<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel>
<title>GEOPOL – Ártico</title>
<link>https://geopol.com.br/tema/artico/</link>
<atom:link href="https://geopol.com.br/tema/artico/feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/>
<description>Cobertura geopolítica 24/7 de conflitos, energia, segurança e cadeias de suprimento, para o leitor brasileiro.</description>
<language>pt-BR</language>
<lastBuildDate>Sat, 07 Nov 2026 21:35:00 -0300</lastBuildDate>
<item><title>Um navio porta-contêineres sul-coreano fez a viagem de ida e volta entre Busan e Roterdã pelo Oceano Ártico em 50 dias, ao menos 10 dias menos que o trajeto mais rápido pelo Canal de Suez.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/6fca0a4e/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/6fca0a4e/</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 07:22:00 -0300</pubDate><description>Um navio porta-contêineres sul-coreano fez a viagem de ida e volta entre Busan e Roterdã pelo Oceano Ártico em 50 dias, ao menos 10 dias menos que o trajeto mais rápido pelo Canal de Suez. A Rota do Mar do Norte é cerca de 7 mil quilômetros mais curta e evita o ponto de tensão geopolítica no Oriente Médio.

O governo de Lee Jae Myung prevê serviços comerciais regulares na rota ártica até 2030, e a viagem concluída é tratada como teste logístico. Analistas ouvidos pela DW apontam que a rota pode criar uma nova forma de dependência estratégica da Rússia, que exerce controle considerável sobre a navegação ao longo de sua costa ártica.

Em agosto, a Reuters noticiou que o PanStar Acro faria o trajeto saindo de Busan, margeando a península de Kamchatka, cruzando o Mar de Bering e seguindo pela Rota do Mar do Norte, com paradas em Felixstowe, Roterdã e Gdansk.</description><category>Coreia do Sul</category><category>Ártico</category><category>Rússia</category><category>Comércio</category></item>
<item><title>Segundo a Reuters, em textos republicados pelo The Straits Times e pelo Al Arabiya, o Parlamento da Groenlândia ratificou na terça-feira o acordo de segurança firmado no início deste ano com o…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/8bd727b0/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/8bd727b0/</guid><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 11:22:00 -0300</pubDate><description>Segundo a Reuters, em textos republicados pelo The Straits Times e pelo Al Arabiya, o Parlamento da Groenlândia ratificou na terça-feira o acordo de segurança firmado no início deste ano com o presidente americano, Donald Trump, por 16 votos a favor, nenhum contra e 7 abstenções. O texto amplia o papel militar dos EUA na ilha, abre caminho para duas novas bases militares e para o sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”, e reafirma a soberania dinamarquesa e o direito dos groenlandeses à autodeterminação. O acordo executivo entra em vigor quando Dinamarca e Groenlândia o ratificarem; o Parlamento dinamarquês faz a primeira leitura em 11 de novembro e a votação final em 19 de novembro, sem necessidade de aprovação do Senado americano. No debate, o partido de oposição Naleraq, principal voz pela independência da Groenlândia, questionou o valor econômico do acordo.</description><category>Groenlândia</category><category>Dinamarca</category><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category></item>
<item><title>Parlamentares da Groenlândia aprovaram por 16 votos a 0, com sete abstenções, em Nuuk, o acordo entre a ilha, a Dinamarca e os Estados Unidos para reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/48760ae3/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/48760ae3/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 22:21:00 -0300</pubDate><description>Parlamentares da Groenlândia aprovaram por 16 votos a 0, com sete abstenções, em Nuuk, o acordo entre a ilha, a Dinamarca e os Estados Unidos para reforçar a segurança no Ártico e no Atlântico Norte. O acordo abre caminho para mais bases dos Estados Unidos na Groenlândia e reduz a tensão com as repetidas declarações de Trump de anexar a ilha, mantendo o território autônomo sob controle dinamarquês. O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou que a votação marca outra grande vitória para a segurança nacional norte-americana. O Parlamento dinamarquês deve debater o texto ainda neste mês, e o acordo entra em vigor após concluídos os processos parlamentares do Reino da Dinamarca com a Groenlândia. O primeiro-ministro groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, disse após a votação – “A Groenlândia é o nosso país” – e que a cooperação deve respeitar o povo e os direitos dos groenlandeses.</description><category>Groenlândia</category><category>Dinamarca</category><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category></item>
<item><title>O Parlamento da Groenlândia aprovou nesta terça-feira o acordo de segurança com Dinamarca e Estados Unidos por 16 votos a favor, nenhum contra e sete abstenções.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/4111e376/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/4111e376/</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 16:22:00 -0300</pubDate><description>O Parlamento da Groenlândia aprovou nesta terça-feira o acordo de segurança com Dinamarca e Estados Unidos por 16 votos a favor, nenhum contra e sete abstenções. O texto, assinado em setembro por Donald Trump, pela primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen e pelo primeiro-ministro groenlandês Jens-Frederik Nielsen à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, abre caminho para duas novas bases militares norte-americanas e para o sistema de defesa antimísseis “Golden Dome”, mantendo a ilha sob controle dinamarquês e reafirmando o direito groenlandês à autodeterminação – em texto da Reuters republicado pelo USA Today. O acordo executivo entra em vigor quando Dinamarca e Groenlândia o ratificarem e não precisa de aprovação do Senado norte-americano; o Parlamento dinamarquês faz a primeira leitura do projeto em 11 de novembro e a votação em 19 de novembro. O presidente do partido de oposição Naleraq, Pele Broberg, disse que a Groenlândia busca um acordo melhor para quando for um Estado independente e que nenhum ganho econômico foi obtido com o texto.</description><category>Groenlândia</category><category>Dinamarca</category><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category></item>
<item><title>A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, disse nesta quinta-feira (22/10) que Pequim se opõe ao uso de uma “mentalidade de Guerra Fria” para alimentar conflitos no…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/b8003771/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/b8003771/</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2026 09:24:00 -0300</pubDate><description>A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, disse nesta quinta-feira (22/10) que Pequim se opõe ao uso de uma “mentalidade de Guerra Fria” para alimentar conflitos no Ártico, segundo o Opera Mundi. A declaração veio depois que a União Europeia (UE) manifestou preocupação com a cooperação entre China e Rússia na região.

“O Ártico afeta os interesses comuns da comunidade internacional. O direito e a liberdade dos países de conduzirem atividades no Ártico, de acordo com a lei, devem ser plenamente respeitados”, disse Mao Ning, em resposta a uma pergunta da RT (Russia Today).

A porta-voz também criticou a formação de blocos geopolíticos na região: “Dividir os países em blocos, com uma mentalidade de Guerra Fria, e incitar confrontos geopolíticos não promove a paz, a estabilidade ou o desenvolvimento na região do Ártico”. A 31ª reunião entre o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, e o homólogo russo, Mikhail Mishustin, em São Petersburgo, com a participação do presidente Vladimir Putin, reafirmou o compromisso de aprofundar a parceria estratégica entre os dois países.</description><category>China</category><category>Rússia</category><category>Ártico</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A China afirmou nesta quinta-feira que suas atividades no Ártico buscam promover o desenvolvimento pacífico, estável e sustentável da região e estão de acordo com o direito internacional, disse a…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/799f8b98/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/799f8b98/</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2026 15:25:00 -0300</pubDate><description>A China afirmou nesta quinta-feira que suas atividades no Ártico buscam promover o desenvolvimento pacífico, estável e sustentável da região e estão de acordo com o direito internacional, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, segundo o The Cradle. Mao Ning afirmou também que usar a mentalidade da Guerra Fria para criar facções e incitar a confrontação geopolítica não contribui para o desenvolvimento da região. A fala responde à vice-presidente da Comissão Europeia, Kaja Kallas, que disse que o Ártico se tornou uma linha de frente da competição entre potências, e veio depois que Bruxelas apresentou um plano para ampliar a vigilância no Ártico e a frota de quebra-gelos da União Europeia.</description><category>China</category><category>União Europeia</category><category>Ártico</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>A União Europeia (UE) apresentou nesta terça-feira uma nova estratégia para o Ártico com monitoramento e proteção de cabos submarinos, uma ligação direta entre o bloco e a Groenlândia e a expansão de…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/727c6316/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/727c6316/</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2026 13:23:00 -0300</pubDate><description>A União Europeia (UE) apresentou nesta terça-feira uma nova estratégia para o Ártico com monitoramento e proteção de cabos submarinos, uma ligação direta entre o bloco e a Groenlândia e a expansão de uma frota de quebra-gelos ofuscada pela russa, segundo a Associated Press, em texto republicado pelo Los Angeles Times. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que, quando soberania, integridade territorial e as regras que sustentam a estabilidade da região deixam de ser dadas como certas, é preciso “agir e mudar nossa postura estratégica”. Funcionários estimam que a Europa tem cerca de 10 quebra-gelos, a maioria na Finlândia, contra cerca de 40 da Rússia.</description><category>União Europeia</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category><category>Infraestrutura crítica</category></item>
<item><title>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, disse em entrevista ao Times que a UE pretende contestar a Rússia e a China no Ártico e buscar acesso irrestrito à Rota Marítima do Norte…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/53c188fa/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/53c188fa/</guid><pubDate>Mon, 19 Oct 2026 23:21:00 -0300</pubDate><description>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, disse em entrevista ao Times que a UE pretende contestar a Rússia e a China no Ártico e buscar acesso irrestrito à Rota Marítima do Norte, segundo a TASS. Kallas confirmou ainda que a Comissão Europeia apresenta na terça-feira a nova estratégia ártica, cuja última atualização foi em 2021.</description><category>União Europeia</category><category>Ártico</category><category>Rússia</category><category>China</category></item>
<item><title>A União Europeia (UE) planeja lançar em 2027 um programa de vigilância do Ártico para melhorar os laços regionais e conter as ambições crescentes dos Estados Unidos e da Rússia, de acordo com a nova…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/fb442133/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/fb442133/</guid><pubDate>Fri, 16 Oct 2026 19:23:00 -0300</pubDate><description>A União Europeia (UE) planeja lançar em 2027 um programa de vigilância do Ártico para melhorar os laços regionais e conter as ambições crescentes dos Estados Unidos e da Rússia, de acordo com a nova estratégia ártica da UE citada pela Bloomberg e noticiada pela TASS. O documento deve ser divulgado na próxima semana, e prevê-se que o programa use os sistemas de satélite Copernicus e Galileo para detectar ameaças no Ártico em terra e no mar.</description><category>União Europeia</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category><category>Diplomacia</category></item>
<item><title>O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que uma exploração “massiva” de petróleo, gás e minerais deve começar na Groenlândia no início desta quarta-feira, referindo-se ao…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/81b876d5/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/81b876d5/</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:24:00 -0300</pubDate><description>O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que uma exploração “massiva” de petróleo, gás e minerais deve começar na Groenlândia no início desta quarta-feira, referindo-se ao território como “nossa nova e bela Groenlândia”.</description><category>Groenlândia</category><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category><category>Energia</category><category>Minerais críticos</category></item>
<item><title>O chanceler da China, Wang Yi, disse que a China está pronta para trabalhar com a Rússia para alinhar estratégias marítimas e proteger interesses marítimos legítimos mútuos, segundo o South China…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/edf68888/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/edf68888/</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2026 05:22:00 -0300</pubDate><description>O chanceler da China, Wang Yi, disse que a China está pronta para trabalhar com a Rússia para alinhar estratégias marítimas e proteger interesses marítimos legítimos mútuos, segundo o South China Morning Post, em promessa de aprofundar a cooperação marítima e logística no Ártico.</description><category>China</category><category>Rússia</category><category>Ártico</category><category>Energia</category><category>Comércio</category></item>
<item><title>Os Estados Unidos terão uma base para operações antissubmarino perto da brecha GIUK, entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido, sob o acordo de 22 de setembro com a Dinamarca e a Groenlândia…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/e262e986/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/e262e986/</guid><pubDate>Sun, 11 Oct 2026 05:23:00 -0300</pubDate><description>Os Estados Unidos terão uma base para operações antissubmarino perto da brecha GIUK, entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido, sob o acordo de 22 de setembro com a Dinamarca e a Groenlândia, disse à Sputnik Troy Bouffard, diretor do Centro de Segurança e Resiliência do Ártico. O acordo inclui Narsarsuaq como ponte aérea e base no flanco oeste da brecha e uma instalação menor em Mestersvig, para radar e comunicações.</description><category>Groenlândia</category><category>Estados Unidos</category><category>Dinamarca</category><category>Ártico</category><category>Defesa</category><category>Dissuasão</category></item>
<item><title>Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, um acordo de segurança que amplia a presença militar norte-americana na ilha.</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/16e3fc2f/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/16e3fc2f/</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 21:35:00 -0300</pubDate><description>Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, um acordo de segurança que amplia a presença militar norte-americana na ilha. A assinatura ocorreu à margem da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, por Donald Trump, pela primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e pelo primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen. Segundo a Reuters, em despacho publicado pelo The Jerusalem Post, o texto autoriza bases em Narsarsuaq, no sul, e em Mestersvig, no leste, prevê a expansão da base de Pituffik, que serve de alerta antecipado de mísseis, e permite a aeronaves dos Estados Unidos sobrevoar, pousar e operar em qualquer ponto da Groenlândia, incluindo águas territoriais e o espaço submarino. Nenhum país de fora da OTAN poderá manter presença militar “persistente” sem aprovação unânime das três partes. O acordo não tem data de expiração e emenda o tratado de defesa de 1951.

Trump afirmou que o acordo dá aos Estados Unidos “controle permanente sobre a segurança e todas as outras necessidades” no território, e que nenhum adversário será autorizado a estabelecer presença militar ali. Frederiksen disse que o texto respeita “a integridade territorial do Reino da Dinamarca, assim como o direito de autodeterminação da Groenlândia”, segundo a Al Jazeera, que ouviu de Nielsen que “é vital manter a OTAN forte”. O acordo encerra meses de impasse aberto quando Trump deixou de descartar força militar ou econômica para anexar a ilha, o que provocou crise diplomática dentro da aliança em janeiro de 2026. A presença militar dos Estados Unidos na Groenlândia encolheu de 17 instalações e mais de 10 mil militares, na Guerra Fria, para cerca de 200 em Pituffik.</description><category>Groenlândia</category><category>Estados Unidos</category><category>Dinamarca</category><category>Ártico</category><category>OTAN</category></item>
<item><title>Os Estados Unidos e a Dinamarca assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o acordo de segurança para a…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/b36d848f/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/b36d848f/</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 15:40:00 -0300</pubDate><description>Os Estados Unidos e a Dinamarca assinaram nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o acordo de segurança para a Groenlândia, e Donald Trump disse que Washington vai construir duas bases militares “muito grandes” no território, segundo o The Guardian e o USA Today. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, e o chefe do governo groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, assinaram com Trump; Frederiksen afirmou que o texto “respeita a soberania e a integridade territorial do Reino da Dinamarca” e o direito groenlandês à autodeterminação. O acordo amplia a presença militar americana sem transferir soberania, proíbe adversários dos Estados Unidos de instalar bases ou investir na ilha sem autorização escrita e não tem data de encerramento, segundo um funcionário do Departamento de Estado citado pelo USA Today. A Reuters informou que Washington pretende reabrir a base de Narsarsuaq, no sul da ilha.</description><category>Groenlândia</category><category>Estados Unidos</category><category>Dinamarca</category><category>Ártico</category></item>
<item><title>Os Estados Unidos planejam reabrir uma base militar da Guerra Fria no sul da Groenlândia e instalar presença militar em Mestersvig, posto na costa leste usado hoje pela Patrulha Sirius, unidade de…</title><link>https://geopol.com.br/fluxo/de42467f/</link><guid isPermaLink="true">https://geopol.com.br/fluxo/de42467f/</guid><pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:35:00 -0300</pubDate><description>Os Estados Unidos planejam reabrir uma base militar da Guerra Fria no sul da Groenlândia e instalar presença militar em Mestersvig, posto na costa leste usado hoje pela Patrulha Sirius, unidade de forças especiais dinamarquesa que vigia a soberania na ilha, segundo a Reuters, que cita três pessoas a par das negociações. Os dois locais entram no acordo que Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia assinam nesta terça-feira, às 10h30 no horário de Washington (11h30 em Brasília), à margem da Assembleia Geral da ONU, segundo o Jerusalem Post, que cita um funcionário da Casa Branca. Narsarsuaq, onde ficava a base Bluie West One, fechada por Washington nos anos 1950, tem hoje algumas dezenas de habitantes. O texto do acordo não foi divulgado e os detalhes só ficam fechados com a assinatura; os governos da Dinamarca e da Groenlândia e a Casa Branca não responderam aos pedidos de comentário, segundo a Reuters. O chanceler dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, disse à TV2 que a segurança do Ártico não ficará só com dinamarqueses e americanos e que, em grande medida, caberá à OTAN. Na Guerra Fria, os Estados Unidos mantiveram 17 instalações militares e mais de 10 mil militares na ilha; hoje resta a Base Espacial de Pituffik, com cerca de 150 militares.</description><category>Estados Unidos</category><category>Ártico</category><category>Dissuasão</category></item>
</channel></rss>
