não ocidentais” não designa um grupo de uma única origem étnica e, portanto, não viola a Lei de Igualdade de Tratamento. Em dezembro de 2025, a Corte de Justiça da União Europeia (CJEU, na sigla em inglês) decidiu que cabe aos tribunais dinamarqueses avaliar se a lei é discriminatória.</description><category>Dinamarca</category><category>Direitos humanos</category><category>Migração</category><category>Justiça</category></item>
<item><title>Cerca de 40 mil estudantes estavam em greve em 57 escolas da Dinamarca, com 12 mil a 13 mil na manifestação de Copenhague, segundo os organizadores.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/5a179e6f/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/5a179e6f/</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 14:24:00 -0300</pubDate><description>Cerca de 40 mil estudantes estavam em greve em 57 escolas da Dinamarca, com 12 mil a 13 mil na manifestação de Copenhague, segundo os organizadores. Sob a palavra de ordem “Já basta”, 11 associações de estudantes do ensino médio e superior marcharam da praça da Prefeitura de Copenhague até o Parlamento contra o corte no auxílio-educação proposto para liberar recursos para gastos com defesa. O projeto do governo de centro-esquerda prevê acabar com o auxílio-educação (SU) para estudantes que moram com os pais e cuja renda familiar anual passe de 700 mil coroas dinamarquesas (US$ 104 mil). Segundo o Ministério do Ensino Superior, cerca de 14 mil estudantes devem perder o auxílio e 8 mil ter redução. Os protestos estudantis começaram na França e se espalharam por outros países europeus nas últimas semanas.</description><category>Dinamarca</category><category>Educação</category><category>Protestos</category><category>Defesa</category><category>Europa</category></item>
<item><title>Segundo a Reuters, em textos republicados pelo The Straits Times e pelo Al Arabiya, o Parlamento da Groenlândia ratificou na terça-feira o acordo de segurança firmado no início deste ano com o…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/8bd727b0/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/8bd727b0/</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 11:22:00 -0300</pubDate><description>Segundo a Reuters, em textos republicados pelo The Straits Times e pelo Al Arabiya, o Parlamento da Groenlândia ratificou na terça-feira o acordo de segurança firmado no início deste ano com o presidente americano, Donald Trump, por 16 votos a favor, nenhum contra e 7 abstenções. O texto amplia o papel militar dos EUA na ilha, abre caminho para duas novas bases militares e para o sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”, e reafirma a soberania dinamarquesa e o direito dos groenlandeses à autodeterminação. O acordo executivo entra em vigor quando Dinamarca e Groenlândia o ratificarem; o Parlamento dinamarquês faz a primeira leitura em 11 de novembro e a votação final em 19 de novembro, sem necessidade de aprovação do Senado americano. No debate, o partido de oposição Naleraq, principal voz pela independência da Groenlândia, questionou o valor econômico do acordo.</description><category>Groenlândia</category><category>Dinamarca</category><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category></item>
<item><title>Parlamentares da Groenlândia aprovaram por 16 votos a 0, com sete abstenções, em Nuuk, o acordo entre a ilha, a Dinamarca e os Estados Unidos para reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/48760ae3/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/48760ae3/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 22:21:00 -0300</pubDate><description>Parlamentares da Groenlândia aprovaram por 16 votos a 0, com sete abstenções, em Nuuk, o acordo entre a ilha, a Dinamarca e os Estados Unidos para reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte. O acordo abre caminho para mais bases dos Estados Unidos na Groenlândia e reduz a tensão com as repetidas declarações de Trump de anexar a ilha, mantendo o território autônomo sob controle dinamarquês. O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que a votação marca outra grande vitória para a segurança nacional norte-americana. O Parlamento dinamarquês deve debater o texto ainda neste mês, e o acordo entra em vigor após concluídos os processos parlamentares do Reino da Dinamarca com a Groenlândia. O primeiro-ministro groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, disse após a votação – “A Groenlândia é o nosso país” – e que a cooperação deve respeitar o povo e os direitos dos groenlandeses.</description><category>Groenlândia</category><category>Dinamarca</category><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category></item>
<item><title>O Parlamento da Groenlândia aprovou nesta terça-feira o acordo de segurança com Dinamarca e Estados Unidos por 16 votos a favor, nenhum contra e sete abstenções.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/4111e376/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/4111e376/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 16:22:00 -0300</pubDate><description>O Parlamento da Groenlândia aprovou nesta terça-feira o acordo de segurança com Dinamarca e Estados Unidos por 16 votos a favor, nenhum contra e sete abstenções. O texto, assinado em setembro por Donald Trump, pela primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen e pelo primeiro-ministro groenlandês Jens-Frederik Nielsen à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, abre caminho para duas novas bases militares norte-americanas e para o sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”, mantendo a ilha sob controle dinamarquês e reafirmando o direito groenlandês à autodeterminação – em texto da Reuters republicado pelo USA Today. O acordo executivo entra em vigor quando Dinamarca e Groenlândia o ratificarem e não precisa de aprovação do Senado norte-americano; o Parlamento dinamarquês faz a primeira leitura do projeto em 11 de novembro e a votação em 19 de novembro. O presidente do partido de oposição Naleraq, Pele Broberg, disse que a Groenlândia busca um acordo melhor para quando for um Estado independente e que nenhum ganho econômico foi obtido com o texto.</description><category>Groenlândia</category><category>Dinamarca</category><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category></item>
<item><title>A Dinamarca fechou um acordo com a Estônia para recuperar o dinheiro de um pacote de ajuda militar destinado a fornecer munição de artilharia à Ucrânia.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/2ac42251/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/2ac42251/</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 12:23:00 -0300</pubDate><description>A Dinamarca fechou um acordo com a Estônia para recuperar o dinheiro de um pacote de ajuda militar destinado a fornecer munição de artilharia à Ucrânia. A Estônia pagou 9,5 milhões de euros à Datasel como adiantamento e não recebeu projéteis de artilharia funcionais em troca.</description><category>Dinamarca</category><category>Estônia</category><category>Ucrânia</category><category>Defesa</category></item>
<item><title>O embaixador russo na Dinamarca, Vladimir Barbin, disse à TASS que a Dinamarca serve atualmente como base logística para as forças armadas ucranianas e que a ajuda militar a fundo perdido de…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/036f00e3/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/036f00e3/</guid><pubDate>Sun, 01 Nov 2026 06:21:00 -0300</pubDate><description>O embaixador russo na Dinamarca, Vladimir Barbin, disse à TASS que a Dinamarca serve atualmente como base logística para as forças armadas ucranianas e que a ajuda militar a fundo perdido de Copenhague a Kiev já superou 10,5 bilhões de euros.

Barbin afirmou também que a intenção de Copenhague de encomendar mísseis Patriot de Washington para repassar a Kiev mostra que a Dinamarca financia a continuação das hostilidades em vez de buscar uma solução política e diplomática para o conflito.</description><category>Dinamarca</category><category>Rússia</category><category>Ucrânia</category><category>Conflito</category></item>
<item><title>O embaixador da Rússia em Copenhague, Vladimir Barbin, disse em entrevista à agência TASS que a Dinamarca mobiliza recursos e trabalha para minar as posições russas no espaço pós-soviético e nos…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/2274b557/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/2274b557/</guid><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 20:23:00 -0300</pubDate><description>O embaixador da Rússia em Copenhague, Vladimir Barbin, disse em entrevista à agência TASS que a Dinamarca mobiliza recursos e trabalha para minar as posições russas no espaço pós-soviético e nos países do Sul Global.</description><category>Rússia</category><category>Dinamarca</category><category>Europa</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>Um ciberataque atingiu um sistema dinamarquês de software usado em ao menos 380 supermercados na França, forçando algumas lojas a descartar produtos congelados, segundo o The New York Times.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/459ef241/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/459ef241/</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2026 15:25:00 -0300</pubDate><description>Um ciberataque atingiu um sistema dinamarquês de software usado em ao menos 380 supermercados na França, forçando algumas lojas a descartar produtos congelados, segundo o The New York Times.</description><category>França</category><category>Dinamarca</category><category>Europa</category><category>Cibersegurança</category></item>
<item><title>Os Estados Unidos terão uma base para operações antissubmarino perto da brecha GIUK, entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido, sob o acordo de 22 de setembro com a Dinamarca e a Groenlândia…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/e262e986/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/e262e986/</guid><pubDate>Sun, 11 Oct 2026 05:23:00 -0300</pubDate><description>Os Estados Unidos terão uma base para operações antissubmarino perto da brecha GIUK, entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido, sob o acordo de 22 de setembro com a Dinamarca e a Groenlândia, disse à Sputnik Troy Bouffard, diretor do Centro de Segurança e Resiliência do Ártico. O acordo inclui Narsarsuaq como ponte aérea e base no flanco oeste da brecha e uma instalação menor em Mestersvig, para radar e comunicações.</description><category>Groenlândia</category><category>Estados Unidos</category><category>Dinamarca</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category><category>Dissuasão</category></item>
<item><title>A Rússia iniciou operações de sabotagem contra empresas dinamarquesas que fornecem à Ucrânia, após concluir que esforços mais amplos de desestabilização fracassaram, segundo a Reuters, em texto…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/c0402f78/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/c0402f78/</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 21:23:00 -0300</pubDate><description>A Rússia iniciou operações de sabotagem contra empresas dinamarquesas que fornecem à Ucrânia, após concluir que esforços mais amplos de desestabilização fracassaram, segundo a Reuters, em texto republicado pelo Straits Times. A analista Josefine Christensen, do serviço de inteligência dinamarquês PET, disse em conferência em Copenhague que a Rússia passou a mirar alvos com impacto direto na linha de frente, ou seja, a produção de armas, segundo a Reuters, em texto republicado pela SRN News.</description><category>Dinamarca</category><category>Rússia</category><category>Defesa</category><category>Conflito</category><category>Ucrânia</category></item>
<item><title>O Ministério das Relações Exteriores da Rússia convocou o embaixador dinamarquês Rolf Holmboe e apresentou um forte protesto em 30 de setembro, segundo a TASS.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/34fe9685/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/34fe9685/</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 15:22:00 -0300</pubDate><description>O Ministério das Relações Exteriores da Rússia convocou o embaixador dinamarquês Rolf Holmboe e apresentou um forte protesto em 30 de setembro, segundo a TASS. Moscou acusa um helicóptero Fennec da Força Aérea dinamarquesa de ações “não profissionais e provocativas” envolvendo a corveta Soobrazitelny, da Frota do Báltico, ocorridas em 14 de setembro, em águas internacionais no sudoeste do Mar Báltico, segundo a mesma agência.</description><category>Rússia</category><category>Dinamarca</category><category>Europa</category><category>Conflito</category></item>
<item><title>Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, um acordo de segurança que amplia a presença militar norte-americana na ilha.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/16e3fc2f/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/16e3fc2f/</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 21:35:00 -0300</pubDate><description>Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, um acordo de segurança que amplia a presença militar norte-americana na ilha. A assinatura ocorreu à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, por Donald Trump, pela primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e pelo primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen. Segundo a Reuters, em despacho publicado pelo The Jerusalem Post, o texto autoriza bases em Narsarsuaq, no sul, e em Mestersvig, no leste, prevê a expansão da base de Pituffik, que serve de alerta antecipado de mísseis, e permite a aeronaves dos Estados Unidos sobrevoar, pousar e operar em qualquer ponto da Groenlândia, incluindo águas territoriais e o espaço submarino. Nenhum país de fora da OTAN poderá manter presença militar “persistente” sem aprovação unânime das três partes. O acordo não tem data de expiração e emenda o tratado de defesa de 1951.

Trump afirmou que o acordo dá aos Estados Unidos “controle permanente sobre a segurança e todas as outras necessidades” no território, e que nenhum adversário será autorizado a estabelecer presença militar ali. Frederiksen disse que o texto respeita “a integridade territorial do Reino da Dinamarca, assim como o direito de autodeterminação da Groenlândia”, segundo a Al Jazeera, que ouviu de Nielsen que “é vital manter a OTAN forte”. O acordo encerra meses de impasse aberto quando Trump deixou de descartar força militar ou econômica para anexar a ilha, o que provocou crise diplomática dentro da aliança em janeiro de 2026. A presença militar dos Estados Unidos na Groenlândia encolheu de 17 instalações e mais de 10 mil militares, na Guerra Fria, para cerca de 200 em Pituffik.</description><category>Groenlândia</category><category>Estados Unidos</category><category>Dinamarca</category><category>Ártico</category><category>OTAN</category></item>
<item><title>Os Estados Unidos e a Dinamarca assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o acordo de segurança para a…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/b36d848f/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/b36d848f/</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 15:40:00 -0300</pubDate><description>Os Estados Unidos e a Dinamarca assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o acordo de segurança para a Groenlândia, e Donald Trump disse que Washington vai construir duas bases militares “muito grandes” no território, segundo o The Guardian e o USA Today. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, e o chefe do governo groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, assinaram com Trump; Frederiksen afirmou que o texto “respeita a soberania e a integridade territorial do Reino da Dinamarca” e o direito groenlandês à autodeterminação. O acordo amplia a presença militar americana sem transferir soberania, proíbe adversários dos Estados Unidos de instalar bases ou investir na ilha sem autorização escrita e não tem data de encerramento, segundo um funcionário do Departamento de Estado citado pelo USA Today. A Reuters informou que Washington pretende reabrir a base de Narsarsuaq, no sul da ilha.</description><category>Groenlândia</category><category>Estados Unidos</category><category>Dinamarca</category><category>Ártico</category></item>
</channel></rss>
