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<title>GEOPOL – Chifre da África</title>
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<description>Cobertura geopolítica 24/7 de conflitos, energia, segurança e cadeias de suprimento, para o leitor brasileiro.</description>
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<lastBuildDate>Sat, 07 Nov 2026 21:40:00 -0300</lastBuildDate>
<item><title>Makalé, capital regional do Tigré, voltou ao controle do Exército etíope, cujas forças entraram na cidade em 3 de outubro sem combate.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/3231745b/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/3231745b/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 16:23:00 -0300</pubDate><description>Makalé, capital regional do Tigré, voltou ao controle do Exército etíope, cujas forças entraram na cidade em 3 de outubro sem combate. Uma nova administração interina foi instalada em 16 de outubro, encarregada de organizar eleições em seis meses.

Os letreiros de entrada da sede da Frente de Libertação do Povo do Tigré (FPLT) foram retirados e substituídos pelos do “bureau regional de paz e segurança do Tigré”.

A guerra do Tigré durou de novembro de 2020 a novembro de 2022 e matou mais de 600 mil pessoas, segundo a União Africana.</description><category>Etiópia</category><category>Chifre da África</category><category>Conflito</category><category>Eleições</category></item>
<item><title>Debretsion Gebremichael é o “grande derrotado” da fase de enfrentamentos armados que sacode a Etiópia desde o fim de setembro, segundo o Le Monde: ao lançar uma ofensiva contra o governo federal, ele…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/ce2825c5/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/ce2825c5/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 15:23:00 -0300</pubDate><description>Debretsion Gebremichael é o “grande derrotado” da fase de enfrentamentos armados que sacode a Etiópia desde o fim de setembro, segundo o Le Monde: ao lançar uma ofensiva contra o governo federal, ele pretendia consolidar as posições da Frente Popular de Libertação do Tigré (FPLT), partido que dirige desde 2017. Em 16 de outubro, o gabinete do primeiro-ministro Abiy Ahmed anunciou a instalação de uma nova administração interina no Tigré, encarregada de organizar eleições em seis meses. Combatentes do FPLT e das Forças de Defesa do Tigré tiveram de recuar para zonas montanhosas do Tigré, onde mantêm ações de guerrilha. Segundo “várias fontes” citadas pelo jornal, o próprio Debretsion estaria refugiado na Eritreia, país que hoje apoia a rebelião tigré.</description><category>Etiópia</category><category>Eritreia</category><category>Chifre da África</category><category>Conflito</category></item>
<item><title>Confrontos entre forças armadas no sul da Etiópia levaram dezenas de milhares de pessoas ao Quênia vizinho, sem que os refugiados saibam quando poderão voltar em segurança para casa.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/5b84b52e/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/5b84b52e/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 09:24:00 -0300</pubDate><description>Confrontos entre forças armadas no sul da Etiópia levaram dezenas de milhares de pessoas ao Quênia vizinho, sem que os refugiados saibam quando poderão voltar em segurança para casa.

A Etiópia, segundo país mais populoso da África, com cerca de 130 milhões de habitantes, enfrenta múltiplos conflitos armados, sobretudo nas fronteiras entre seus estados.</description><category>Etiópia</category><category>Quênia</category><category>Chifre da África</category><category>Conflito</category><category>Migração</category></item>
<item><title>A Suprema Corte da Somália decidiu que o presidente Hassan Sheikh Mohamud estendeu o mandato ilegalmente, num agravamento da crise entre a presidência e o Judiciário.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/7eb3ce6b/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/7eb3ce6b/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 06:21:00 -0300</pubDate><description>A Suprema Corte da Somália decidiu que o presidente Hassan Sheikh Mohamud estendeu o mandato ilegalmente, num agravamento da crise entre a presidência e o Judiciário. A corte ordenou que os líderes políticos acordem um plano eleitoral em 30 dias e realizem eleições em 90 dias. A decisão saiu um dia depois de Mohamud demitir o presidente da Corte, Bashe Yusuf Ahmed, ato que o tribunal disse estar fora da autoridade presidencial. O mandato de quatro anos expirou em maio, e o parlamento aprovou em março mudanças legais que o prorrogaram por um ano.</description><category>Somália</category><category>Crise política</category><category>África</category><category>Chifre da África</category></item>
<item><title>Ataques de drones que mataram ao menos 30 pessoas em Abyei em outubro acrescentaram “uma dimensão nova e preocupante” à segurança na área disputada, disse ao Conselho de Segurança o chefe de…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/f3bc4c65/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/f3bc4c65/</guid><pubDate>Fri, 06 Nov 2026 01:26:00 -0300</pubDate><description>Ataques de drones que mataram ao menos 30 pessoas em Abyei em outubro acrescentaram “uma dimensão nova e preocupante” à segurança na área disputada, disse ao Conselho de Segurança o chefe de operações de paz da ONU, Jean-Pierre Lacroix. Os ataques de 19 de outubro foram os primeiros do tipo em Abyei, provocaram grandes incêndios, feriram cerca de 59 pessoas e forçaram dezenas de civis a deixar suas casas. Lacroix pediu uma investigação rápida e independente e que os dois governos mantenham o status desmilitarizado da área. Amiet, principal centro econômico de Abyei, é ponto de trânsito de mais de 49 mil refugiados e retornados que fugiram da guerra no Sudão. Sudão e Sudão do Sul retomaram as conversas formais em agosto, e o segundo encontro do mecanismo político e de segurança conjunto está marcado para Cartum, de 8 a 10 de novembro.</description><category>Sudão</category><category>Sudão do Sul</category><category>Chifre da África</category><category>Drones</category><category>ONU</category></item>
<item><title>A Etiópia fechou o consulado sudanês na cidade fronteiriça de Assosa e ordenou que seus seis diplomatas deixassem o país em 48 horas, e o Sudão respondeu fechando o consulado etíope em Gedaref e…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/ed38510e/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/ed38510e/</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 06:22:00 -0300</pubDate><description>A Etiópia fechou o consulado sudanês na cidade fronteiriça de Assosa e ordenou que seus seis diplomatas deixassem o país em 48 horas, e o Sudão respondeu fechando o consulado etíope em Gedaref e expulsando sua equipe, segundo a Reuters, em texto publicado pela TRT World. O Conselho de Soberania de Transição do Sudão divulgou no domingo um relatório que diz documentar 70 ataques da RSF lançados de dentro do território etíope neste ano, com 187 drones de ataque de ida única que mataram e feriram quase 500 civis, segundo a AFP, em texto publicado pelo Citizen Digital – a Etiópia nega apoiar a RSF e acusa o Exército sudanês de sustentar rebeldes ligados à Frente de Libertação do Povo do Tigray, o que Cartum rejeita. O Sudão levou o caso ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e à União Africana, e um assessor do governo de transição afirmou que Cartum faz todo o possível para evitar uma guerra aberta com a Etiópia.</description><category>Etiópia</category><category>Sudão</category><category>Chifre da África</category><category>Diplomacia</category><category>Conflito</category></item>
<item><title>A Somália rejeitou o credenciamento por Israel de um embaixador na Somalilândia e o lançamento da pedra fundamental de uma embaixada em Hargeisa, classificando as medidas como violações de sua…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/5f1124c2/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/5f1124c2/</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 02:21:00 -0300</pubDate><description>A Somália rejeitou o credenciamento por Israel de um embaixador na Somalilândia e o lançamento da pedra fundamental de uma embaixada em Hargeisa, classificando as medidas como violações de sua soberania e integridade territorial.

O Ministério das Relações Exteriores somali declarou que as medidas foram tomadas sem o consentimento do governo federal e são “nulas e sem efeito legal”.

O primeiro embaixador israelense na Somalilândia, Michael Lotem, apresentou credenciais ao presidente da Somalilândia, Abdirahman Mohamed Abdullahi Irro, em Hargeisa na semana passada, e uma cerimônia de pedra fundamental de uma futura embaixada israelense ocorreu em seguida. Israel reconheceu formalmente a Somalilândia em 26 de dezembro de 2025, tornando-se o primeiro Estado-membro da Organização das Nações Unidas (ONU) a fazê-lo desde a declaração de independência unilateral de 1991, e nenhum outro seguiu.

O governo somali pediu que Israel reverta as medidas e que países e organizações internacionais não tomem passos que possam dar-lhes legitimidade.</description><category>Somália</category><category>Israel</category><category>Chifre da África</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A Etiópia expulsou seis funcionários do consulado do Sudão em Assosa, cidade do oeste do país perto da fronteira sudanesa, e ordenou o fechamento da missão, segundo autoridades dos dois países.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/ea54e047/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/ea54e047/</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 21:23:00 -0300</pubDate><description>A Etiópia expulsou seis funcionários do consulado do Sudão em Assosa, cidade do oeste do país perto da fronteira sudanesa, e ordenou o fechamento da missão, segundo autoridades dos dois países.

O Ministério das Relações Exteriores do Sudão afirmou no sábado que os drones usados pelas Forças de Apoio Rápido (RSF) contra a infraestrutura elétrica do país foram fornecidos pelos Emirados Árabes Unidos e lançados a partir da Etiópia, e que apresentou queixas formais contra Adis Abeba no Conselho de Segurança da ONU e no Conselho de Paz e Segurança da União Africana.

O Sudão acusa a Etiópia de apoiar a RSF, enquanto Adis Abeba acusa Cartum de sustentar os rebeldes do Tigray; a Etiópia nega apoiar a RSF e o Sudão nega apoiar a Frente de Libertação do Povo do Tigray (TPLF).

O conselheiro político do Conselho Soberano de Transição sudanês, Amjad Farid, disse que o governo mantém o direito de defender o território, mas faz todo esforço para evitar uma guerra aberta com a Etiópia.

A Etiópia retirou três diplomatas do próprio consulado em El Gedaref, no leste sudanês, e relatos indicam que o Sudão ordenou a saída dos diplomatas etíopes em retaliação; nenhum dos dois ministérios das Relações Exteriores divulgou comunicado oficial sobre a troca de expulsões, segundo o Sudan Tribune.

A guerra civil sudanesa, iniciada em abril de 2023, deslocou mais de 14 milhões de pessoas, segundo números da ONU, em texto da Reuters republicado pelo Straits Times.</description><category>Etiópia</category><category>Sudão</category><category>Chifre da África</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A Etiópia ordenou que seis integrantes do pessoal diplomático sudanês deixem o país em 48 horas, segundo um alto funcionário etíope ouvido pela Reuters, em texto republicado pelo Addis Standard.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/3d8c844b/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/3d8c844b/</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 14:23:00 -0300</pubDate><description>A Etiópia ordenou que seis integrantes do pessoal diplomático sudanês deixem o país em 48 horas, segundo um alto funcionário etíope ouvido pela Reuters, em texto republicado pelo Addis Standard. Os seis foram instruídos a deixar o consulado do Sudão em Assosa, centro administrativo da região de Benishangul-Gumuz. A decisão ocorre dias depois de o governo sudanês, alinhado ao Exército, ter registrado queixas contra a Etiópia no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e no Conselho de Paz e Segurança da União Africana, acusando Addis Abeba de permitir que as Forças de Apoio Rápido (RSF) usem território etíope para lançar ataques com drones. Addis Abeba acusa Cartum de apoiar rebeldes tigrínios, e as duas partes negam as acusações mútuas. Em 1º de outubro, a Etiópia já havia fechado sua embaixada em Asmara e declarado 10 diplomatas eritreus persona non grata, com saída em 48 horas.</description><category>Etiópia</category><category>Sudão</category><category>Diplomacia</category><category>Chifre da África</category></item>
<item><title>O ex-contratado norte-americano Abraham Teklu Lemma admitiu ter compartilhado dezenas de documentos e fotos classificados com autoridades etíopes ao longo de mais de dois anos, segundo o Departamento…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/4f05a7fb/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/4f05a7fb/</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 07:23:00 -0300</pubDate><description>O ex-contratado norte-americano Abraham Teklu Lemma admitiu ter compartilhado dezenas de documentos e fotos classificados com autoridades etíopes ao longo de mais de dois anos, segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Ele trabalhou como contratado no Departamento de Estado, no Departamento de Justiça e no National Reconnaissance Office, a agência responsável pelos satélites de inteligência norte-americanos. O material incluía imagens de satélite e detalhes de atividades militares, repassados por mensagens criptografadas, e o FBI afirmou que autoridades etíopes usaram a inteligência em operações militares. Em uma mensagem a um oficial etíope em dezembro de 2021, Lemma escreveu que era preciso “acabar com essas pessoas de uma vez por todas”, porque de outro modo nunca haveria paz na Etiópia, e, no mesmo dia, pediu que o oficial enviasse drones. Ele se declarou culpado de conspirar para transmitir informação de defesa nacional a um governo estrangeiro, tem sentença marcada para 14 de abril de 2027 e pode pegar até 22 anos de prisão.</description><category>Etiópia</category><category>Estados Unidos</category><category>Justiça</category><category>Chifre da África</category></item>
<item><title>As autoridades do Quênia, com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e a Cruz Vermelha queniana, começaram por volta de 31 de outubro a registrar nos abrigos de Harhosa e OMC…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/a59737aa/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/a59737aa/</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 03:23:00 -0300</pubDate><description>As autoridades do Quênia, com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e a Cruz Vermelha queniana, começaram por volta de 31 de outubro a registrar nos abrigos de Harhosa e OMC, no condado de Marsabit, os etíopes que fogem dos confrontos em Moyale, cidade de fronteira administrada em conjunto pelas regiões de Oromia e Somali, com mais de 50 mil travessias desde o fim de outubro, segundo a mídia queniana, e as agências pediram cerca de US$ 8,9 milhões para três meses de resposta, em texto do Addis Standard republicado pelo AllAfrica.</description><category>Quênia</category><category>Etiópia</category><category>Chifre da África</category></item>
<item><title>O presidente da Somalilândia, Abdirahman Mohamed Abdullahi, recebeu as credenciais do embaixador Michael Lotem em cerimônia em Hargeisa, capital do território, onde também foi lançada a pedra…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/6f361fe1/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/6f361fe1/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 13:23:00 -0300</pubDate><description>O presidente da Somalilândia, Abdirahman Mohamed Abdullahi, recebeu as credenciais do embaixador Michael Lotem em cerimônia em Hargeisa, capital do território, onde também foi lançada a pedra fundamental de uma embaixada israelense. Israel é o único Estado do mundo que reconheceu a Somalilândia, que também mantém laços econômicos substanciais com os Emirados Árabes Unidos. O reconhecimento mútuo entre os dois países foi firmado em 26 de dezembro de 2025. O chanceler Gideon Sa’ar afirmou que o envio de embaixadores é outro passo importante no aprofundamento dos laços entre os dois países. Abdullahi disse na cerimônia que era a primeira vez que um presidente da Somalilândia recebia as credenciais de um embaixador de um membro da ONU que reconheceu sua independência.</description><category>Israel</category><category>Chifre da África</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A Marinha da Índia libertou o navio de pesca Azini de piratas armados e resgatou os 20 tripulantes sem mortos nem feridos, em operação de mais de 48 horas.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/fb38f54d/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/fb38f54d/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 08:23:00 -0300</pubDate><description>A Marinha da Índia libertou o navio de pesca Azini de piratas armados e resgatou os 20 tripulantes sem mortos nem feridos, em operação de mais de 48 horas. O navio havia sido sequestrado no mês passado na costa nordeste da Somália e havia o risco de ser usado como “navio-mãe” para novos ataques contra a navegação comercial.

Comandos da Marinha foram lançados por paraquedas de precisão de uma aeronave C-17 da Força Aérea indiana, após o navio ser localizado e contido por medidas não cinéticas. O ministro da Defesa, Rajnath Singh, afirmou que a operação foi concluída em 2 de novembro, a mais de 3.000 km de Mumbai.

Os 20 tripulantes eram iranianos, segundo a agência Mehr News.</description><category>Índia</category><category>Somália</category><category>Chifre da África</category></item>
<item><title>O primeiro contingente de 109 militares das Forças de Defesa do Povo de Uganda (UPDF) deixou Mogadíscio na sexta-feira, após anúncio do chefe do Exército, general Muhoozi Kainerugaba.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/37a9b8f8/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/37a9b8f8/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 08:22:00 -0300</pubDate><description>O primeiro contingente de 109 militares das Forças de Defesa do Povo de Uganda (UPDF) deixou Mogadíscio na sexta-feira, após anúncio do chefe do Exército, general Muhoozi Kainerugaba. A retirada é faseada e deve ser concluída em agosto de 2027.

Cerca de 4.500 militares ugandenses estão na Somália sob a missão da União Africana (AUSSOM), além de cerca de 2.000 em acordos bilaterais.

Uganda foi o primeiro país africano a enviar tropas à Somália, na missão da União Africana criada em 2007 para proteger o governo de transição de ataques de militantes islamistas. O Exército ugandense afirmou que a saída encerra 20 anos de operações de paz e estabilização e permite que as Forças Armadas somalis assumam integralmente a segurança do país.</description><category>Uganda</category><category>Somália</category><category>Chifre da África</category></item>
<item><title>Uganda começou a retirar suas tropas da Somália, e o primeiro contingente já voltou ao país.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/5043d250/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/5043d250/</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 19:22:00 -0300</pubDate><description>Uganda começou a retirar suas tropas da Somália, e o primeiro contingente já voltou ao país. A retirada de todas as forças, incluindo as que servem na Missão de Apoio e Estabilização da União Africana na Somália (AUSSOM), deve ser concluída até o fim de 2027, dias depois de a ONU encerrar sua missão política na Somália.</description><category>Uganda</category><category>Somália</category><category>Chifre da África</category><category>ONU</category></item>
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